Clipping do Departamento de  DST/AIDS

 

 

Para visualizar as reportagens com imagens, clique http://www.Aids.gov.br/imprensa

 

 

FOLHA DE S.PAULO-SP

Governo alerta sobre teste de saliva para AIDS

Participantes da parada gay do Rio celebram pouca roupa e criticam políticos

Vacine-se contra o HPV (Sexo & Saúde)

O GLOBO-RJ

Contra o hpv, uma prevenção cara

Prefeitura aumentará verba para a parada gay

Rio pode ser eleito melhor destino LGBT

Segmento já representa 25% do turismo carioca

O ESTADO DE S.PAULO-SP

Fundo rejeita proposta do País para AIDS

Parada Gay atrai 200 mil

"Internação involuntária de quem usa crack deve ser ato médico"

JORNAL DO BRASIL-RJ

A alegria de celebrar a diversidade

CORREIO BRAZILIENSE-DF

Parada gay no Rio reúne 200 mil (Deu no www.correiobraziliense.com.br)

AMAZÔNIA HOEJ-PA

Um mês dedicado aos negros

DIÁRIO DO PARÁ-PA

Parada Gay reúne cerca de 200 mil no RJ

01/11/2009

Minc critica Requião e Puccinelli por homofobia

01/11/2009

O IMPARCIAL-MA

"Atitudes homofóbicas de políticos podem gerar violência contra gays"

01/11/2009

A TARDE ON LINE-BA

Parada Gay reúne cerca de 200 mil no RJ, diz PM

01/11/2009

CORREIO DA BAHIA ONLINE-BA

Rio: Parada Gay concentra público na orla de Copacabana

01/11/2009

MSN NOTÍCIAS

Joss Stone se apresenta para Bill ClintonMande fotos com famosos e vire celebridade

01/11/2009

O GLOBO ONLINE

Seminário debate o avança da AIDS entre as mulheres

01/11/2009

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS

Vacina anti-HIV: mito ou realidade?

01/11/2009

Abrapa inicia campanha de Natal

01/11/2009

ISTO É

SOS à hepatite

02/11/2009

 

   

 

 


 

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FOLHA DE S.PAULO-SP

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COTIDIANO

 

02/NOVEMBRO/09

 

Governo alerta sobre teste de saliva para Aids 

 

 

 

Ministério da Saúde diz que esse exame não deve ser usado para diagnóstico pois seus resultados não são conclusivos

 

Material tem sido usado por ONGs; empresa que doou os kits diz que eles servem para fazer triagem antes do teste oficial para diagnóstico

 

 

RICARDO WESTIN

 

DA REPORTAGEM LOCAL

 

 

Em resposta às ONGs (organizações não-governamentais) que oferecem o teste rápido de saliva para detectar o vírus da AIDS, o Ministério da Saúde emitiu um comunicado em que recomenda que esse exame não seja utilizado "neste momento com finalidade de diagnóstico".

 

O alerta, enviado às secretarias de Saúde dos Estados e municípios, fez-se necessário porque o teste de saliva, apesar de ter registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ainda não foi aprovado para integrar os protocolos brasileiros de detecção do vírus HIV.

 

Isso significa que a aplicação do teste de saliva não é ilegal. Seus resultados -que saem em 20 minutos-, porém, não são conclusivos. "Se der positivo, a pessoa só terá o diagnóstico definitivo após refazer o exame [de sangue] com o algoritmo oficial", diz a diretora do Programa Nacional de AIDS, Mariângela Simão.

 

Os protocolos oficiais, que valem para a rede pública e laboratórios particulares, exigem que o sangue de uma pessoa seja avaliado ao menos duas vezes, com técnicas diferentes e aprovadas pelo ministério.

 

As ONGs que oferecem o exame de saliva OraQuick, de origem americana, ficam em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Os testes -cerca de 10 mil- foram doados pelas empresas Bioeasy e Interamerica, responsáveis pela marca no Brasil.

 

Vinícius Pereira, dono da Bioeasy, diz que o intuito do teste de saliva "não é diagnosticar o HIV": "É fazer uma triagem da população testada e conscientizá-la da importância de realizar o exame. Se der positivo, o paciente será encaminhado a um posto médico para fechar o diagnóstico".

 

Ele admite que a doação de testes a ONGs tem fins de publicidade. "O pessoal tem que conhecer, perceber que saliva é mais interessante que sangue."

 

O Fórum das ONGs/AIDS de São Paulo distribuiu um alerta em que pede às ONGs do Estado que "não incorporem os testes rápidos por meio de saliva como diagnóstico" e lembra que são necessários "profissionais treinados" e "aconselhamento pré e pós-teste".

 

Na avaliação do Ministério da Saúde e de militantes da área de saúde, a Bioeasy e a Interamerica esperam ganhar o apoio das ONGs para pressionar o governo a incluir o teste de saliva nos protocolos oficiais.

 

A ONG Grupo Pela Vidda, de São Paulo, recusou os exames oferecidos. "Não se pode forçar a introdução de um novo teste pela porta dos fundos", diz Mário Scheffer, da ONG.

 

Pereira, da Bioeasy, afirma que não faz sentido o OraQuick ter a aprovação da Anvisa, mas não a do Ministério da Saúde. "Parece que o ministério está duvidando [da Anvisa]."

 

No Brasil já há testes rápidos de HIV, mas são feitos com sangue. Cada exame custa cerca de R$ 6. O de saliva, R$ 60.

 

 

 

 

 

 

 

  

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COTIDIANO

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

Participantes da parada gay do Rio celebram pouca roupa e criticam políticos 

 

 

 

DA SUCURSAL DO RIO

 

Realizada sob chuva, a 14ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) do Rio de Janeiro virou um ato de desagravo da comunidade HOMOSSEXUAL contra declarações recentes de políticos.

 

Os organizadores estimaram em 1,2 milhão de pessoas o público da parada. A PM não divulgou estimativa.

 

Ao som de música eletrônica, os participantes exibiam o corpo com sungas e fantasias de Carnaval, em Copacabana.

 

Vestido de Peter Pan, o estudante Ricardo Freitas, 21, elogiou a parada. "Sempre vou à de São Paulo, mas aqui é diferente, tem praia. Lá as pessoas andam com muita roupa", afirmou.

 

"Eu queria começar dando um recado para o governador do Paraná [Roberto Requião (PMDB)]. Senhor governador, preconceito dá câncer", gritava o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Na semana passada, Requião associou a incidência de câncer de mama em homens à expansão do movimento gay. Ele também criticou o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), que, em setembro o chamou de "veado".

 

 

 

 

 

 

 

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FOLHATEEN

 

02/NOVEMBRO/09

 

Vacine-se contra o HPV (Sexo & Saúde) 

 

 

Em outubro, o FDA (órgão do governo americano que regulamenta os medicamentos que podem ser vendidos nos EUA) aprovou também para garotos o uso de uma vacina que previne o vírus HPV.

Só para refrescar a memória: há alguns anos, essa vacina já é recomendada para garotas de nove a 26 anos, que devem receber as aplicações, de preferência, antes do início da sua vida sexual.

 

Para quem não sabe, o HPV é hoje o principal agente causador de DSTS (doenças sexualmente transmissíveis) e sua família compreende quase cem subtipos de vírus. Alguns deles são responsáveis pelo aparecimento de verrugas e de lesões na região genital que, se não forem tratadas, podem evoluir para alguns tipos de câncer.

 

As vacinas que existem hoje para o HPV ajudam a prevenir alguns dos tipos mais "agressivos" do vírus, aqueles que trazem risco maior de produzir um câncer.

