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Governo alerta sobre teste de saliva para AIDS
Participantes da parada gay do Rio celebram pouca roupa e criticam
políticos
Vacine-se contra o HPV (Sexo & Saúde)
Contra o hpv, uma prevenção cara
Prefeitura aumentará verba para a parada gay
Rio pode ser eleito melhor destino LGBT
Segmento já representa 25% do turismo carioca
Fundo rejeita proposta do País para AIDS
"Internação involuntária de quem usa crack deve ser ato
médico"
A alegria de celebrar a diversidade
Parada gay no Rio reúne 200 mil (Deu no www.correiobraziliense.com.br)
Parada Gay reúne cerca de 200 mil no RJ
Minc critica Requião e Puccinelli por homofobia
"Atitudes homofóbicas de políticos podem gerar violência contra
gays"
Parada Gay reúne cerca de 200 mil no RJ, diz PM
Rio: Parada Gay concentra público na orla de Copacabana
Joss Stone se apresenta para Bill ClintonMande fotos com famosos e vire
celebridade
Seminário debate o avança da AIDS entre as
mulheres
Vacina anti-HIV: mito ou realidade?
Abrapa inicia campanha de Natal
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02/NOVEMBRO/09 |
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Ministério da Saúde diz que
esse exame não deve ser usado para diagnóstico pois
seus resultados não são conclusivos
Material tem sido usado por
ONGs; empresa que doou os kits diz que eles servem para fazer triagem antes do
teste oficial para diagnóstico
RICARDO WESTIN
DA REPORTAGEM LOCAL
Em resposta às ONGs
(organizações não-governamentais) que oferecem o teste rápido de saliva para
detectar o vírus da AIDS, o Ministério da
Saúde emitiu um comunicado em que recomenda que esse exame não seja utilizado
"neste momento com finalidade de diagnóstico".
O alerta, enviado às
secretarias de Saúde dos Estados e municípios, fez-se necessário porque o teste
de saliva, apesar de ter registro na Anvisa
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ainda não foi aprovado para
integrar os protocolos brasileiros de detecção do vírus HIV.
Isso significa que a
aplicação do teste de saliva não é ilegal. Seus resultados
-que saem em 20 minutos-, porém, não são conclusivos. "Se der
positivo, a pessoa só terá o diagnóstico definitivo após refazer o exame [de
sangue] com o algoritmo oficial", diz a diretora do Programa Nacional de AIDS, Mariângela Simão.
Os protocolos oficiais, que
valem para a rede pública e laboratórios particulares, exigem que o sangue de
uma pessoa seja avaliado ao menos duas vezes, com técnicas diferentes e
aprovadas pelo ministério.
As ONGs que oferecem o
exame de saliva OraQuick, de
origem americana, ficam
Vinícius Pereira, dono da Bioeasy, diz que o intuito do teste de saliva "não é
diagnosticar o HIV": "É fazer uma triagem da população testada e
conscientizá-la da importância de realizar o exame. Se der positivo, o paciente
será encaminhado a um posto médico para fechar o diagnóstico".
Ele admite que a doação de
testes a ONGs tem fins de publicidade. "O pessoal
tem que conhecer, perceber que saliva é mais
interessante que sangue."
O Fórum das ONGs/AIDS de São Paulo distribuiu um alerta em que pede às ONGs
do Estado que "não incorporem os testes rápidos por meio de saliva como
diagnóstico" e lembra que são necessários "profissionais
treinados" e "aconselhamento pré e pós-teste".
Na avaliação do Ministério
da Saúde e de militantes da área de saúde, a Bioeasy
e a Interamerica esperam ganhar o apoio das ONGs para
pressionar o governo a incluir o teste de saliva nos protocolos oficiais.
A ONG Grupo Pela Vidda, de São Paulo, recusou os exames oferecidos.
"Não se pode forçar a introdução de um novo teste pela porta dos
fundos", diz Mário Scheffer, da ONG.
Pereira, da Bioeasy, afirma que não faz sentido o OraQuick ter a aprovação da Anvisa,
mas não a do Ministério da Saúde. "Parece que o ministério está duvidando
[da Anvisa]."
No Brasil já há testes
rápidos de HIV, mas são feitos com sangue. Cada exame custa cerca de R$ 6. O de
saliva, R$ 60.
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02/NOVEMBRO/09 |
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DA SUCURSAL DO RIO
Realizada sob chuva, a 14ª
Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) do
Rio de Janeiro virou um ato de desagravo da comunidade HOMOSSEXUAL contra
declarações recentes de políticos.
Os organizadores estimaram
em 1,2 milhão de pessoas o público da parada. A PM não
divulgou estimativa.
Ao som de música
eletrônica, os participantes exibiam o corpo com sungas e fantasias de
Carnaval, em Copacabana.
Vestido de Peter Pan, o
estudante Ricardo Freitas, 21, elogiou a parada. "Sempre vou à de São
Paulo, mas aqui é diferente, tem praia. Lá as pessoas andam com muita
roupa", afirmou.
"Eu queria começar
dando um recado para o governador do Paraná [Roberto Requião (PMDB)]. Senhor
governador, preconceito dá câncer", gritava o ministro do Meio Ambiente,
Carlos Minc. Na semana passada, Requião associou a
incidência de câncer de mama em homens à expansão do movimento gay. Ele também
criticou o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli
(PMDB), que, em setembro o chamou de "veado".
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Em outubro, o FDA (órgão do
governo americano que regulamenta os medicamentos que podem ser vendidos nos
EUA) aprovou também para garotos o uso de uma vacina que previne o vírus HPV.
Só para refrescar a
memória: há alguns anos, essa vacina já é recomendada para garotas de nove a 26
anos, que devem receber as aplicações, de preferência, antes do início da sua
vida sexual.
Para quem não sabe, o HPV é
hoje o principal agente causador de DSTS (doenças
sexualmente transmissíveis) e sua família compreende quase cem subtipos de
vírus. Alguns deles são responsáveis pelo aparecimento de verrugas e de lesões
na região genital que, se não forem tratadas, podem evoluir para alguns tipos
de câncer.
As vacinas que existem hoje
para o HPV ajudam a prevenir alguns dos tipos mais "agressivos" do
vírus, aqueles que trazem risco maior de produzir um câncer.
O câncer de colo de útero
(um dos tipos mais comuns entre as mulheres) tem relação, na maioria das vezes,
com uma infecção pelo vírus HPV que não foi tratada.
É exatamente para prevenir
o desenvolvimento desse câncer que toda mulher que tem vida sexual ativa deve
fazer, pelo menos uma vez por ano, uma visita ao seu ginecologista. É nesse
momento que o médico realiza o exame de papanicolau e
a colposcopia (que ajudam a fazer o diagnóstico de
lesões). A aprovação da vacina do HPV para o uso em homens deve ajudar na
prevenção de alguns tipos de câncer em pênis, ânus e reto e, por tabela,
diminuir as infecções pelo HPV em mulheres.
Só para você ter uma ideia do tamanho do problema, os pesquisadores avaliam,
hoje, que quase a metade das garotas que iniciam sua vida sexual vai se
infectar com o vírus já nos primeiros anos de atividade. Nove em cada dez delas
conseguem "se livrar" do HPV por conta própria, mas 10% vão ficar com
o vírus em seu organismo.
