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AGENDA :: |  |
Eventos do mês
de Novembro
| Evento |
2º Simpósio Gaúcho de DST | | Data |
De:
17/11/2008 Até:
18/11/2008 | | Local |
Porto Alegre (RS) | | Contato |
Informações e inscrições pelo seguinte número: (0XX51) 3019-2444 | | Comentário
sobre este evento: | |
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| Evento |
8º Encontro de Relações Humanas em HIV/AIDS | | Data |
De:
28/11/2008 Até:
30/11/2008 | | Local |
Atibaia, São Paulo | | Contato |
Fone/fax (00XX11) 2297-1516 – 2956-9817 | | Comentário
sobre este evento: |
A realização do 8º Encontro de Relações Humanas em HIV/AIDS tem por principio dar continuidade aos encontros apresentando temas de interesse às pessoas vivendo e convivendo com HIV/AIDS, no que se refere à melhoria da qualidade de assistência, prevenção das DST/AIDS, Controle Social e conseqüentemente à melhoria da qualidade de vida.
Investimento: R$ 20,00
Data - 28, 29 e 30 de novembro de 2008.
Inscrições até 20 de novembro
ividanova@uol.com.br
Realização
Instituto Vida Nova Integração Social Educação e Cidadania
Rua Prof. Assis Veloso, 226 - São Paulo – Capital
E-mail: ividanova@uol.com.br - site: www.ividanova.org.br
Fone/fax (0XX11) 2297-1516 – 2956-9817 |
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ARTIGO :: |  |
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| Eu acredito! |
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Cida Lemos
Eu acredito que estamos construindo uma nova sociedade, mais igualitária, em que todas as pessoas independentes de sua cor terão oportunidades iguais e direitos respeitados.
Infelizmente ainda estamos longe dessa realidade. O que vemos todos os dias é a desigualdade e a falta de respeito principalmente com as mulheres negras. No mercado de trabalho elas recebem remuneração inferior realizando a mesma tarefa - poucas ocupam cargos de chefia. Nas lojas não são aprovadas como vendedoras e nas empresas lhes são oferecidas vagas em serviços menos gabaritados. Poderíamos citar inúmeras arbitrariedades que são cometidas contra a mulher negra.
Porém, a mais cruel violência ocorre nos sistema de saúde, onde qualquer pessoa chega fragilizada. A mulher negra sofre constrangimentos e vê desrespeitados seus direitos. Fica totalmente vulnerável porque são em sua maioria mulheres pobres, de pouca escolaridade, que por desconhecimento ou mesmo por medo se calam e voltam para seus lares com as dúvidas e as dores físicas agravadas pela certeza que muitas coisas necessitam ser mudadas, mas poucas conseguem forças para promoverem essas mudanças. Daí a necessidade de termos um dia especial para reflexão, para lembrar homens e mulheres que falaram e lutaram por seus irmãos que não tinham voz e que continuam lutando por aqueles que ainda não perceberam que sua fala pode ser ouvida, que seus sonhos podem ser realizados, que seus deveres e direitos devem ser respeitados e que um dia não precisaremos mais de cotas.
Representandte das Cidadãs Posithivas/RJ; Conselheira do CEDIM/RJ (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher)
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