 

O câncer de colo de útero (um dos tipos mais comuns entre as mulheres) tem relação, na maioria das vezes, com uma infecção pelo vírus HPV que não foi tratada.

 

É exatamente para prevenir o desenvolvimento desse câncer que toda mulher que tem vida sexual ativa deve fazer, pelo menos uma vez por ano, uma visita ao seu ginecologista. É nesse momento que o médico realiza o exame de papanicolau e a colposcopia (que ajudam a fazer o diagnóstico de lesões). A aprovação da vacina do HPV para o uso em homens deve ajudar na prevenção de alguns tipos de câncer em pênis, ânus e reto e, por tabela, diminuir as infecções pelo HPV em mulheres.

 

Só para você ter uma ideia do tamanho do problema, os pesquisadores avaliam, hoje, que quase a metade das garotas que iniciam sua vida sexual vai se infectar com o vírus já nos primeiros anos de atividade. Nove em cada dez delas conseguem "se livrar" do HPV por conta própria, mas 10% vão ficar com o vírus em seu organismo.

 

Apesar de a vacina ainda ser nova, de poder causar alguns efeitos colaterais leves e de só estar disponível na rede particular (são necessárias três doses), ela poderá ser (aliada ao uso da CAMISINHA e aos controles periódicos com o médico) um recurso importante na prevenção dessa DST e de alguns tipos de câncer em homens e em mulheres. Converse com seu médico a respeito!

 

 

 

 

 

 

 

 

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RIO

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

Contra o hpv, uma prevenção cara 

 

 

 

JOVENS EM RISCO: Atividade sexual e falta de prevenção elevam casos de câncer do colo do útero

Cláudio Motta e Vera Araújo

 

A atividade sexual precoce e o aumento do número de parceiros, associados à baixa frequência do uso de PRESERVATIVOS, elevam o risco de contaminação. Por isso, os jovens estão mais expostos às doenças sexualmente transmissíveis (DSTS), diz a ginecologista da UFRJ Michele Lopes Pedrosa.

 

 

As preocupações se voltam agora para a infecção pelo papilomavírus humano (HPV), que pode provocar câncer do colo do útero.

 

 

De acordo com a especialista, a vacina disponível no mercado, além de ser muito cara, vendida por mais de R$ 1 mil as três doses, é eficaz apenas contra dois tipos de vírus entre os 30 que podem causar a doença.

 

 

- A vacina é vendida como se resolvesse o problema, mas isso não é uma verdade absoluta.

 

 

Ela é eficaz para prevenir 70% dos casos, já que esses dois tipos são mais prevalentes, mas faltam 30%. Além disso, o Ministério da Saúde vem avaliando essa tecnologia. Ainda não temos clareza se no Brasil o índice de eficácia seria de 70%. A Espanha, por exemplo, disse que essa vacina não serve para ela, porque a prevalência de HPV lá é de outros tipos - alerta Michele.

 

 

A pesquisadora estudou o comportamento de adolescentes moradoras do Rio que apresentavam lesão pré-maligna, ou seja, a que pode evoluir para o câncer do colo do útero. Entre elas, a idade média na primeira relação sexual foi de 14,8 anos, apresentando em média três parceiros sexuais nos últimos dois anos. Apenas 20% disseram usar CAMISINHA de forma regular.

 

 

- Podemos dizer que, pela literatura mundial, cerca de 40% dos homens e mulheres apresentam HPV. E que o risco individual de se contraí-lo em algum momento da vida é de 80%. O câncer do colo do útero é uma das principais causas de adoecimento e morte de mulheres no Brasil - salienta Michele.

 

 

De acordo com o médico Carlos Dale, ginecologista da Casa de Saúde São José, a vacina é indicada para meninas entre 9 e 26 anos, porque elas produzem mais anticorpos até os 15 anos: - O grande vilão hoje é o HPV. Entre as meninas que estão começando hoje sua atividade sexual, 25% terão HPV. A vacina é cara, indicada para meninas com idade entre 9 e 26 anos. É importante dar a orientação correta. Eu digo: tomem pílulas para prevenir a gravidez e exijam CAMISINHA contra as DSTS.

 

 

Quando apareceram verrugas na área genital e uma ardência quase insuportável na hora de urinar, a jovem X., então com 25 anos, descobriu que contraíra o HPV. Por vergonha, ela demorou a procurar um ginecologista e se automedicou, tomando antibiótico.

 

 

Depois do susto, passou a exigir o PRESERVATIVO para ter relações sexuais.

 

 

- As verrugas externas sumiram. Depois resolvi procurar um ginecologista para saber se tinha alguma interna. E tinha. Mas tudo acabou bem. Me senti péssima, envergonhada e irresponsável. Fiquei com medo de câncer do colo do útero. Fiquei com muita raiva do meu parceiro, sim. O tratamento é desconfortável - disse X., hoje com 32 anos, sem nunca ter falado sobre o assunto com o ex-parceiro.

 

 

Em outra pesquisa, a ginecologista Michele analisou exames preventivos colhidos em unidades públicas de saúde da cidade. O número de lesões entre adolescentes dobrou entre 1999 e 2005 (de 6,4% para 12,4%), enquanto o de adultas subiu de 4% para 6,1%.

 

 

O chefe de oncologia clínica do Inca, Daniel Herchenhorn, lembra que o HPV também provoca infecções crônicas, que são benignas, além das malignas, os cânceres: - Basicamente, do colo do útero, de canal anal, de pênis e de amídala. O mais importante não é a vacina, mas o controle da atividade sexual e a ida frequente ao ginecologista.

 

 

O Ministério da Saúde está avaliando a incorporação da vacina contra o HPV ao seu calendário de imunização. O controle do câncer é considerado prioridade. Há dúvidas sobre a vacina, como a duração da imunidade, o seu uso em imunodeprimidos e gestantes e a necessidade de vacinação de reforço.

 

 

Professor da Maternidade-Escola da UFRJ e coordenador do programa Papo Cabeça, Leonídio Pereira alerta que as DSTS estão relacionadas à multiplicidade de parceiros e ao não uso de PRESERVATIVOS, principalmente quando a CAMISINHA é preterida em favor do anticoncepcional hormonal. Já a gravidez precoce é menos frequente na classe média: - A família de classe média compra a PÍLULA e paga o aborto. Essa jovem não entra para as estatísticas, mas o adolescente de classe média transa tanto quanto o de classe baixa.

 

 

O médico revela, ainda, que o aumento do consumo de álcool pela mulher contribui para um comportamento sexual de risco: - Há festas em que a bebida é de graça e a entrada para a mulher é livre.

 

 

Quando os homens chegam, as mulheres já estão alteradas pelo álcool.

 

 

A gravidez de Ângela Aguiar, então com 15 anos, não foi planejada. Ela conta que foi difícil contar a notícia para a família, mas que depois todos acabaram se acostumando com a ideia.

 

 

Aos 16 anos, mãe da Carolina, Ângela parou de estudar, mas espera poder voltar para a escola e ser médica.

 

 

- Meu medo maior era que ela engravidasse. Para mim, foi um choque - diz a mãe da jovem, Ângela Maria Aguiar, que cuidará da filha e da neta.

 

 

A gravidez de Luana, de 17 anos, foi descoberta pela mãe, Taísa Lima Santos, que suspeitou do atraso da menstruação da filha: - É desesperador descobrir que sua filha está grávida. Parece que você leva um tapa na cara, perde o chão, dá um vazio, mas fazer o quê? Sempre conversei, dei total liberdade. Poxa, ela é bem informada, estuda, frequenta o colégio, tem curso, tem as amigas, tem televisão. Hoje em dia, não tem desculpa. Tanta coisa, tantos métodos, como isso acontece? Vem a sensação de fracasso.