Apesar de a vacina ainda
ser nova, de poder causar alguns efeitos colaterais leves e de só estar
disponível na rede particular (são necessárias três doses), ela poderá ser
(aliada ao uso da CAMISINHA e aos controles periódicos com o médico) um recurso
importante na prevenção dessa DST e
de alguns tipos de câncer em homens e
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02/NOVEMBRO/09 |
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JOVENS EM RISCO: Atividade
sexual e falta de prevenção elevam casos de câncer do colo do útero
Cláudio Motta e Vera Araújo
A atividade sexual precoce
e o aumento do número de parceiros, associados à baixa frequência
do uso de PRESERVATIVOS, elevam o risco de contaminação. Por isso, os jovens
estão mais expostos às doenças sexualmente transmissíveis (DSTS),
diz a ginecologista da UFRJ Michele Lopes Pedrosa.
As preocupações se voltam
agora para a infecção pelo papilomavírus humano
(HPV), que pode provocar câncer do colo do útero.
De acordo com a
especialista, a vacina disponível no mercado, além de ser muito cara, vendida
por mais de R$ 1 mil as três doses, é eficaz apenas
contra dois tipos de vírus entre os 30 que podem causar a doença.
- A vacina é vendida como
se resolvesse o problema, mas isso não é uma verdade absoluta.
Ela é eficaz para prevenir
70% dos casos, já que esses dois tipos são mais prevalentes, mas faltam 30%.
Além disso, o Ministério da Saúde vem avaliando essa tecnologia. Ainda não
temos clareza se no Brasil o índice de eficácia seria de 70%. A Espanha, por
exemplo, disse que essa vacina não serve para ela, porque a prevalência de HPV
lá é de outros tipos - alerta Michele.
A pesquisadora estudou o
comportamento de adolescentes moradoras do Rio que apresentavam lesão
pré-maligna, ou seja, a que pode evoluir para o câncer do colo do útero. Entre
elas, a idade média na primeira relação sexual foi de 14,8 anos, apresentando
em média três parceiros sexuais nos últimos dois anos. Apenas 20% disseram usar
CAMISINHA de forma regular.
- Podemos dizer que, pela
literatura mundial, cerca de 40% dos homens e mulheres apresentam HPV. E que o
risco individual de se contraí-lo em algum momento da vida é de 80%. O câncer
do colo do útero é uma das principais causas de adoecimento e morte de mulheres
no Brasil - salienta Michele.
De acordo com o médico
Carlos Dale, ginecologista da Casa de Saúde São José,
a vacina é indicada para meninas entre 9 e 26 anos, porque
elas produzem mais anticorpos até os 15 anos: - O grande vilão hoje é o HPV.
Entre as meninas que estão começando hoje sua atividade sexual, 25% terão HPV.
A vacina é cara, indicada para meninas com idade entre 9
e 26 anos. É importante dar a orientação correta. Eu digo: tomem pílulas para
prevenir a gravidez e exijam CAMISINHA contra as DSTS.
Quando apareceram verrugas
na área genital e uma ardência quase insuportável na hora de urinar, a jovem X., então com 25 anos, descobriu que contraíra o HPV. Por
vergonha, ela demorou a procurar um ginecologista e se automedicou, tomando
antibiótico.
Depois do susto, passou a
exigir o PRESERVATIVO para ter relações sexuais.
- As verrugas externas
sumiram. Depois resolvi procurar um ginecologista para saber se tinha alguma
interna. E tinha. Mas tudo acabou bem. Me senti
péssima, envergonhada e irresponsável. Fiquei com medo de câncer do colo do
útero. Fiquei com muita raiva do meu parceiro, sim. O tratamento é
desconfortável - disse X., hoje com 32 anos, sem nunca
ter falado sobre o assunto com o ex-parceiro.
Em outra pesquisa, a
ginecologista Michele analisou exames preventivos colhidos em unidades públicas
de saúde da cidade. O número de lesões entre adolescentes dobrou entre 1999 e
2005 (de 6,4% para 12,4%), enquanto o de adultas subiu de 4% para 6,1%.
O chefe de oncologia
clínica do Inca, Daniel Herchenhorn, lembra que o HPV
também provoca infecções crônicas, que são benignas, além das malignas, os
cânceres: - Basicamente, do colo do útero, de canal anal, de pênis e de
amídala. O mais importante não é a vacina, mas o controle da atividade sexual e
a ida frequente ao ginecologista.
O Ministério da Saúde está
avaliando a incorporação da vacina contra o HPV ao seu calendário de
imunização. O controle do câncer é considerado prioridade. Há dúvidas sobre a
vacina, como a duração da imunidade, o seu uso em imunodeprimidos
e gestantes e a necessidade de vacinação de reforço.
Professor da
Maternidade-Escola da UFRJ e coordenador do programa Papo Cabeça, Leonídio Pereira alerta que as DSTS
estão relacionadas à multiplicidade de parceiros e ao não uso de PRESERVATIVOS,
principalmente quando a CAMISINHA é preterida em favor do anticoncepcional
hormonal. Já a gravidez precoce é menos frequente na
classe média: - A família de classe média compra a PÍLULA e paga o aborto. Essa
jovem não entra para as estatísticas, mas o adolescente de classe média transa tanto quanto o de classe baixa.
O médico revela, ainda, que
o aumento do consumo de álcool pela mulher contribui para um comportamento
sexual de risco: - Há festas em que a bebida é de graça e a entrada para a
mulher é livre.
Quando os homens chegam, as
mulheres já estão alteradas pelo álcool.
A gravidez de Ângela
Aguiar, então com 15 anos, não foi planejada. Ela conta que foi difícil contar
a notícia para a família, mas que depois todos acabaram se acostumando com a ideia.
Aos 16 anos, mãe da
Carolina, Ângela parou de estudar, mas espera poder voltar para a escola e ser
médica.
- Meu medo maior era que
ela engravidasse. Para mim, foi um choque - diz a mãe da jovem, Ângela Maria
Aguiar, que cuidará da filha e da neta.
A gravidez de Luana, de 17
anos, foi descoberta pela mãe, Taísa Lima Santos, que
suspeitou do atraso da menstruação da filha: - É desesperador descobrir que sua
filha está grávida. Parece que você leva um tapa na
cara, perde o chão, dá um vazio, mas fazer o quê? Sempre conversei, dei total
liberdade. Poxa, ela é bem informada, estuda, frequenta
o colégio, tem curso, tem as amigas, tem televisão. Hoje em dia, não tem
desculpa. Tanta coisa, tantos métodos, como isso acontece? Vem a sensação de
fracasso.
Será que, se eu tivesse
sido tirana, o resultado seria outro? - pergunta Taísa.
Luana, por sua vez, diz que
assumirá a responsabilidade, mas ainda não sabe quando voltará a estudar, nem
se conseguirá entrar este ano em alguma faculdade: - Se foi maduro para fazer,
tem que ser para criar.Tínhamos informações, demos
mole, bobeamos.
