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BIBLIOTECA :: |  |
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 |  | Renato Russo: o filho da revolução
aUTOR:Carlos Macedo
EDITORA:Saraiva
RESUMO:Os historiadores da religião encontraram um padrão na vida dos santos que raramente é quebrado. Após o momento da iluminação, quando a santidade se descortina (e que costuma coincidir com a morte do indivíduo), aqueles que contam sua história passam a encontrar sinais daquele milagre em todos os episódios da vida do personagem. É certo que ele nem sempre foi santo, mas sua vida se organizou como uma seta, que sempre apontou naquela direção. É assim que a vida de Renato Russo (1960 - 1996) costuma ser contada. E é por isso que a biografia "Renato Russo: o filho da revolução" se constitui com um perfil incomum, de raro valor no conjunto de narrativas sobre a vida do cantor, líder da Legião Urbana, e principal guru da juventude dos anos 80 (dividindo o posto apenas com Cazuza). A grandeza do personagem é usada como motor para a curiosidade do biógrafo. No entanto, apropriadamente, ele se desvia do discurso mistificador. Não quer nem confirmá-lo, nem refutá-lo. É como se escrevesse de uma outra pessoa, essa sim, de carne e osso, cheia de talentos e dedicada a sua criação.
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 |  | Deu Positivo e Agora Doutor? – As perguntas que ainda permanemcem depois de anos
aUTOR:Ciane Mackert
EDITORA:Wak
RESUMO: É um livro que traz à tona dúvidas simples e complexas, que, depois de quase 30 anos de epidemia, repercutem comportamento inseguro diante de uma patologia que ainda é estigmatizante. É um livro que ilumina as mentes, em um momento de angústia, e nos permite perceber o quanto é importante oferecer uma obra atualizada sobre o comportamento, não só dos portadores de HIV mas também dos familiares, das pessoas que o cercam e dos profissionais que atuam na área, mostrando que a doença atinge tanto a parte orgânica do indivíduo infectado como toda a estrutura dele e dos que o rodeiam. É uma obra que propõe aos pacientes uma mudança, a fim de buscar qualidade de vida, que priorize viver, conviver com o vírus sem medo, com a doença sem preconceitos e consigo próprio, sem culpas. |
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| MAIS RESULTADOS
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ARTIGO :: |  |
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| As adolescentes como foco na campanha de prevenção do HIV no Carnaval 2010 |
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Por Micaela Cyrino
As meninas adolescentes foram novamente escolhidas pelo Ministério da Saúde como público-alvo de uma campanha nacional contra o HIV e aids. Desta vez, nós meninas adolescentes, receberemos destaque na campanha de Carnaval (ao lado dos jovens gays).
Para quem não me conhece, sou Micaela Cyrino, tenho 21 anos, sou estudante de artes plástica e coordenadora da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e aids.
Antes de começar a escrever este artigo pensei na seguinte pergunta: Por que nós meninas adolescentes e jovens somos vulneráveis ao HIV?
Micaela Cyrino é estudante de artes plásticas e coordenadora da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e aids |
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