 

 

Será que, se eu tivesse sido tirana, o resultado seria outro? - pergunta Taísa.

 

 

Luana, por sua vez, diz que assumirá a responsabilidade, mas ainda não sabe quando voltará a estudar, nem se conseguirá entrar este ano em alguma faculdade: - Se foi maduro para fazer, tem que ser para criar.Tínhamos informações, demos mole, bobeamos.

 

 

Mandou bem

 

Enquanto muita gente usa a internet para disseminar a pornografia, há quem lance mão da rede para a conscientização. É o caso das mais de oito mil meninas integrantes da comunidade "Mães adolescentes - Gravidez", no site de relacionamentos Orkut.

 

 

Na MAG, como é conhecida, jovens que engravidaram precocemente compartilham suas experiências, dão conselhos e tiram dúvidas das mamães de primeira viagem. A carioca Ingrid Amorim, de 18 anos, mãe de Kauã, de 1, é uma das participantes.

 

 

- A comunidade não incentiva as adolescentes a serem mães, mas apoia as que já estão grávidas.

 

 

Sempre digo às meninas que aparecem por lá querendo engravidar cedo que é melhor planejar a gravidez para depois que já estiverem formadas e com condições de sustentar seu filho - conta Ingrid, que engravidou aos 16 anos por um descuido na interrupção da PÍLULA e agora faz um curso supletivo para terminar o ensino médio.

 

 

O debate sobre os percalços da gravidez precoce não é só virtual. No mês passado, integrantes da MAG participaram de um encontro no Norte Shopping.

 

 

 

 

 

 

 

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RIO

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

Prefeitura aumentará verba para a parada gay 

 

 

Fundador do evento diz que valor chegará a R$ 800 mil; Paes anuncia coordenadoria pró-direitos dos homossexuais

 

Daniel Brunet, Isabela Bastos e Rafael Galdo

 

 

Copatrocinadora da 14ª Parada do Orgulho LGBT, realizada ontem em Copacabana, a prefeitura aumentará a verba dos R$ 100 mil deste ano para R$ 800 mil, em 2010. O valor foi revelado por um dos fundadores da parada, Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos. A quantia não foi confirmada pelo prefeito Eduardo Paes, que, na abertura da festa, prometeu criar uma coordenadoria, ligada a seu gabinete, para desenvolver políticas de defesa dos direitos dos homossexuais.

 

 

Alegando compromissos, Paes - que esteve na Avenida Atlântica acompanhado da mulher, Cristine Paes - não ficou para acompanhar o desfile, que, segundo os organizadores, reuniu 2,5 milhões de pessoas, apesar da chuva. A PM não divulgou estimativa de público.

 

 

Às 15h, após o tradicional "beijaço" que dá início à festa, 18 trios elétricos começaram a arrastar a multidão do Posto 6 ao Posto 2. Ao som de música pop e eletrônica, os carros levavam personalidades do mundo gay, políticos e ativistas. O governador Sérgio Cabral e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acompanharam o desfile.

 

 

Mais uma vez, a irreverência dos personagens fantasiados marcou a festa. Quem não seguia os trios aplaudia a passagem de transformistas - transfigurados em celebridades como Madonna ou em super-heróis como Batman e o Super-Homem, em versão gay. Como em outros anos, famílias inteiras acompanharam a manifestação pela diversidade sexual.

 

 

A organização do evento instalou quatro tendas na orla para desenvolver uma ação de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. Com o acompanhamento de fiscais do Guinness World of Records, a intenção era fazer a maior distribuição de PRESERVATIVOS da história: 500 mil unidades.

 

 

Segundo o vice-presidente do Grupo ArcoIacute;ris, Almir França, foram investidos R$ 1,5 milhão na parada e em atividades culturais paralelas. O montante foi captado junto à iniciativa privada e aos governos federal, estadual e municipal

 

 

 

 

 

 

 

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RIO

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

 

 Rio pode ser eleito melhor destino LGBT 

 

 

 

Congresso Mundial será realizado na cidade em 2010

O canal de TV Logo, ligado à MTV e voltado para o público LGBT, anuncia hoje o vencedor do concurso de Melhor Destino Turístico Gay do mundo. O Rio compete com Barcelona, Buenos Aires, Londres, Montreal e Sydney. O anúncio será na 10aConferência de Turismo Gay e Lésbico, em Boston (EUA).

 

 

Citando como fonte uma pesquisa que teria sido feita pela Fundação Getúlio Vargas, Cláudio Nascimento disse que a parada gay de 2008 atraiu R$ 45 milhões em divisas para a economia do município, somente no dia da festa, descontando os gastos com hospedagem: - É fundamental ter o prefeito aqui reconhecendo a parada e a pauta dos diretos homossexuais como parte da agenda pública.

 

 

Qualquer apoio do poder público à festa não é a fundo perdido, é investimento.

 

 

Ano que vem será realizado no Rio o Congresso Mundial de Gays, Lésbicas e Travestis.

 

 

O evento reunirá cinco mil representantes de organizações LGBT do mundo todo.

 

 

 

 

 

 

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02/NOVEMBRO/09

 

 

Segmento já representa 25% do turismo carioca

 

 

Estudo indica que público gasta o dobro da média de visitantes

A cidade que celebrou ontem a diversidade sexual assiste a um aumento do poder econômico do público LGBT. Dos três milhões de turistas que visitam o Rio anualmente, 25% integram minorias sexuais, como aponta estudo dos professores Bayard Boiteux e Mauricio Werner, da UniverCidade e da Planet Work, adiantado ontem pela Coluna Gente Boa. Um grupo que gasta o dobro do visitante convencional, em média US$ 140 por dia, e se hospeda, na maioria, em hotéis quatro e cinco estrelas.

 

 

Os bairros de Ipanema e da Lapa são os atrativos favoritos, seguidos dos principais pontos turísticos cariocas, como o Corcovado e o Pão de Açúcar: - Eles vêm em busca das belezas da cidade e por sentirem bem aqui. A principal reclamação é quanto à falta de centros de informações turísticas específicos para o segmento.

 

 

O pesquisador ressalta que a necessidade de melhorar a estrutura de atendimento ao turista LGBT se torna fundamental ao se levar em conta que 65% deles viajam sozinho, e 80%, por conta própria.

 

 

O prefeito Eduardo Paes prometeu investir no turismo gay: - Desafiei o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o governador Cabral ao governador José Serra de que vamos fazer em 2010 uma parada gay maior do que a deles. Economicamente, o turismo gay é importante, e vamos investir pesado

 

 

 

 

 

 

 

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VIDA

 

02/NOVEMBRO/09

 

Fundo rejeita proposta do País para aids

 

 

 

Brasil pedia dinheiro para ações de prevenção; [br]relatório diz que projetos têm problemas técnicos

 

Lígia Formenti, BRASÍLIA

 

O Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária recusou financiar dois projetos brasileiros sob a alegação de que as propostas eram inconsistentes e recheadas de problemas técnicos. Versão do relatório preparado pela equipe de avaliação, a qual o Estado teve acesso, afirma que o projeto brasileiro para a área de AIDS apresenta sugestões sem indicadores e objetivos. E, quando indicadores são descritos, eles são inapropriados ou vagos.

 

 

O relatório sobre projeto de tuberculose tem tom semelhante. A equipe considerou que as propostas têm lógica confusa, números inconsistentes e nem mesmo a população vulnerável é definida. Juntos, os dois projetos pleiteavam 90 milhões. Essa é a segunda vez que o País concorre a recursos do fundo.