Mandou bem
Enquanto muita gente usa a
internet para disseminar a pornografia, há quem lance mão da rede para a
conscientização. É o caso das mais de oito mil meninas integrantes da
comunidade "Mães adolescentes - Gravidez", no site de relacionamentos
Orkut.
Na MAG, como é conhecida,
jovens que engravidaram precocemente compartilham suas
experiências, dão conselhos e tiram dúvidas das mamães de primeira viagem. A
carioca Ingrid Amorim, de 18 anos, mãe de Kauã, de 1, é uma das participantes.
- A comunidade não
incentiva as adolescentes a serem mães, mas apoia as
que já estão grávidas.
Sempre digo às meninas que
aparecem por lá querendo engravidar cedo que é melhor planejar a gravidez para
depois que já estiverem formadas e com condições de sustentar seu filho - conta
Ingrid, que engravidou aos 16 anos por um descuido na interrupção da PÍLULA e
agora faz um curso supletivo para terminar o ensino médio.
O debate sobre os percalços
da gravidez precoce não é só virtual. No mês passado, integrantes da MAG
participaram de um encontro no Norte Shopping.
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02/NOVEMBRO/09 |
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Fundador do evento diz que
valor chegará a R$ 800 mil; Paes anuncia coordenadoria pró-direitos dos
homossexuais
Daniel Brunet, Isabela
Bastos e Rafael Galdo
Copatrocinadora da
14ª Parada do Orgulho LGBT, realizada ontem em Copacabana, a prefeitura
aumentará a verba dos R$ 100 mil deste ano para R$ 800 mil, em 2010. O valor
foi revelado por um dos fundadores da parada, Cláudio Nascimento,
superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria
estadual de Assistência Social e Direitos Humanos. A quantia não foi confirmada
pelo prefeito Eduardo Paes, que, na abertura da festa, prometeu criar uma
coordenadoria, ligada a seu gabinete, para desenvolver políticas de defesa dos
direitos dos homossexuais.
Alegando compromissos, Paes
- que esteve na Avenida Atlântica acompanhado da mulher, Cristine
Paes - não ficou para acompanhar o desfile, que, segundo os organizadores,
reuniu 2,5 milhões de pessoas, apesar da chuva. A PM não divulgou estimativa de
público.
Às 15h, após o tradicional
"beijaço" que dá início à festa, 18 trios
elétricos começaram a arrastar a multidão do Posto 6
ao Posto 2. Ao som de música pop e eletrônica, os carros levavam personalidades
do mundo gay, políticos e ativistas. O governador Sérgio Cabral e o ministro do
Meio Ambiente, Carlos Minc, acompanharam o desfile.
Mais uma vez, a
irreverência dos personagens fantasiados marcou a festa. Quem não seguia os
trios aplaudia a passagem de transformistas - transfigurados em celebridades
como Madonna ou em super-heróis como Batman e o Super-Homem, em versão gay.
Como em outros anos, famílias inteiras acompanharam a manifestação pela
diversidade sexual.
A organização do evento
instalou quatro tendas na orla para desenvolver uma ação de prevenção a doenças
sexualmente transmissíveis. Com o acompanhamento de fiscais do Guinness World of Records, a intenção era fazer a maior distribuição de
PRESERVATIVOS da história: 500 mil unidades.
Segundo o vice-presidente
do Grupo ArcoIacute;ris,
Almir França, foram investidos R$ 1,5 milhão na parada e em atividades
culturais paralelas. O montante foi captado junto à iniciativa privada e aos
governos federal, estadual e municipal
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Congresso Mundial será
realizado na cidade em 2010
O canal de TV Logo, ligado
à MTV e voltado para o público LGBT, anuncia hoje o vencedor do concurso de
Melhor Destino Turístico Gay do mundo. O Rio compete com Barcelona, Buenos
Aires, Londres, Montreal e Sydney. O anúncio será na 10aConferência
de Turismo Gay e Lésbico, em Boston (EUA).
Citando como fonte uma
pesquisa que teria sido feita pela Fundação Getúlio Vargas, Cláudio Nascimento
disse que a parada gay de 2008 atraiu R$ 45 milhões em divisas para a economia
do município, somente no dia da festa, descontando os gastos com hospedagem: -
É fundamental ter o prefeito aqui reconhecendo a parada e a pauta dos diretos
homossexuais como parte da agenda pública.
Qualquer apoio do poder
público à festa não é a fundo perdido, é investimento.
Ano que vem será realizado
no Rio o Congresso Mundial de Gays, Lésbicas e Travestis.
O evento reunirá cinco mil
representantes de organizações LGBT do mundo todo.
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Estudo indica que público
gasta o dobro da média de visitantes
A cidade que celebrou ontem
a diversidade sexual assiste a um aumento do poder econômico do público LGBT.
Dos três milhões de turistas que visitam o Rio anualmente, 25% integram
minorias sexuais, como aponta estudo dos professores Bayard Boiteux
e Mauricio Werner, da UniverCidade
e da Planet Work, adiantado ontem pela Coluna Gente
Boa. Um grupo que gasta o dobro do visitante convencional,
Os bairros de Ipanema e da
Lapa são os atrativos favoritos, seguidos dos principais pontos turísticos
cariocas, como o Corcovado e o Pão de Açúcar: - Eles vêm em busca das belezas
da cidade e por sentirem bem aqui. A principal reclamação é quanto à falta de
centros de informações turísticas específicos para o segmento.
O pesquisador ressalta que
a necessidade de melhorar a estrutura de atendimento ao turista LGBT se torna
fundamental ao se levar em conta que 65% deles viajam sozinho, e 80%, por conta
própria.
O prefeito Eduardo Paes
prometeu investir no turismo gay: - Desafiei o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o governador Cabral ao governador José Serra de
que vamos fazer em 2010 uma parada gay maior do que a deles. Economicamente, o
turismo gay é importante, e vamos investir pesado
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02/NOVEMBRO/09 |
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Brasil pedia dinheiro para
ações de prevenção; [br]relatório
diz que projetos têm problemas técnicos
Lígia Formenti,
BRASÍLIA
O Fundo Global de Combate à
AIDS, Tuberculose e Malária recusou financiar
dois projetos brasileiros sob a alegação de que as propostas eram
inconsistentes e recheadas de problemas técnicos. Versão do relatório preparado
pela equipe de avaliação, a qual o Estado teve acesso, afirma que o projeto
brasileiro para a área de AIDS apresenta
sugestões sem indicadores e objetivos. E, quando indicadores são descritos,
eles são inapropriados ou vagos.
O relatório sobre projeto
de tuberculose tem tom semelhante. A equipe considerou que as propostas têm
lógica confusa, números inconsistentes e nem mesmo a população vulnerável é
definida. Juntos, os dois projetos pleiteavam 90 milhões. Essa é a segunda vez
que o País concorre a recursos do fundo.
O resultado dos pedidos de
financiamento provocou mal-estar no governo e chamou a atenção da comunidade
internacional. Além de haver exercido um papel fundamental para a criação do
fundo, o Brasil se destacou nos últimos anos pela assessoria a países na
preparação de projetos ao Fundo Global. Some-se a isso o fato de que os dois
projetos já tinham sido rejeitados no ano passado. As propostas brasileiras
foram classificadas numa categoria em que não são aprovadas, mas técnicos
encorajam o País a fazer reparos para reapresentá-las.
