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MÁQUINAS DE PRESERVATIVOS EXPÕEM A DELICADA RELAÇÃO ENTRE SEXO E ADOLESCÊNCIA, DESTACA REVISTA ISTOÉ
5/7/2008 - 12h15
Até outubro deste ano, 400 máquinas de preservativos deverão estar disponíveis nas escolas da rede pública segundo informações do Programa Nacional de DST/Aids. A iniciativa despertou a atenção de pais para a delicada relação entre adolescentes e sexualidade precoce. A liberdade e a a facilidade em obter o preservativo estimularia ainda mais uma iniciação sexual? O assunto é destaque desta semana da revista Istoé. "Quem tem vontade faz. Não há falta de camisinha que impeça", diz o psicólogo Ari Rehfeld, professor de psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). "É melhor que a proteção esteja disponível", diz o especialista. Veja a matéria.
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| VII CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO MOSTROU A NECESSIDADE DE SE FORTALECER AÇÕES QUE BUSQUEM A INTERSETORIALIDADE |
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José Marcos
A cidade de Florianópolis sediou ente 25 e 28 de Junho o VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e AIDS. Os organizadores informaram que mais de 3000 pessoas participaram do evento.Com o tema: Município-Mundo, as discussões aconteceram em torno do que se passa nos municípios, mas com a expectativa de se fortalecer o enfrentamento da epidemia de AIDS e outras DST´s em âmbito dos próprios municípios mas sem deixar de estar atento as discuções politicas e avanços na esfera mundial.
Assim sendo, conseguimos identificar na prática que a metodologia utilizada na forma de Conferências, Mesas Redondas e Oficinas, as mais informais "Conversa Afiada", chegamos ao final de 4 dias de intenso debate para um resultado que minimamente sinaliza o que de fato já sabemos enquanto experiências bem sucedidas e estratégias em busca da efetividade e da eficiência da resposta brasileira.
Percebo, que o grande diferencial deste VII Congresso se deu na visivel necessidade de fortalecimento das ações que busquem a intersetorialidade, a contrução de uma Rede de Proteção a Saúde e uma Rede de Proteão Social que consiga ver o ser humano como um todo e não mais parcialmente ou de forma fragmentada, considerando esta observação tenho clareza que o ponto alto do Congresso foi possibilitar que a AIDS fosse debatida sob o olhar dos Portadores de Deficiências, estejam estes infectados ou não, mas conseguiram com muita qualidade ter um dia inteiro de debate que resultou em um Manifesto/Carta com reinvindicações justas e adequadas às suas necessidades, apontando assim, uma lacuna nas políticas públicas, o que é inaceitável para a atualidade.
Jose Marcos de Oliveira é Conselheiro Nacional de Saúde (CNS)pelo Movimento Nacional de Luta Contr à AIDS, Coordenador da Comissão Intersetrial de Acompanhamento das Politicas em DST e AIDS do CNS e
Coordenador da Comissão Permanente de Saúde Suplementar do CNS.
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