 

 

O resultado dos pedidos de financiamento provocou mal-estar no governo e chamou a atenção da comunidade internacional. Além de haver exercido um papel fundamental para a criação do fundo, o Brasil se destacou nos últimos anos pela assessoria a países na preparação de projetos ao Fundo Global. Some-se a isso o fato de que os dois projetos já tinham sido rejeitados no ano passado. As propostas brasileiras foram classificadas numa categoria em que não são aprovadas, mas técnicos encorajam o País a fazer reparos para reapresentá-las.

 

 

Para alguns observadores, a rejeição retrata a decadência da qualidade técnica, sobretudo na área de AIDS, em que o Brasil sempre exerceu papel de liderança. A coordenadora do Departamento de DST-AIDS e Hepatites Virais, Mariângela Simão, no entanto, garante que o resultado está relacionado a questões econômicas e estratégicas. "Há uma clara preferência para destinar recursos a projetos procedentes de países de renda baixa", diz. O fato de o Brasil agora ser considerado como renda média alta teria provocado uma maior resistência dos examinadores. Isso não prejudicou México e Colômbia, países também classificados como renda média, que tiveram projetos aprovados.

 

 

O projeto para AIDS previa investimentos na infraestrutura e capacidade técnica das ONGs para que elas ampliassem seu trabalho de prevenção com populações de risco. A sociedade civil também auxiliaria no acompanhamento, avaliação e realização de pesquisas relacionadas ao comportamento social e à doença. O projeto de tuberculose sugeria ações para melhorar diagnóstico, estudos sobre resistência aos antibióticos e parcerias com sociedade civil para trabalhos de prevenção. O Brasil apresentou uma proposta também para malária, que foi aceita.

 

 

Só na próxima semana, em reunião do conselho do fundo, na Etiópia, o destino dos projetos será oficialmente divulgado. Mas, com a informação extraoficial de que o País foi novamente classificado numa categoria ruim, a equipe brasileira já prepara um recurso. Mariângela enviou ao fundo um pedido de esclarecimentos sobre como fazer uma reconsideração.

 

 

DIFICULDADES

 

 

Paulo Teixeira, um dos idealizadores do fundo, ex-coordenador do programa de AIDS brasileiro e que acompanhou a reapresentação do projeto, está convicto de que o resultado está ligado à dificuldade de compreensão da realidade brasileira. Para ele, especialistas não entendem bem o Sistema Único de Saúde (SUS) e o trabalho de colaboração com ONGs da área de AIDS.

 

 

Uma justificativa que alguns observadores consideram pouco plausível. "Se fosse assim, por que a proposta de malária foi aceita?", afirma um dos críticos da proposta brasileira, que não quis ter seu nome divulgado. Ele diz que técnicos do fundo estão familiarizados com a análise de políticas distintas de saúde, pois os projetos vêm de todas as partes do mundo. "Por que só o SUS não seria entendido?"

 

 

"O Brasil foi vítima da sua ousadia", diz Teixeira. O mesmo ocorre com o projeto de tuberculose, que requisita recursos para trabalhos com resistência a medicamentos, testes laboratoriais, algo que exige mais tecnologia.

 

 

"Há ainda uma opção por trabalhos que atenderiam emergência, o básico. Mas é preciso que o fundo perceba que já é hora de mesclar as estratégias. Em muitos casos, a prevenção, a garantia de bom tratamento vai além do arroz com feijão."

 

O FUNDO GLOBAL

 

Criação: 2002

 

 

Sede: Genebra

 

 

Formação: Países do G-8 e sociedades privadas que captam recursos e distribuem para projetos nas áreas de malária, AIDS e tuberculose

 

Programas aprovados: 572

 

Países contemplados: 140

 

Recursos aprovados: US$ 15,6 bilhões

 

 

Relevância: 1/4 do financiamento global da AIDS é feito pelo fundo, em tuberculose são 2/3 e em malária, 3/4

 

Análise: Projetos recebem 4 classificações: aprovação recomendada sem alterações; aprovação recomendada, desde que ajustes sejam realizados; não é recomendada a aprovação e autores são incentivados a fazer mudanças e projeto rejeitado

 

Proposta brasileira para AIDS: 57.157.477

 

 

 

 

 

 

 

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METRÓPOLE

 

02/NOVEMBRO/09

 

Parada Gay atrai 200 mil 

 

 

 

A 14.ª Parada Gay levou 200 mil pessoas à orla de Copacabana, no Rio, ontem. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou os governadores do Paraná, Roberto Requião, e de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, por declarações recentes contra gays.

 

 

 

 

 

 

 

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METROPOLE

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

"Internação involuntária de quem usa crack deve ser ato médico" 

 

 

Para psiquiatra do Rio, profissionais têm de assumir responsabilidade com dependentes [br]na luta contra as drogas

 

Luciana Nunes Leal, RIO

 

Entrevista

 

Jorge Antonio Jaber Filho: diretor científico da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas

 

 

Quem é:

 

Jorge Jaber

 

 

Diretor-geral da Clínica Jorge Jaber, do Rio, que tem consultório no Leblon e unidade de atendimento comunitário na Barra

 

Psiquiatra com experiência de tratamento a dependentes químicos de baixa e alta renda

 

Pós-graduado em Dependência Química pela Harvard Medical School e integrante do Colégio Internacional de Neuropsiquiatria

 

 

 

 

 

Quando Jorge Antonio Jaber Filho optou por psiquiatria, no 3º ano de Medicina, no início dos anos 70, não se ouvia falar em crack no Brasil, muito menos no Rio de Janeiro. Trinta e cinco anos depois, o consumo dessa droga se espalha sem controle pelo País. Há oito dias, o assassinato da estudante Bárbara Calazans, de 18 anos, estrangulada pelo amigo Bruno Melo, de 26, dependente de crack, abriu os olhos de quem não conhecia, ou não queria ver, outro fenômeno: o crack é cada vez mais usado na classe média.

 

 

Estudioso de dependência química e responsável pelo tratamento de dependentes de todas as classes sociais, Jorge Jaber, de 57 anos, viu explodir o número de pacientes usuários de crack que recebe em sua clínica particular, nos últimos quatro anos. Na câmara comunitária, onde atende jovens pobres, há crianças de 10 anos dependentes das pedras feitas de cocaína misturadas a uma série de substâncias tóxicas e impuras. "É uma aberração", diz o diretor científico da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad).

 

 

Jaber é precursor da internação involuntária no País. "O médico tem de assumir sua responsabilidade."

 

 

Um dos temas discutidos na última semana foi a internação involuntária dos dependentes. Por que o senhor é defensor do recurso?

 

 

É preciso muito cuidado ao afirmar que não existe internação involuntária. É possível internar e a internação involuntária é feita com muito mais frequência do que se imagina.

 

 

Mesmo na rede pública?

 

 

Na rede pública, nós temos uma dificuldade grande. A política nacional antidrogas visa à repressão ao uso e à prevenção. As ações de prevenção estão voltadas para redução de danos, o que se aplica muito ao dependente de droga injetável, para evitar que a pessoa adquira HIV. Então é muito difícil conseguir internar uma pessoa dependente química na rede pública.

 

 

E na rede particular, o que fazer se o dependente químico resiste à internação?

 

 

A família pode viabilizar pelo caminho médico-judicial. A internação do paciente deve ser um ato médico. Qualquer doente, em qualquer situação, o médico tem de assumir a responsabilidade. É preciso que esteja com um sintoma grave. Não posso pegar um dependente químico que está bebendo ali na esquina ou fumando um baseado na praia e simplesmente interná-lo.

 

 

Como é o procedimento para a internação involuntária?