Para alguns observadores, a
rejeição retrata a decadência da qualidade técnica, sobretudo na área de AIDS, em que o Brasil sempre exerceu papel de liderança. A
coordenadora do Departamento de DST-AIDS e Hepatites Virais, Mariângela Simão, no entanto,
garante que o resultado está relacionado a questões econômicas e estratégicas.
"Há uma clara preferência para destinar recursos a projetos procedentes de
países de renda baixa", diz. O fato de o Brasil agora ser considerado como
renda média alta teria provocado uma maior resistência dos examinadores. Isso
não prejudicou México e Colômbia, países também classificados como renda média,
que tiveram projetos aprovados.
O projeto para AIDS previa investimentos na infraestrutura
e capacidade técnica das ONGs para que elas ampliassem seu trabalho de
prevenção com populações de risco. A sociedade civil também auxiliaria no
acompanhamento, avaliação e realização de pesquisas relacionadas ao
comportamento social e à doença. O projeto de tuberculose sugeria ações para
melhorar diagnóstico, estudos sobre resistência aos antibióticos e parcerias
com sociedade civil para trabalhos de prevenção. O Brasil apresentou uma
proposta também para malária, que foi aceita.
Só na próxima semana, em
reunião do conselho do fundo, na Etiópia, o destino dos projetos será
oficialmente divulgado. Mas, com a informação extraoficial
de que o País foi novamente classificado numa categoria ruim, a equipe
brasileira já prepara um recurso. Mariângela enviou ao fundo um pedido de
esclarecimentos sobre como fazer uma reconsideração.
DIFICULDADES
Paulo Teixeira, um dos
idealizadores do fundo, ex-coordenador do programa de AIDS
brasileiro e que acompanhou a reapresentação do projeto, está convicto de que o
resultado está ligado à dificuldade de compreensão da realidade brasileira.
Para ele, especialistas não entendem bem o Sistema Único de Saúde (SUS) e o
trabalho de colaboração com ONGs da área de AIDS.
Uma justificativa que
alguns observadores consideram pouco plausível. "Se fosse assim, por que a
proposta de malária foi aceita?", afirma um dos críticos da proposta
brasileira, que não quis ter seu nome divulgado. Ele diz que técnicos do fundo
estão familiarizados com a análise de políticas distintas de saúde, pois os
projetos vêm de todas as partes do mundo. "Por que só o SUS não seria
entendido?"
"O Brasil foi vítima
da sua ousadia", diz Teixeira. O mesmo ocorre com o projeto de
tuberculose, que requisita recursos para trabalhos com
resistência a medicamentos, testes laboratoriais, algo que exige mais
tecnologia.
"Há ainda uma opção
por trabalhos que atenderiam emergência, o básico. Mas é preciso que o fundo
perceba que já é hora de mesclar as estratégias. Em muitos casos, a prevenção,
a garantia de bom tratamento vai além do arroz com feijão."
O FUNDO GLOBAL
Criação: 2002
Sede: Genebra
Formação: Países do G-8 e
sociedades privadas que captam recursos e distribuem para projetos nas áreas de
malária, AIDS e tuberculose
Programas aprovados: 572
Países contemplados: 140
Recursos aprovados: US$
15,6 bilhões
Relevância: 1/4 do
financiamento global da AIDS é feito pelo
fundo, em tuberculose são 2/3 e em malária, 3/4
Análise: Projetos recebem 4 classificações: aprovação recomendada sem alterações;
aprovação recomendada, desde que ajustes sejam realizados; não é recomendada a
aprovação e autores são incentivados a fazer mudanças e projeto rejeitado
Proposta brasileira para AIDS: 57.157.477
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O ESTADO DE S.PAULO-SP
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METRÓPOLE |
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02/NOVEMBRO/09 |
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A 14.ª Parada Gay levou 200
mil pessoas à orla de Copacabana, no Rio, ontem. O ministro do Meio Ambiente,
Carlos Minc, criticou os governadores do Paraná,
Roberto Requião, e de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli,
por declarações recentes contra gays.
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METROPOLE |
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02/NOVEMBRO/09 |
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Para psiquiatra do Rio,
profissionais têm de assumir responsabilidade com dependentes [br]na luta contra as drogas
Luciana Nunes Leal, RIO
Entrevista
Jorge Antonio Jaber Filho: diretor científico da Associação Brasileira de
Alcoolismo e Drogas
Quem é:
Jorge Jaber
Diretor-geral da
Clínica Jorge Jaber, do Rio, que tem consultório no
Leblon e unidade de atendimento comunitário na Barra
Psiquiatra com experiência
de tratamento a dependentes químicos de baixa e alta renda
Pós-graduado
Quando Jorge Antonio Jaber Filho optou por psiquiatria, no 3º ano de Medicina,
no início dos anos 70, não se ouvia falar em crack no
Brasil, muito menos no Rio de Janeiro. Trinta e cinco anos depois, o consumo
dessa droga se espalha sem controle pelo País. Há oito dias, o assassinato da
estudante Bárbara Calazans, de 18 anos, estrangulada pelo amigo Bruno Melo, de
26, dependente de crack, abriu os olhos de quem não
conhecia, ou não queria ver, outro fenômeno: o crack
é cada vez mais usado na classe média.
Estudioso de dependência
química e responsável pelo tratamento de dependentes de todas as classes
sociais, Jorge Jaber, de 57 anos, viu explodir o
número de pacientes usuários de crack que recebe em
sua clínica particular, nos últimos quatro anos. Na câmara comunitária, onde
atende jovens pobres, há crianças de 10 anos dependentes das pedras feitas de
cocaína misturadas a uma série de substâncias tóxicas e impuras. "É uma
aberração", diz o diretor científico da Associação Brasileira de
Alcoolismo e Drogas (Abrad).
Jaber é
precursor da internação involuntária no País. "O médico tem de assumir sua
responsabilidade."
Um dos temas discutidos na
última semana foi a internação involuntária dos
dependentes. Por que o senhor é defensor do recurso?
É preciso muito cuidado ao
afirmar que não existe internação involuntária. É possível internar e a
internação involuntária é feita com muito mais frequência
do que se imagina.
Mesmo na rede pública?
Na rede pública, nós temos
uma dificuldade grande. A política nacional antidrogas visa à repressão ao uso
e à prevenção. As ações de prevenção estão voltadas para redução de danos, o
que se aplica muito ao dependente de droga injetável, para evitar que a pessoa
adquira HIV. Então é muito difícil conseguir internar uma pessoa dependente
química na rede pública.
E na rede particular, o que
fazer se o dependente químico resiste à internação?
A família pode viabilizar
pelo caminho médico-judicial. A internação do paciente deve ser um ato médico.
Qualquer doente, em qualquer situação, o médico tem de assumir a
responsabilidade. É preciso que esteja com um sintoma grave. Não posso pegar um
dependente químico que está bebendo ali na esquina ou fumando um baseado na
praia e simplesmente interná-lo.
Como é o procedimento para
a internação involuntária?
