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DIREITOS HUMANOS E HIV/AIDS: ABRINDO AS PORTAS PARA O SUS
aUTOR:
Áurea Celeste da Silva Abbade
EDITORA:
GAPA-SP
RESUMO:
O GAPA (Grupo de Apoio à Prevenção à Aids) de São Paulo lançou nesta sexta-feira, 07 de março de 2008, o livro “Direitos Humanos e HIV/Aids: Abrindo as portas para o SUS”. Segundo a advogada do GAPA e também colaboradora do livro, Fátima Baião, a obra tenta mostrar como entender o Sistema Único de Saúde (SUS). “Muitas vezes é fácil acusar o SUS de ruim, mas que é o melhor plano de saúde na teoria. Precisamos entendê-lo primeiro, para depois procurarmos pelos nossos direitos”, explica Baião. O livro possui 10 artigos elaborados por integrantes do movimento social, sendo um dos capítulos considerado um “guia” com preceitos básicos do SUS.
 

DIREITOS HUMANOS E HIV/AIDS: UM DIREITO EM CONSTRUÇÃO
aUTOR:
Vários
EDITORA:
GAPA-SP
RESUMO:
Em 2002 e 2004, o Grupo de Apoio à Prevenção à Aids de São Paulo (GAPA-SP) realizou treinamentos para operadores de direito e advogados sobre direitos humanos de idosos, mulheres, portadores do HIV/Aids e diversidade sexual. Foram duas semanas de palestras e debates de onde surgiram propostas e recomendações que foram encaminhadas à Assembléia Legislativa e aos Ministérios da Saúde e da Justiça. No ano passado, Áurea Abbade, advogada do GAPA-SP, teve a idéia de reunir os textos dos 32 palestrantes que participaram do treinamento e editá-los em uma compilação. Segundo Abbade, o livro é um manual prático que vai ajudar as pessoas que se interessam por HIV/Aids e minorias em geral. O livro, patrocinado pela Fundação Elton John e Associação Saúde da Família foi lançado na segunda-feira, 22 de agosto de 2005 na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo.
 

VOCÊ SABE O QUE EU TENHO? VONTADE DE VIVER!
aUTOR:
Silmara Retti
EDITORA:
Parentese
RESUMO:
Segundo Maria Clara Gianna o livro " VOCÊ SABE O QUE EU TENHO? VONTADE DE VIVER!”, escrito por Silmara Retti, é um depoimento corajoso, de uma mulher que decidiu compartilhar com a sociedade as emoções, os medos, a esperança de quem vive com HIV/Aids. Neste auto-retrato, Silmara, dona de casa, mãe, boa samaritana, determinada, bem-humorada, faz um relato franco e aberto sobre a falta de noção de risco, impacto do diagnóstico, medo da possibilidade da morte do parceiro e da própria finitude. Silmara explica como aprendeu a lidar com o receio de contar sobre o HIV para a família, a encarar sua nova realidade, respeitando seus limites e necessidades, priorizando sua qualidade de vida, o que inclui assistência médica de qualidade e adesão aos medicamentos. Gianna conta que a autora toca num ponto fundamental quando discute o significado do vínculo com seu médico: o quanto se sente acolhida e ouvida em seus momentos de fragilidade.


 
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:: ARTIGO ::
Eu acredito!

Cida Lemos

Eu acredito que estamos construindo uma nova sociedade, mais igualitária, em que todas as pessoas independentes de sua cor terão oportunidades iguais e direitos respeitados.

Infelizmente ainda estamos longe dessa realidade. O que vemos todos os dias é a desigualdade e a falta de respeito principalmente com as mulheres negras. No mercado de trabalho elas recebem remuneração inferior realizando a mesma tarefa - poucas ocupam cargos de chefia. Nas lojas não são aprovadas como vendedoras e nas empresas lhes são oferecidas vagas em serviços menos gabaritados. Poderíamos citar inúmeras arbitrariedades que são cometidas contra a mulher negra.

Porém, a mais cruel violência ocorre nos sistema de saúde, onde qualquer pessoa chega fragilizada. A mulher negra sofre constrangimentos e vê desrespeitados seus direitos. Fica totalmente vulnerável porque são em sua maioria mulheres pobres, de pouca escolaridade, que por desconhecimento ou mesmo por medo se calam e voltam para seus lares com as dúvidas e as dores físicas agravadas pela certeza que muitas coisas necessitam ser mudadas, mas poucas conseguem forças para promoverem essas mudanças. Daí a necessidade de termos um dia especial para reflexão, para lembrar homens e mulheres que falaram e lutaram por seus irmãos que não tinham voz e que continuam lutando por aqueles que ainda não perceberam que sua fala pode ser ouvida, que seus sonhos podem ser realizados, que seus deveres e direitos devem ser respeitados e que um dia não precisaremos mais de cotas.

Representandte das Cidadãs Posithivas/RJ; Conselheira do CEDIM/RJ (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher)

 

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