 

 

O paciente chega com algum descontrole e eu tenho de atestar que ele precisa ser internado. Produzo o documento, um relatório - geralmente o advogado da família é quem solicita. Ele leva a um juiz. E percebi que há uma variação entre os advogados: alguns conhecem bem, outros se enrolam, porque a internação involuntária é um assunto novo.

 

 

Os internados contra a vontade tendem a aceitar com o tempo?

 

 

Em outras doenças, você interna e ele fica internado. O dependente químico fica de três a cinco dias, oito a dez dias no caso do crack. Ele come muito, dorme muito, não presta a menor atenção no tratamento ainda. Ele chega e diz "quero ir embora".

 

 

Acha que está curado?

 

 

E passou dois, três anos arrasado. Aí acha que está legal. Alguém diz: "Mas você vai recair". Ele diz: "Não, que nada! Agora vou parar, doutor, juro que eu vou parar!" Eu digo: "mas você não está treinado ainda." O paciente tem de se submeter ao tratamento, não tem jeito. Tive pacientes facínoras, bandidos, que davam medo na gente, e mudaram. Internados involuntariamente que depois pediram para ser voluntários.

 

 

Em quanto tempo a pessoa fica dependente do crack?

 

 

Em uma semana. É impressionante. Dependência física caracterizada, primeiro, pela necessidade de aumentar a quantidade da substância para atingir o mesmo objetivo. Chama-se tolerância. Segundo, pela necessidade de usar a substância para cessar o mal estar. Chama-se abstinência.

 

 

Por que o crack provoca esse efeito tão devastador?

 

 

Crack é cocaína, em uma apresentação mais deteriorada. Tem mais restos de outras moléculas e outros alcaloides. Além disso, é fumado, não é cheirado. Traqueia, brônquio e pulmão são tecidos nobres. E são agredidos por uma droga de pior composição, mais tóxica que a cocaína.

 

 

O crack provoca surto a ponto de o usuário perder a noção do que faz? O que é surtar?

 

 

É surgimento de um processo psicótico. A pessoa vê imagens, ouve vozes, às vezes as vozes mandam matar. O comportamento é estabelecido por uma cadeia de neurônios. Por isso, há uma forte evidência de que as religiões atuem, porque começam a treinar uma nova memória, de que algo grandioso pode acontecer e mudar minha vida.

 

 

Que caminho o senhor vê para reduzir o consumo do crack?

 

 

Repressão. Não sou especialista, mas tenho lido revistas científicas que demonstram que há uma eficiência na repressão à venda do produto. Também é fundamental um processo educacional de prevenção maciça.

 

 

O senhor é a favor da descriminação das drogas?

 

 

Sou favorável à descriminação. Acho um absurdo o usuário e dependente ir preso. Mas, neste momento, sou radicalmente contra a liberação. Não temos um sistema de saúde preparado para a enormidade de doentes que surgirão.

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

JORNAL DO BRASIL-RJ

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Dia / Mês/Ano:

CIDADE

 

02/NOVEMBRO/09

 

A alegria de celebrar a diversidade 

 

 

 

Prefeito Eduardo Paes tem planos de transformar a parada do Rio em maior do país

 

Thaila Frade

 

 

Sob forte chuva, a 14ª edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), organizada ontem pelo Grupo ArcoIacute;ris de Cidadania LGBT, na praia de Copacabana, reuniu uma multidão. Os organizadores divulgaram que 1,2 milhão de pessoas compareceram à orla, mas de acordo com cálculos da Polícia Militar, apenas 200 mil estiveram presente na parada.

 

 

Ainda na concentração, o prefeito Eduardo Paes anunciou a criação de uma coordenadoria, ligada diretamente ao seu gabinete, para desenvolver projetos e ações voltados para a comunidade LGBT. De acordo com o prefeito, a nova equipe será criada a partir de reuniões com representantes do movimento.

 

 

Acompanhado da secretária municipal de cultura, Jandira Feghali, o prefeito planeja ainda que para 2010, o volume de investimentos em iniciativas que incentivem a superação dos preconceitos, aumente. De acordo com Paes, esses investimentos inclusive refletirão na própria manifestação que, segundo ele, "vai ficar muito maior que a de São Paulo". Este ano, o grupo ArcoIacute;ris contou com uma verba de R$ 100 mil, podendo passar para R$ 800 mil, em 2010.

 

 

- O Rio é o lugar mais aberto do Brasil, é um lugar que tem a marca do não preconceito - afirmou Paes.

 

 

Pequeno atraso Com um pouco de atraso por causa da chuva, a parada foi aberta pelos discursos políticos que lembraram o tema deste ano, "Pelo direito de viver e amar livremente".

 

 

O grupo pedia apoio da população para a aprovação do Projeto de Lei Completar 122/2006, em tramitação no Senado, que torna crime atos considerados homofóbicos.

 

 

- A Parada é ocupação de espaço público por nossa comunidade. É como imaginamos vivenciar nosso direito de amar livremente à luz do dia - afirmou a presidente do Grupo ArcoIacute;ris, Gilza Rodrigues.

 

 

No primeiro carro da parada estava o governador Sérgio Cabral, que, em breve discurso, lembrou dos direitos sociais e previdenciários garantidos aos homossexuais no Rio.

 

 

- Não há nada mais nojento do que o preconceito. Qual é o problema de um homem gostar de outro homem? É a opção sexual de cada um. Isso é tão atrasado, tão medieval. Eu lamento que haja político atrasado - disse Cabral durante a passeata.

 

 

Convidada para ser a madrinha da parada deste ano, a atriz Letícia Spiller, também pregou a liberdade.

 

 

- Temos que romper o preconceito.

 

 

Somos livres para amar quem quisermos - lembrou.

 

 

Com o hino nacional interpretado pela transformista Jane Di Castro, a festa contou com 16 trios que embalaram famílias, casais heterossexuais e homossexuais.

 

 

- Tenho 74 anos e trouxe minhas filhas, netos e bisnetos. Antigamente era um preconceito velado - analisava a aposentada Claudinea Freitas.

 

 

Já o estilista Carlos Tufvesson, que há 15 anos mora junto com seu companheiro, o arquiteto André Piva, não esqueceu da militância que a manifestação ressalta.

 

 

- Vejo a parada como manifesto e não evento. Há 40 anos lutamos por direitos que são nossos - avaliou Tufvesson.

 

 

Evento foi palco de diversas ações de orientação

 

Muito além dos trios e dos discursos anti-homofóbicos, a 14ª Parada do Orgulho LGBT foi palco das mais diferentes ações para alguns participantes. Dentro da programação oficial, um mês inteiro de atividades culturais, seminários, debates se espalharam na cidade.

 

 

- Demos todo o apoio para que a programação fosse realizada. Há uma grande demanda de programas para o público HOMOSSEXUAL - lembrou a secretária municipal de cultura, Jandira Feghali Pela segunda vez, o grupo organizador da parada realizou ação com quatro tendas de serviços e informações. Houve também vacinação contra HEPATITE B.

 

 

- Hoje qualquer cidadão LGBT tem direito a vacina gratuitamente.

 

 

No Brasil, mais de dois milhões de pessoas são portadoras e até desconhecem disso - informa a coordenadora do programa de vacinação, Andreya Aires.

 

 

Perfil Foi divulgado ontem pelos professores Bayard Boiteux e Mauricio Werner,da UniverCidade e Planet Work, com apoio da Fundação Cesgranrio, uma pesquisa sobre o público gay brasileiro. Segundo o estudo, 25% dos 3 milhões de turistas internacionais que vem anualmente ao Rio pertencem ao segmento GLS. Eles ficam em média cinco dias no Rio e gastam por dia o dobro de um turista convencional.