O paciente chega com algum
descontrole e eu tenho de atestar que ele precisa ser internado. Produzo o
documento, um relatório - geralmente o advogado da família é quem solicita. Ele
leva a um juiz. E percebi que há uma variação entre os advogados: alguns
conhecem bem, outros se enrolam, porque a internação involuntária é um assunto
novo.
Os internados contra a
vontade tendem a aceitar com o tempo?
Em outras doenças, você
interna e ele fica internado. O dependente químico fica de três a cinco dias,
oito a dez dias no caso do crack. Ele come muito,
dorme muito, não presta a menor atenção no tratamento ainda. Ele chega e diz
"quero ir embora".
Acha que está curado?
E passou dois, três anos
arrasado. Aí acha que está legal. Alguém diz: "Mas você vai recair".
Ele diz: "Não, que nada! Agora vou parar, doutor,
juro que eu vou parar!" Eu digo: "mas você não está treinado
ainda." O paciente tem de se submeter ao tratamento, não tem jeito. Tive
pacientes facínoras, bandidos, que davam medo na gente, e mudaram. Internados
involuntariamente que depois pediram para ser voluntários.
Em quanto tempo a pessoa
fica dependente do crack?
Em uma semana. É impressionante.
Dependência física caracterizada, primeiro, pela necessidade de aumentar a
quantidade da substância para atingir o mesmo objetivo. Chama-se tolerância.
Segundo, pela necessidade de usar a substância para cessar o mal estar.
Chama-se abstinência.
Por que o crack provoca esse efeito tão devastador?
Crack é
cocaína, em uma apresentação mais deteriorada. Tem mais restos de outras
moléculas e outros alcaloides. Além disso, é fumado,
não é cheirado. Traqueia, brônquio e pulmão são
tecidos nobres. E são agredidos por uma droga de pior composição, mais tóxica
que a cocaína.
O crack
provoca surto a ponto de o usuário perder a noção do que faz? O que é surtar?
É surgimento de um processo
psicótico. A pessoa vê imagens, ouve vozes, às vezes
as vozes mandam matar. O comportamento é estabelecido por uma cadeia de
neurônios. Por isso, há uma forte evidência de que as religiões atuem, porque
começam a treinar uma nova memória, de que algo grandioso pode acontecer e
mudar minha vida.
Que caminho o senhor vê
para reduzir o consumo do crack?
Repressão. Não sou
especialista, mas tenho lido revistas científicas que demonstram que há uma
eficiência na repressão à venda do produto. Também é fundamental um processo
educacional de prevenção maciça.
O senhor é a favor da
descriminação das drogas?
Sou favorável à
descriminação. Acho um absurdo o usuário e dependente ir preso. Mas, neste
momento, sou radicalmente contra a liberação. Não temos um sistema de saúde
preparado para a enormidade de doentes que surgirão.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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JORNAL DO BRASIL-RJ
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02/NOVEMBRO/09 |
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Prefeito Eduardo Paes tem planos
de transformar a parada do Rio em maior do país
Thaila
Frade
Sob forte chuva, a 14ª
edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), organizada ontem pelo Grupo ArcoIacute;ris de Cidadania LGBT,
na praia de Copacabana, reuniu uma multidão. Os organizadores divulgaram que 1,2 milhão de pessoas compareceram à orla, mas de acordo com
cálculos da Polícia Militar, apenas 200 mil estiveram presente na parada.
Ainda na concentração, o
prefeito Eduardo Paes anunciou a criação de uma coordenadoria, ligada
diretamente ao seu gabinete, para desenvolver projetos e ações voltados para a
comunidade LGBT. De acordo com o prefeito, a nova equipe será criada a partir
de reuniões com representantes do movimento.
Acompanhado da secretária
municipal de cultura, Jandira Feghali, o prefeito
planeja ainda que para 2010, o volume de investimentos em iniciativas que
incentivem a superação dos preconceitos, aumente. De acordo com Paes, esses
investimentos inclusive refletirão na própria manifestação que, segundo ele,
"vai ficar muito maior que a de São Paulo". Este ano, o grupo ArcoIacute;ris contou com uma
verba de R$ 100 mil, podendo passar para R$ 800 mil, em 2010.
- O Rio é o lugar mais
aberto do Brasil, é um lugar que tem a marca do não preconceito - afirmou Paes.
Pequeno atraso Com um pouco
de atraso por causa da chuva, a parada foi aberta pelos discursos políticos que
lembraram o tema deste ano, "Pelo direito de viver e amar
livremente".
O grupo pedia apoio da
população para a aprovação do Projeto de Lei Completar 122/2006, em tramitação no Senado, que torna crime atos considerados homofóbicos.
- A Parada é ocupação de
espaço público por nossa comunidade. É como imaginamos vivenciar nosso direito
de amar livremente à luz do dia - afirmou a presidente do Grupo ArcoIacute;ris, Gilza Rodrigues.
No primeiro carro da parada
estava o governador Sérgio Cabral, que, em breve discurso, lembrou dos direitos
sociais e previdenciários garantidos aos homossexuais no Rio.
- Não há nada mais nojento
do que o preconceito. Qual é o problema de um homem gostar de outro homem? É a
opção sexual de cada um. Isso é tão atrasado, tão medieval. Eu lamento que haja
político atrasado - disse Cabral durante a passeata.
Convidada para ser a
madrinha da parada deste ano, a atriz Letícia Spiller, também pregou a
liberdade.
- Temos que romper o
preconceito.
Somos livres para amar quem
quisermos - lembrou.
Com o hino nacional
interpretado pela transformista Jane Di Castro, a festa contou com 16 trios que
embalaram famílias, casais heterossexuais e homossexuais.
- Tenho 74 anos e trouxe
minhas filhas, netos e bisnetos. Antigamente era um preconceito velado -
analisava a aposentada Claudinea Freitas.
Já o estilista Carlos Tufvesson, que há 15 anos mora junto com seu companheiro, o
arquiteto André Piva, não esqueceu da militância que a
manifestação ressalta.
- Vejo a parada como
manifesto e não evento. Há 40 anos lutamos por direitos que são nossos -
avaliou Tufvesson.
Evento foi palco de
diversas ações de orientação
Muito além dos trios e dos
discursos anti-homofóbicos, a 14ª Parada do Orgulho
LGBT foi palco das mais diferentes ações para alguns participantes. Dentro da
programação oficial, um mês inteiro de atividades culturais, seminários,
debates se espalharam na cidade.
- Demos todo o apoio para
que a programação fosse realizada. Há uma grande demanda de programas para o
público HOMOSSEXUAL - lembrou a secretária municipal de cultura, Jandira Feghali Pela segunda vez, o grupo organizador da parada
realizou ação com quatro tendas de serviços e informações. Houve também
vacinação contra HEPATITE B.
- Hoje qualquer cidadão
LGBT tem direito a vacina gratuitamente.
No Brasil, mais de dois
milhões de pessoas são portadoras e até desconhecem disso - informa a
coordenadora do programa de vacinação, Andreya Aires.
Perfil Foi divulgado ontem
pelos professores Bayard Boiteux e Mauricio Werner,da UniverCidade e Planet Work, com apoio da Fundação Cesgranrio,
uma pesquisa sobre o público gay brasileiro. Segundo o estudo, 25% dos 3 milhões de turistas internacionais que vem anualmente ao
Rio pertencem ao segmento GLS. Eles ficam em média cinco dias no Rio e gastam
por dia o dobro de um turista convencional.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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CORREIO BRAZILIENSE-DF
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02/NOVEMBRO/09 |
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Os organizadores esperavam
reunir 1,5 milhão de pessoas, mas segundo cálculos da
Polícia Militar, 200 mil acompanharam a 14ª Parada de Orgulho das Lésbicas,
Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT ) no Rio de Janeiro. A passeata é o terceiro
maior evento do calendário de festas da cidade, atrás apenas do ano-novo e do
carnaval. Nesta edição, o tema foi Eu tenho direito de
viver e amar livremente, senão é homofobia. As principais
bandeira do grupo são a criminalização da homofobia, por meio de projeto
de lei que tramita no Senado e a permissão para o casamento gay. Madrinha da
parada gay deste ano, a atriz Letícia Spiller criticou o fato de algumas
cidades como Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, proibirem a realização da
parada. Segundo Cláudio Nascimento, fundador do Grupo Arco-Íris e
superintendente de promoção dos direitos LGBT do governo estadual do Rio, o
estado pediu ao Ministério Público que proponha uma ação civil pública contra a
proibição da parada gay em Caxias.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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AMAZÔNIA HOEJ-PA
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02/NOVEMBRO/09 |
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Caminhada da escadinha do
cais do porto até o Teatro da Paz marcou abertura de festa da Consciência Negra
Uma caminhada da escadinha
do cais do porto, na Estação das Docas, até o Teatro da Paz marcou ontem a
abertura do mês da Consciência Negra em Belém.
Entidades e movimentos
sociais de luta pela igualdade racial, de GLBT e de cultos afros reuniram
membros e simpatizantes em um protesto simbólico. Antes da caminhada, ialorixás, babalorixás e outros
sacerdotes e sacerdotisas da umbanda e do candomblé saudaram os orixás com
oferendas, despachadas nas águas da baía do Guajará.
Maria Kuiza
Nunes, coordenadora do Centro de Defesa do Negro no Pará (Cedenpa),
informou que haverá uma série de atividades e eventos programadas
para o mês de novembro, até o dia 20, quando se comemora o Dia Nacional
da Consciência Negra. A data é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na
sociedade brasileira.
Segundo ela, o dia foi
escolhido por ser a data da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da
Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à
escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos
para o solo brasileiro em 1594. "Nós somos as maiores vítimas do racismo
institucional. Temos os menores salários, o menor índice de alfabetização. Por
isso estamos fazendo essa caminhada, para exigir respeito", disse.
Segundo o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os negros correspondem a 5% da
população do País. Os chamados "pardos", no entanto, que são mestiços
de negros com europeus ou índios, chegam a um número
próximo da metade da população.
Entre a população negra
jovem (especificamente no segmento entre 15 e 17 anos), 36,3% cursaram ou
cursam o ensino médio; entre os brancos, a parcela é de 60%. Entre aqueles que
têm até 24 anos, 57,2% dos brancos haviam atingido o ensino superior, contra
apenas 18,4% dos negros. O rendimento médio da população branca no Brasil é de
R$ 812,00; já a dos negros é de R$ 409,00. Entre a parcela de 1% dos mais ricos
do país, 86% são brancos.
Luiza Nunes também destacou
que os eventos serão realizados em parceria entre os movimentos sociais em
defesa do negro e a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, através do Núcleo
de Promoção das Igualdades Raciais.
O Dia da Consciência Negra
é celebrado desde 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos.
Até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio,
Abolição da Escravatura - comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar
muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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DIÁRIO DO PARÁ-PA
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02/NOVEMBRO/09 |
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A chuva afastou o público
hoje na 14ª Parada de Orgulho das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT
Rio), na orla de Copacabana. Os organizadores esperavam reunir 1,5 milhão de pessoas, mas segundo cálculos da Polícia
Militar, apenas 200 mil acompanharam a Parada Gay, que é o terceiro maior
evento do calendário de festas da cidade, atrás apenas do Réveillon e do Carnaval.
Este ano, o tema da Parada foi "Eu tenho direito de viver e amar
livremente, senão é homofobia".
Segundo a presidente do
Grupo Arco-Íris, que organiza a parada, Gilza
Rodrigues, a principal bandeira de luta continua sendo a criminalização da
homofobia, por meio do projeto de lei complementar 122/06, que ainda tramita no
Senado. "Precisamos viver nosso direito de amar livremente à luz do dia,
sem sermos discriminados por isso", disse ela. O casamento gay também é
uma reivindicação do grupo.
Madrinha da Parada Gay
deste ano, a atriz Letícia Spiller criticou o fato de algumas cidades como
Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, proibirem a realização da Parada Gay.
"É um absurdo, uma regressão em termos sociais. Temos que dar um passo à
frente na vida. Todo mundo é livre para amar e expressar sua sexualidade como
quiser", disse ela. Segundo Cláudio Nascimento, fundador do Grupo
Arco-Íris e superintendente de promoção dos direitos LGBT do governo estadual
do Rio, o Estado pediu ao Ministério Público que proponha uma ação civil
pública contra a proibição da Parada Gay em Caxias. (AE)
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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DIÁRIO DO PARÁ-PA
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BRASIL |
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02/NOVEMBRO/09 |
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Na abertura da Parada Gay
do Rio, hoje (01), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc,
criticou os governadores do Paraná, Roberto Requião, e do Mato Grosso do Sul,
André Puccinelli, por declarações contra
homossexuais. "Quero mandar um recado para o governador do Paraná. Senhor
governador, preconceito é que dá câncer. Faz mal à saúde e pode matar",
disse Minc. O ministro acrescentou: "Outro
governador ficou chateado comigo porque eu queria defender o Pantanal e disse
que ia me violentar. É uma cabeça troglodita de quem pensa como se estivesse na
época da Inquisição." Na semana passada, Requião relacionou o aumento do
câncer de mama em homens à presença deles em paradas gays. No fim de setembro, Puccinelli disse que tinha vontade de estuprar Minc e chamou o ministro de "veado" e
"maconheiro". Segundo os organizadores, a Parada Gay do Rio, que
começou às 15h30, reúne 1,5 milhão de pessoas na Praia
de Copacabana, apesar da chuva. O governador Sérgio Cabral, acompanhado da
mulher, Adriana Ancelmo, abriu a parada dizendo que
não se pode mais tolerar preconceitos contra os homossexuais. "Homem
público tem que ter coragem de tomar posição, defender os direitos civis e
mostrar que o Brasil é civilizado", disse o governador. O prefeito Eduardo
Paes não participou da abertura da Parada Gay, mas esteve mais cedo no hotel
onde estavam concentrados os organizadores. Paes anunciou cinco medidas
favoráveis ao movimento gay, entre as quais a criação de uma coordenadoria LGBT
(Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), subordinada ao gabinete
do prefeito, e o apoio da prefeitura ao congresso mundial LGBT que será
realizado em outubro do ano que vem, no Rio.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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O IMPARCIAL-MA
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BRASIL |
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02/NOVEMBRO/09 |
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O coordenador de Direitos
Individuais e Difusos do governo do Rio, Claudio Nascimento, criticou neste
domingo (1/11) algumas manifestações recentes de políticos e afirmou que são
atitudes como essas que incentivam a violência contra homossexuais.