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

CORREIO BRAZILIENSE-DF

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Dia / Mês/Ano:

BRASIL

 

02/NOVEMBRO/09

 

Parada gay no Rio reúne 200 mil (Deu no www.correiobraziliense.com.br) 

 

 

Os organizadores esperavam reunir 1,5 milhão de pessoas, mas segundo cálculos da Polícia Militar, 200 mil acompanharam a 14ª Parada de Orgulho das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT ) no Rio de Janeiro. A passeata é o terceiro maior evento do calendário de festas da cidade, atrás apenas do ano-novo e do carnaval. Nesta edição, o tema foi Eu tenho direito de viver e amar livremente, senão é homofobia. As principais bandeira do grupo são a criminalização da homofobia, por meio de projeto de lei que tramita no Senado e a permissão para o casamento gay. Madrinha da parada gay deste ano, a atriz Letícia Spiller criticou o fato de algumas cidades como Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, proibirem a realização da parada. Segundo Cláudio Nascimento, fundador do Grupo Arco-Íris e superintendente de promoção dos direitos LGBT do governo estadual do Rio, o estado pediu ao Ministério Público que proponha uma ação civil pública contra a proibição da parada gay em Caxias.

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

AMAZÔNIA HOEJ-PA

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Dia / Mês/Ano:

 

 

02/NOVEMBRO/09

 

Um mês dedicado aos negros

 

 

 

Caminhada da escadinha do cais do porto até o Teatro da Paz marcou abertura de festa da Consciência Negra

 

Uma caminhada da escadinha do cais do porto, na Estação das Docas, até o Teatro da Paz marcou ontem a abertura do mês da Consciência Negra em Belém.

 

 

Entidades e movimentos sociais de luta pela igualdade racial, de GLBT e de cultos afros reuniram membros e simpatizantes em um protesto simbólico. Antes da caminhada, ialorixás, babalorixás e outros sacerdotes e sacerdotisas da umbanda e do candomblé saudaram os orixás com oferendas, despachadas nas águas da baía do Guajará.

 

 

Maria Kuiza Nunes, coordenadora do Centro de Defesa do Negro no Pará (Cedenpa), informou que haverá uma série de atividades e eventos programadas para o mês de novembro, até o dia 20, quando se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra. A data é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

 

Segundo ela, o dia foi escolhido por ser a data da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro em 1594. "Nós somos as maiores vítimas do racismo institucional. Temos os menores salários, o menor índice de alfabetização. Por isso estamos fazendo essa caminhada, para exigir respeito", disse.

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os negros correspondem a 5% da população do País. Os chamados "pardos", no entanto, que são mestiços de negros com europeus ou índios, chegam a um número próximo da metade da população.

 

Entre a população negra jovem (especificamente no segmento entre 15 e 17 anos), 36,3% cursaram ou cursam o ensino médio; entre os brancos, a parcela é de 60%. Entre aqueles que têm até 24 anos, 57,2% dos brancos haviam atingido o ensino superior, contra apenas 18,4% dos negros. O rendimento médio da população branca no Brasil é de R$ 812,00; já a dos negros é de R$ 409,00. Entre a parcela de 1% dos mais ricos do país, 86% são brancos.

 

Luiza Nunes também destacou que os eventos serão realizados em parceria entre os movimentos sociais em defesa do negro e a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, através do Núcleo de Promoção das Igualdades Raciais.

 

O Dia da Consciência Negra é celebrado desde 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos. Até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura - comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel.

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

DIÁRIO DO PARÁ-PA

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Dia / Mês/Ano:

BRASIL

 

02/NOVEMBRO/09

 

Parada Gay reúne cerca de 200 mil no RJ

01/11/2009

 

 

A chuva afastou o público hoje na 14ª Parada de Orgulho das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT Rio), na orla de Copacabana. Os organizadores esperavam reunir 1,5 milhão de pessoas, mas segundo cálculos da Polícia Militar, apenas 200 mil acompanharam a Parada Gay, que é o terceiro maior evento do calendário de festas da cidade, atrás apenas do Réveillon e do Carnaval. Este ano, o tema da Parada foi "Eu tenho direito de viver e amar livremente, senão é homofobia".

 

Segundo a presidente do Grupo Arco-Íris, que organiza a parada, Gilza Rodrigues, a principal bandeira de luta continua sendo a criminalização da homofobia, por meio do projeto de lei complementar 122/06, que ainda tramita no Senado. "Precisamos viver nosso direito de amar livremente à luz do dia, sem sermos discriminados por isso", disse ela. O casamento gay também é uma reivindicação do grupo.

 

 

Madrinha da Parada Gay deste ano, a atriz Letícia Spiller criticou o fato de algumas cidades como Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, proibirem a realização da Parada Gay. "É um absurdo, uma regressão em termos sociais. Temos que dar um passo à frente na vida. Todo mundo é livre para amar e expressar sua sexualidade como quiser", disse ela. Segundo Cláudio Nascimento, fundador do Grupo Arco-Íris e superintendente de promoção dos direitos LGBT do governo estadual do Rio, o Estado pediu ao Ministério Público que proponha uma ação civil pública contra a proibição da Parada Gay em Caxias. (AE)

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

DIÁRIO DO PARÁ-PA

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Dia / Mês/Ano:

BRASIL

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

Minc critica Requião e Puccinelli por homofobia

01/11/2009

 

 

Na abertura da Parada Gay do Rio, hoje (01), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou os governadores do Paraná, Roberto Requião, e do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, por declarações contra homossexuais. "Quero mandar um recado para o governador do Paraná. Senhor governador, preconceito é que dá câncer. Faz mal à saúde e pode matar", disse Minc. O ministro acrescentou: "Outro governador ficou chateado comigo porque eu queria defender o Pantanal e disse que ia me violentar. É uma cabeça troglodita de quem pensa como se estivesse na época da Inquisição." Na semana passada, Requião relacionou o aumento do câncer de mama em homens à presença deles em paradas gays. No fim de setembro, Puccinelli disse que tinha vontade de estuprar Minc e chamou o ministro de "veado" e "maconheiro". Segundo os organizadores, a Parada Gay do Rio, que começou às 15h30, reúne 1,5 milhão de pessoas na Praia de Copacabana, apesar da chuva. O governador Sérgio Cabral, acompanhado da mulher, Adriana Ancelmo, abriu a parada dizendo que não se pode mais tolerar preconceitos contra os homossexuais. "Homem público tem que ter coragem de tomar posição, defender os direitos civis e mostrar que o Brasil é civilizado", disse o governador. O prefeito Eduardo Paes não participou da abertura da Parada Gay, mas esteve mais cedo no hotel onde estavam concentrados os organizadores. Paes anunciou cinco medidas favoráveis ao movimento gay, entre as quais a criação de uma coordenadoria LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), subordinada ao gabinete do prefeito, e o apoio da prefeitura ao congresso mundial LGBT que será realizado em outubro do ano que vem, no Rio.

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O IMPARCIAL-MA

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Dia / Mês/Ano:

BRASIL

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

"Atitudes homofóbicas de políticos podem gerar violência contra gays"

01/11/2009

 

 

 

O coordenador de Direitos Individuais e Difusos do governo do Rio, Claudio Nascimento, criticou neste domingo (1/11) algumas manifestações recentes de políticos e afirmou que são atitudes como essas que incentivam a violência contra homossexuais.

 

 

Fundador da Parada do Orgulho Gay do Rio de Janeiro, que neste ano completa 14 anos, Nascimento lembrou afirmação recente do governador do Paraná, Roberto Requião, que dias atrás relacionou a incidência de câncer de mama nos homens ao aumento dos movimentos gay.