Fundador da Parada do
Orgulho Gay do Rio de Janeiro, que neste ano completa 14 anos, Nascimento
lembrou afirmação recente do governador do Paraná, Roberto Requião, que dias
atrás relacionou a incidência de câncer de mama nos homens ao aumento dos
movimentos gay.
Ele também lembrou das declarações do governador do Mato Grosso do Sul,
André Puccinelli, que desqualificou o ministro do
Meio Ambiente, Carlos Minc; e do prefeito de Duque de
Caxias, na Baixada Fluminense, José Camilo Zito, que
proibiu a realização da Parada do Orgulho Gay no município.
"Posturas como a dos
governadores Requião e Puccinelli e do [prefeito] Zito não só ajudam a firmar a intolerência,
como são a mão que empurra o punhal no coração dos
homossexuais".
A 14ª Parada do Orgulho Gay
reúne milhares de pessoas na Praia de Copacabana. Participam da manifestação o
governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, e o ministro do Meio
Ambiente, Carlos Minc.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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A TARDE ON LINE-BA
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BRASIL |
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02/NOVEMBRO/09 |
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A chuva afastou o público
hoje na 14ª Parada de Orgulho das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT
Rio), na orla de Copacabana. Os organizadores esperavam reunir 1,5 milhão de pessoas, mas segundo cálculos da Polícia
Militar, apenas 200 mil acompanharam a Parada Gay, que é o terceiro maior
evento do calendário de festas da cidade, atrás apenas do Réveillon e do
Carnaval. Este ano, o tema da Parada foi "Eu tenho direito de viver e amar
livremente, senão é homofobia".
Segundo a presidente do
Grupo Arco-Íris, que organiza a parada, Gilza
Rodrigues, a principal bandeira de luta continua sendo a criminalização da
homofobia, por meio do projeto de lei complementar 122/06, que ainda tramita no
Senado. "Precisamos viver nosso direito de amar livremente à luz do dia,
sem sermos discriminados por isso", disse ela. O casamento gay também é
uma reivindicação do grupo.
Madrinha da Parada Gay
deste ano, a atriz Letícia Spiller criticou o fato de algumas cidades como
Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, proibirem a realização da Parada Gay.
"É um absurdo, uma regressão em termos sociais. Temos que dar um passo à
frente na vida. Todo mundo é livre para amar e expressar sua sexualidade como
quiser", disse ela. Segundo Cláudio Nascimento, fundador do Grupo
Arco-Íris e superintendente de promoção dos direitos LGBT do governo estadual
do Rio, o Estado pediu ao Ministério Público que proponha uma ação civil pública
contra a proibição da Parada Gay em Caxias.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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CORREIO DA BAHIA ONLINE-BA
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BRASIL |
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02/NOVEMBRO/09 |
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Redação CORREIO | Fotos:
Carolina Lauriano / G1
Apesar da chuva, a 14ª
Parada do Orgulho Gay já reúne o público no Posto 6 da
Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, neste domingo (1º). Os trios elétricos
que vão animar o público já estão enfileirados entre os postos 6 e 5 da orla.
Carlos chegou neste domingo
ao Rio para a Parada Gay
O paulista Carlos da Silva,
de 54 anos, que chegou ao Rio neste domingo, contou que esta é a terceira vez
que participa da Parada Gay carioca. Ele veio de ônibus, com mais de cem outros
paulistas.
Quem vai animar os
participantes são as percussionistas do bloco Fina Batucada. O início do
desfile, que terá o percurso até o Posto 2, no Leme,
está marcardo para começar às 15h. O TRAVESTI Babalu, também de São Paulo, disse que esta é sua primeira
vez no Rio e que espera curtir muito a festa na orla.
O TRAVESTI paulista Babalu espera curtir a cidade
Esta é a 8a Parada Gay que
o carioca Silvio Pereira, de 41 anos, participa. Para ele, a chuva só atrapalha
quem vem assistir. Quem vem participar da festa se diverte de qualquer maneira.
"Os gays não deixam de vir por conta da chuva".
Esta edição traz a
participação de uma "comissão de frente" com oito acrobatas circenses
que se apresentam com o primeiro trio oficial da Parada LGBT. A performance, dirigida pelo carnavalesco Milton Cunha,
representa, segundo ele, uma visão de futuro de uma sociedade civilizada, e
sobretudo, não-homofóbica.
Silvio Pereira, de 41 anos,
se prepara para a festa em Copacabana
A Parada Gay é considerada
o terceiro maior evento oficial da cidade, depois do réveillon e do carnaval,
segundos dados da Riotur. O lema deste ano é
"Pelo direito de viver e amar livremente. Diga não à homofobia!".
Eles lutam pela criminalização da homofobia, através da aprovação do PLC
122/06, que ainda tramita no Senado Federal.
Ação Orgulho, Saúde,
Cidadania e Direitos Humanos
Durante a Parada acontece a 2ª Ação Orgulho, Saúde, Cidadania e Direitos Humanos.
Ao longo da orla de Copacabana , quatro tendas de
serviços e informações foram montados para a população em geral, além de ações
e intervenções culturais.
Serão distribuídos 500 mil
PRESERVATIVOS, lubrificantes e folhetos informativos, como incentivo à
prevenção das DSTS, AIDS e
hepatites virais. Além disso, em duas tendas é feita vacinação gratuita contra
HEPATITE B. A intenção é aplicar cerca de cinco mil doses de vacina contra a
doença, cedidas pela Secretaria estadual de Saúde do Rio de Janeiro.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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MSN NOTÍCIAS
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02/NOVEMBRO/09 |
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FamosiClone: com qual famoso você se
parece?
A cantora Joss Stone fez uma apresentação em uma festa da instituição
de caridade de Bill Clinton, na Inglaterra.
Ela chamou atenção pelo
figurino, que ressaltou a beleza natural dela, bem diferente do que costumava
usar em outros momentos. Joss chegou a tingir o
cabelo de roxo, além de vestir roupas chamativas e usar sapatos de cores
diferentes em festas de gala.
Segundo o "Daily Mail", Clinton se
impressionou com apresentação, sorriu e aplaudiu a cantora. Ele tem um projeto
que visa alertar a nova geração sobre questões ambientais, o vírus da AIDS e economia mundial.
Joss já
foi eleita como uma das jovens mais ricas do mundo e contribui em instituições
de caridade pelo mundo afora. Ela volta ao Brasil neste mês, para apresentações
no Rio de Janeiro (21) e
Acompanhe as novidades do Famosidades no Twitter:
http://twitter.com/Famosidades
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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O GLOBO ONLINE
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CIDADES |
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02/NOVEMBRO/09 |
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O evento objetiva
aprofundar a reflexão sobre a epidemia para subsidiar a construção das
estratégias políticas do movimento de mulheres
Da Redação do
pe360graus.com
A epidemia da AIDS é tema do próximo seminário nacional organizado pelo
SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia. O encontro ocorre nos dias 4
e 5 de novembro, no Hotel Western Manibu,
Boa Viagem, zona sul do Recife.
O Seminário objetiva
aprofundar a reflexão sobre a epidemia para subsidiar a construção das
estratégias políticas do movimento de mulheres. O evento conta com a parceria
do Grupo Curumim, Grupo Cunhã e do Coletivo
Leila Diniz, além do apoio do Departamento Nacional de DST/AIDS do Ministério da
Saúde. O
Confira a Programação do
Evento
4 de
novembro
9h30 - Mesa Mulheres E AIDS - Questões para o Feminismo
10h50 intervalo
11h20 Debate
12h30 Intervalo para almoço
14h - Mesa Panorama da
Política Internacional e Nacional de AIDS no Enfrentamento
a Feminização da Epidemia / Panorama internacional e Implementação da Política de Prevenção e Assistência para as
Mulheres
15h45 intervalo
16h debate
17h encerramento
5 de
novembro
9h - Mesa Lutas Feministas
no Campo da AIDS
14h - Mesa Desafios da Ação
Feminista Frente a Epidemia da AIDS
15h45 Intervalo
16h Debate
17h encerramento
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS
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GERAIS |
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02/NOVEMBRO/09 |
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A pesquisadora traçou uma
retrospectiva dos protocolos em andamento na comunidade científica internacional
para elaboração de uma vacina. Atualmente, existem mais de 50 protocolos em
curso, mas a maioria ainda no estágio inicial do processo, no qual é verificada
a segurança do protótipo. Um número menor atingiu, ao longo de duas décadas, a
fase dois de estudos, quando é verificado se o produto induz a uma resposta
imune. Apenas três projetos alcançaram a fase seguinte (IIb e III), que consiste em testes de eficácia: um
primeiro na década de 1990 e outro concluído em 2007 (ambos abandonados pela
inconsistência dos dados), além de um último com resultados apresentados
recentemente, em 2009.
Entre as dificuldades
encontradas para produção de uma vacina eficaz, Mariza apontou alguns aspectos.
O primeiro é que o HIV é um retrovírus, capaz de se integrar ao material
genético do hospedeiro, o que impossibilita o uso do vírus atenuado para a
produção de vacina. Outras características são a grande variabilidade e a
capacidade de recombinação do vírus, impedindo o sistema imune de montar uma
resposta. O fato de não existirem pacientes curados também é outra barreira,
pois não permite detectar os agentes de imunidades associados à proteção contra
o vírus.
Em 23 de setembro deste
ano, foi anunciada uma vacina com 30% de eficácia contra o HIV, desenvolvida
numa cooperação entre os governos da Tailândia e dos Estados Unidos. O trabalho
reuniu um total 16 mil pessoas, divididas em dois grupos, para participar de um
protocolo de vacinação com quatro doses. Deste total, foi verificado cerca 30%
de proteção. Os resultados oficiais deste protótipo de vacina foram detalhados
durante a Conferência de Vacinas da AIDS, em Paris.
"É muito difícil
manter um protocolo com grande número pessoas e garantir que todos cumpram todo
o processo de vacinação. Os cálculos de precisão serão realizados somente após
a publicação destes dados e então saberemos qual é a eficácia de fato. Mas esta
pesquisa sinaliza uma vantagem no sentido de que foi a primeira vez que se
mostrou algum nível de eficácia como este ou, pelo menos, uma diferença no
número de infecções entre os indivíduos vacinados e aqueles que receberam
placebo. No entanto, não foi observada nenhuma diferença quanto à carga viral
plasmática nos dois grupos", avaliou Mariza.
A bióloga destaca outro
ponto importante no debate sobre uma vacina anti-HIV: os protocolos em curso
buscam a não evolução da doença no indivíduo infectado, já que uma vacina capaz
de evitar a infecção, que ocorre por diversas vias, ainda é um objetivo
distante de ser alcançado. "Se o indivíduo tem uma resposta imune capaz de
estancar a passagem do vírus para outra célula, isso faz com que o sistema
imune fique pouco comprometido. E com isso não se desenvolveria a doença",
explicou.
Mapeamento dos tipos
brasileiros
O isolamento do HIV tipo 1, na década de 1980, realizado por pesquisadores do IOC,
marcou o ingresso do Brasil no cenário internacional de pesquisa
AIDS no
Brasil
De
Pâmela Pinto
Fonte: Agência Fiocruz de Notícias
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS
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Editoria: |
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GERAIS |
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02/NOVEMBRO/09 |
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A ABRAPA - Associação
Brasileira de Apoio aos Portadores de AIDS, Organização Não
Governamental Sem Fins Lucrativos que presta auxílio a centenas de crianças e
adultos em Jundiaí e região, está coordenando a Campanha "Sorriso De
Esperança", que tem por objetivo principal proporcionar um Natal mais
Feliz e Humano a estas pessoas e para tal esta contando com um time de primeira
linha que estão cedendo seus autógrafos para estampar camisetas que serão
entregues a colaboradores que aderirem a Campanha.
Personalidades que lutam
por um Brasil melhor dentre eles, o Cantor e Apresentado Netinho de Paula, Rick
e Renner, Daniel, Hugo e Tiago, Guilherme e Santiago, Fernando e Sorocaba,
Regis Danese, Inimigos da HP, Juliano Cezar, Zé
Henrique e Gabriel, Franco Levine, Mauricio e Marcelo, dentre outras personalidades
estão se engajando na Campanha.
"A partir do dia 11 de
novembro as pessoas que serão contatadas pela equipe da Abrapa
e colaborarem com o valor de R$30,00 ou mais, receberão uma camiseta onde
estarão estampados os autógrafos dos amigos da Abrapa,
como forma de agradecimento." relata Marcelo Pena, Presidente da
Instituição.
Com os recursos obtidos a
diretoria da Abrapa vai proceder a
compra de cestas básicas e natalinas, roupas e brinquedos para as crianças que
serão entregues durante uma grande confraternização na semana que vai anteceder
as festividades do Natal de 2010.
Para ajudar a ONG com
outros valores, doeções podem ser feitas por meio de
depósito na conta bancária do banco Itaú (agência: 0796 - Conta: 63.623-1).
Fonte: Abrapa
Dica de Entrevista
Jamir
Silva
Jornalista e Relações
Públicas
www.abrapajundiai.org.br
Tel.:(0XX11)
7690-8523
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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ISTO É
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Dia /
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A
SEMANA |
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02/NOVEMBRO/09 |
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A Anvisa autorizou a prescrição do medicamento Tenofovir aos portadores de HEPATITE B. A droga é
atualmente usada para o tratamento da AIDS. A medida é
fruto de uma ação inédita do Ministério da Saúde: diante da demora da empresa
fabricante, a Gilead, em pedir autorização para uso
do remédio no tratamento da hepatite, o próprio Ministério decidiu fazer a
solicitação à Anvisa.
37,5 mil novos casos de
hepatite (de todos os tipos) são registrados anualmente no Brasil. A informação
é do Ministério da Saúde, que considera grave a incidência dessa doença no País