 

 

Ele também lembrou das declarações do governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, que desqualificou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; e do prefeito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, José Camilo Zito, que proibiu a realização da Parada do Orgulho Gay no município.

 

 

"Posturas como a dos governadores Requião e Puccinelli e do [prefeito] Zito não só ajudam a firmar a intolerência, como são a mão que empurra o punhal no coração dos homossexuais".

 

 

A 14ª Parada do Orgulho Gay reúne milhares de pessoas na Praia de Copacabana. Participam da manifestação o governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

A TARDE ON LINE-BA

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Dia / Mês/Ano:

BRASIL

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

Parada Gay reúne cerca de 200 mil no RJ, diz PM

01/11/2009

 

A chuva afastou o público hoje na 14ª Parada de Orgulho das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT Rio), na orla de Copacabana. Os organizadores esperavam reunir 1,5 milhão de pessoas, mas segundo cálculos da Polícia Militar, apenas 200 mil acompanharam a Parada Gay, que é o terceiro maior evento do calendário de festas da cidade, atrás apenas do Réveillon e do Carnaval. Este ano, o tema da Parada foi "Eu tenho direito de viver e amar livremente, senão é homofobia".

 

 

Segundo a presidente do Grupo Arco-Íris, que organiza a parada, Gilza Rodrigues, a principal bandeira de luta continua sendo a criminalização da homofobia, por meio do projeto de lei complementar 122/06, que ainda tramita no Senado. "Precisamos viver nosso direito de amar livremente à luz do dia, sem sermos discriminados por isso", disse ela. O casamento gay também é uma reivindicação do grupo.

 

 

Madrinha da Parada Gay deste ano, a atriz Letícia Spiller criticou o fato de algumas cidades como Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, proibirem a realização da Parada Gay. "É um absurdo, uma regressão em termos sociais. Temos que dar um passo à frente na vida. Todo mundo é livre para amar e expressar sua sexualidade como quiser", disse ela. Segundo Cláudio Nascimento, fundador do Grupo Arco-Íris e superintendente de promoção dos direitos LGBT do governo estadual do Rio, o Estado pediu ao Ministério Público que proponha uma ação civil pública contra a proibição da Parada Gay em Caxias.

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

CORREIO DA BAHIA ONLINE-BA

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Dia / Mês/Ano:

BRASIL

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

Rio: Parada Gay concentra público na orla de Copacabana

01/11/2009

 

Redação CORREIO | Fotos: Carolina Lauriano / G1

Apesar da chuva, a 14ª Parada do Orgulho Gay já reúne o público no Posto 6 da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, neste domingo (1º). Os trios elétricos que vão animar o público já estão enfileirados entre os postos 6 e 5 da orla.

 

 

 

 

 

Carlos chegou neste domingo ao Rio para a Parada Gay

 

 

 

O paulista Carlos da Silva, de 54 anos, que chegou ao Rio neste domingo, contou que esta é a terceira vez que participa da Parada Gay carioca. Ele veio de ônibus, com mais de cem outros paulistas.

 

 

Quem vai animar os participantes são as percussionistas do bloco Fina Batucada. O início do desfile, que terá o percurso até o Posto 2, no Leme, está marcardo para começar às 15h. O TRAVESTI Babalu, também de São Paulo, disse que esta é sua primeira vez no Rio e que espera curtir muito a festa na orla.

 

 

 

 

 

O TRAVESTI paulista Babalu espera curtir a cidade

 

 

Esta é a 8a Parada Gay que o carioca Silvio Pereira, de 41 anos, participa. Para ele, a chuva só atrapalha quem vem assistir. Quem vem participar da festa se diverte de qualquer maneira. "Os gays não deixam de vir por conta da chuva".

 

 

Esta edição traz a participação de uma "comissão de frente" com oito acrobatas circenses que se apresentam com o primeiro trio oficial da Parada LGBT. A performance, dirigida pelo carnavalesco Milton Cunha, representa, segundo ele, uma visão de futuro de uma sociedade civilizada, e sobretudo, não-homofóbica.

 

 

 

 

 

Silvio Pereira, de 41 anos, se prepara para a festa em Copacabana

 

 

A Parada Gay é considerada o terceiro maior evento oficial da cidade, depois do réveillon e do carnaval, segundos dados da Riotur. O lema deste ano é "Pelo direito de viver e amar livremente. Diga não à homofobia!". Eles lutam pela criminalização da homofobia, através da aprovação do PLC 122/06, que ainda tramita no Senado Federal.

 

 

Ação Orgulho, Saúde, Cidadania e Direitos Humanos

 

Durante a Parada acontece a 2ª Ação Orgulho, Saúde, Cidadania e Direitos Humanos. Ao longo da orla de Copacabana , quatro tendas de serviços e informações foram montados para a população em geral, além de ações e intervenções culturais.

 

 

Serão distribuídos 500 mil PRESERVATIVOS, lubrificantes e folhetos informativos, como incentivo à prevenção das DSTS, AIDS e hepatites virais. Além disso, em duas tendas é feita vacinação gratuita contra HEPATITE B. A intenção é aplicar cerca de cinco mil doses de vacina contra a doença, cedidas pela Secretaria estadual de Saúde do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

MSN NOTÍCIAS

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Dia / Mês/Ano:

 

 

02/NOVEMBRO/09

 

Joss Stone se apresenta para Bill ClintonMande fotos com famosos e vire celebridade

01/11/2009

 

 

FamosiClone: com qual famoso você se parece?

 

 

A cantora Joss Stone fez uma apresentação em uma festa da instituição de caridade de Bill Clinton, na Inglaterra.

 

Ela chamou atenção pelo figurino, que ressaltou a beleza natural dela, bem diferente do que costumava usar em outros momentos. Joss chegou a tingir o cabelo de roxo, além de vestir roupas chamativas e usar sapatos de cores diferentes em festas de gala.

 

Segundo o "Daily Mail", Clinton se impressionou com apresentação, sorriu e aplaudiu a cantora. Ele tem um projeto que visa alertar a nova geração sobre questões ambientais, o vírus da AIDS e economia mundial.

 

Joss já foi eleita como uma das jovens mais ricas do mundo e contribui em instituições de caridade pelo mundo afora. Ela volta ao Brasil neste mês, para apresentações no Rio de Janeiro (21) e em São Paulo (22).

 

Acompanhe as novidades do Famosidades no Twitter: http://twitter.com/Famosidades

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O GLOBO ONLINE

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Dia / Mês/Ano:

CIDADES

 

02/NOVEMBRO/09

 

Seminário debate o avança da Aids entre as mulheres

01/11/2009

 

 

O evento objetiva aprofundar a reflexão sobre a epidemia para subsidiar a construção das estratégias políticas do movimento de mulheres

Da Redação do pe360graus.com

 

 

A epidemia da AIDS é tema do próximo seminário nacional organizado pelo SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia. O encontro ocorre nos dias 4 e 5 de novembro, no Hotel Western Manibu, Boa Viagem, zona sul do Recife.

 

 

O Seminário objetiva aprofundar a reflexão sobre a epidemia para subsidiar a construção das estratégias políticas do movimento de mulheres. O evento conta com a parceria do Grupo Curumim, Grupo Cunhã e do Coletivo Leila Diniz, além do apoio do Departamento Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde. O

 

 

Confira a Programação do Evento

 

 

4 de novembro

 

9h30 - Mesa Mulheres E AIDS - Questões para o Feminismo

 

10h50 intervalo

 

11h20 Debate

 

12h30 Intervalo para almoço

 

14h - Mesa Panorama da Política Internacional e Nacional de AIDS no Enfrentamento a Feminização da Epidemia / Panorama internacional e Implementação da Política de Prevenção e Assistência para as Mulheres

 

15h45 intervalo

 

16h debate

 

17h encerramento

 

 

5 de novembro

 

9h - Mesa Lutas Feministas no Campo da AIDS

 

14h - Mesa Desafios da Ação Feminista Frente a Epidemia da AIDS

 

15h45 Intervalo

 

16h Debate

 

17h encerramento

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS

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Dia / Mês/Ano:

GERAIS

 

02/NOVEMBRO/09

 

Vacina anti-HIV: mito ou realidade?

01/11/2009

 

 

A pesquisadora traçou uma retrospectiva dos protocolos em andamento na comunidade científica internacional para elaboração de uma vacina. Atualmente, existem mais de 50 protocolos em curso, mas a maioria ainda no estágio inicial do processo, no qual é verificada a segurança do protótipo. Um número menor atingiu, ao longo de duas décadas, a fase dois de estudos, quando é verificado se o produto induz a uma resposta imune. Apenas três projetos alcançaram a fase seguinte (IIb e III), que consiste em testes de eficácia: um primeiro na década de 1990 e outro concluído em 2007 (ambos abandonados pela inconsistência dos dados), além de um último com resultados apresentados recentemente, em 2009.

 

Entre as dificuldades encontradas para produção de uma vacina eficaz, Mariza apontou alguns aspectos. O primeiro é que o HIV é um retrovírus, capaz de se integrar ao material genético do hospedeiro, o que impossibilita o uso do vírus atenuado para a produção de vacina. Outras características são a grande variabilidade e a capacidade de recombinação do vírus, impedindo o sistema imune de montar uma resposta. O fato de não existirem pacientes curados também é outra barreira, pois não permite detectar os agentes de imunidades associados à proteção contra o vírus.

 

 

Em 23 de setembro deste ano, foi anunciada uma vacina com 30% de eficácia contra o HIV, desenvolvida numa cooperação entre os governos da Tailândia e dos Estados Unidos. O trabalho reuniu um total 16 mil pessoas, divididas em dois grupos, para participar de um protocolo de vacinação com quatro doses. Deste total, foi verificado cerca 30% de proteção. Os resultados oficiais deste protótipo de vacina foram detalhados durante a Conferência de Vacinas da AIDS, em Paris.

 

 

"É muito difícil manter um protocolo com grande número pessoas e garantir que todos cumpram todo o processo de vacinação. Os cálculos de precisão serão realizados somente após a publicação destes dados e então saberemos qual é a eficácia de fato. Mas esta pesquisa sinaliza uma vantagem no sentido de que foi a primeira vez que se mostrou algum nível de eficácia como este ou, pelo menos, uma diferença no número de infecções entre os indivíduos vacinados e aqueles que receberam placebo. No entanto, não foi observada nenhuma diferença quanto à carga viral plasmática nos dois grupos", avaliou Mariza.

 

 

A bióloga destaca outro ponto importante no debate sobre uma vacina anti-HIV: os protocolos em curso buscam a não evolução da doença no indivíduo infectado, já que uma vacina capaz de evitar a infecção, que ocorre por diversas vias, ainda é um objetivo distante de ser alcançado. "Se o indivíduo tem uma resposta imune capaz de estancar a passagem do vírus para outra célula, isso faz com que o sistema imune fique pouco comprometido. E com isso não se desenvolveria a doença", explicou.

 

 

Mapeamento dos tipos brasileiros

 

O isolamento do HIV tipo 1, na década de 1980, realizado por pesquisadores do IOC, marcou o ingresso do Brasil no cenário internacional de pesquisa em AIDS. O feito alavancou estudos que priorizam o aumento da qualidade de vida dos pacientes que vivem com o vírus. Parte deste trabalho é desenvolvida no Laboratório de AIDS e Imunologia Molecular do Instituto, que atua no mapeamento dos vírus circulantes em todo o país, bem como no monitoramento da capacidade dos indivíduos infectados reagirem a antígenos. "Já identificamos vários subtipos circulantes do HIV nas diversas regiões brasileiras e a variabilidade destes vírus, o que é importante para avaliar a resposta imune dos indivíduos infectados. Numa perspectiva futura, este levantamento poderá gerar subsídios para potencializar a eficácia de uma vacina no país", disse Marilda.

 

 

AIDS no Brasil

 

De 1980 a junho de 2008, foram notificados 506.499 casos de AIDS no país. Segundo critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem uma epidemia concentrada, com taxa de prevalência da infecção pelo HIV de 0,6% na população de 15 a 49 anos. Os índices da doença são crescentes no Norte e Nordeste. Em números absolutos, o Brasil registrou 192.709 óbitos por AIDS, de 1980 a 2006.

 

 

Pâmela Pinto

 

 

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS

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Dia / Mês/Ano:

GERAIS

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

 

Abrapa inicia campanha de Natal

01/11/2009

 

A ABRAPA - Associação Brasileira de Apoio aos Portadores de AIDS, Organização Não Governamental Sem Fins Lucrativos que presta auxílio a centenas de crianças e adultos em Jundiaí e região, está coordenando a Campanha "Sorriso De Esperança", que tem por objetivo principal proporcionar um Natal mais Feliz e Humano a estas pessoas e para tal esta contando com um time de primeira linha que estão cedendo seus autógrafos para estampar camisetas que serão entregues a colaboradores que aderirem a Campanha.

 

Personalidades que lutam por um Brasil melhor dentre eles, o Cantor e Apresentado Netinho de Paula, Rick e Renner, Daniel, Hugo e Tiago, Guilherme e Santiago, Fernando e Sorocaba, Regis Danese, Inimigos da HP, Juliano Cezar, Zé Henrique e Gabriel, Franco Levine, Mauricio e Marcelo, dentre outras personalidades estão se engajando na Campanha.

 

 

"A partir do dia 11 de novembro as pessoas que serão contatadas pela equipe da Abrapa e colaborarem com o valor de R$30,00 ou mais, receberão uma camiseta onde estarão estampados os autógrafos dos amigos da Abrapa, como forma de agradecimento." relata Marcelo Pena, Presidente da Instituição.

 

 

Com os recursos obtidos a diretoria da Abrapa vai proceder a compra de cestas básicas e natalinas, roupas e brinquedos para as crianças que serão entregues durante uma grande confraternização na semana que vai anteceder as festividades do Natal de 2010.

 

 

Para ajudar a ONG com outros valores, doeções podem ser feitas por meio de depósito na conta bancária do banco Itaú (agência: 0796 - Conta: 63.623-1).

 

 

 

Fonte: Abrapa

 

Dica de Entrevista

 

 

Jamir Silva

 

Jornalista e Relações Públicas

 

www.abrapajundiai.org.br

 

Tel.:(0XX11) 7690-8523

 

 

 

 

 

 

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A SEMANA

 

02/NOVEMBRO/09

 

 

SOS à hepatite

02/11/2009

 

 

A Anvisa autorizou a prescrição do medicamento Tenofovir aos portadores de HEPATITE B. A droga é atualmente usada para o tratamento da AIDS. A medida é fruto de uma ação inédita do Ministério da Saúde: diante da demora da empresa fabricante, a Gilead, em pedir autorização para uso do remédio no tratamento da hepatite, o próprio Ministério decidiu fazer a solicitação à Anvisa.

 

37,5 mil novos casos de hepatite (de todos os tipos) são registrados anualmente no Brasil. A informação é do Ministério da Saúde, que considera grave a incidência dessa doença no País

 

 

 

 

 

 

 

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