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Minotauro (Mônica
Bergamo) Mônica Bergamo
Tuberculose mata
meio milhão de soropositivos por ano
"Que mais
ninguém com HIV morra de TB"
Tuberculose afeta 65
mil (24/03/2009)
70% dos casais abrem
mão do preservativo
Hemomar e UEMA
realizam do ''trote solidário''
Cólera já atingiu
mais de 13 mil pessoas em Moçambique
SAÚDE: OMS adverte
que turberculose afeta pacientes de Aids
Italianos discordam
de declarações do Papa contra preservativos
Pedrinho Saradão
contra o Kid Fumacento é a nova peça do Teatro na Escola
Caixa alerta que 639
mil trabalhadores ainda não sacaram o PIS
Mortes por
tuberculose relacionadas à Aids dobram em 2007
Novas estratégias
contra a tuberculose
Mortes por
tuberculose relacionadas à Aids dobraram em 2007
Brasil ocupa a 17ª
no ranking de tuberculose
Falta de pesquisas
pode alastrar tuberculose, alerta ONU
Jornal do Vaticano
acusa imprensa de manipulação
Abandono do
tratamento da tuberculose preocupa secretaria
BA: ONGs gays
inauguram sede nesta quarta
Ministério da Saúde
financia ações anti-DST nas Paradas
Diminui taxa de
incidência de tuberculose no Brasil
1,4 milhão de
pessoas têm HIV e tuberculose ao mesmo tempo,
revela OMS
OMOS questiona o uso
de teste rápido anti-HIV
Programa Municipal é
destaque na revista CANAL RH
São Paulo - Programa
Municipal faz prevenção na semana de moda no centro
Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo envia carta ao PN
Nova camisinha feminina será comercializada no Brasil já em 2009
Brasil: casos de
tuberculose têm queda de 24,4% em sete anos
Pesquisa com 72 mil
alunos vai revelar a saúde dos estudantes brasileiros
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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FOLHA DE S. PAULO - SP
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ILUSTRADA |
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25/Março/09 |
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Terá forma de labirinto a
atividade de EDUCAÇÃO SEXUAL que o instituto Kaplan vai montar no Catavento,
museu interativo de ciências que será inaugurado
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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O GLOBO
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CIÊNCIA |
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25/Março/09 |
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Jornalista(s): Roberta
Jansen
Doença é principal causa de
morte dos portadores do HIV; estratégia
unificada é necessária, alertam especialistas
Cerca de meio milhão de pessoas
infectadas pelo vírus HIV morre anualmente
vítima da tuberculose - o dobro do que se imaginava até agora, segundo
relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado ontem no Fórum
Internacional de Combate à Tuberculose, no Rio.
A tuberculose é a principal
causa de morte dos soropositivos, mas, no ritmo atual, sua erradicação pode
levar milênios.
O número de pessoas
infectadas por ambas as doenças também dobrou e chega agora a 1,37 milhão de
casos por ano, segundo o Informe Global de Controle da Tuberculose 2009,
apresentado ontem. Combater as duas doenças em conjunto é apontado hoje como um
dos maiores desafios da OMS. Do total de mortes de soropositivos, 30% estão
relacionadas à tuberculose.
- Apenas 600 mil pessoas
com HIV foram testadas para tuberculose em 2007 -
afirmou o diretor-geral do Programa de AIDS da ONU (UnAids), Michel Sidibé.
A elevação não se deve,
necessariamente, a um aumento real do número de casos, mas a uma melhoria no
sistema de cálculo e à incorporação de novos dados de vários países da África
que, até agora, não os forneciam, segundo explicou o diretor do Departamento de
Tuberculose da OMS, Mario Raviglione.
A testagem de pacientes
soropositivos na África (com 70% dos casos mundiais de AIDS)
para a tuberculose passou de míseros 4% para 37% em 2007.
Os especialistas destacaram
também como motivo de grande preocupação o aumento do número de casos de
tuberculose extremamente resistente, que não podem ser tratados com
praticamente nenhum dos remédios disponíveis. O número chegou a 500 mil em
2007, com registros em 55 países, entre eles o Brasil.
O número de pessoas com
tuberculose no mundo é estimado em 9,27 milhões e, segundo o relatório, vem
caindo desde 2004 no ritmo lentíssimo de 1% ao ano.
- Nesse passo, vamos levar milênios
para erradicar a doença - constatou Raviglione.
Os países mais afetados são
a Índia e a China. O Brasil, que era o 16odo ranking, caiu para 18º .
A outra má notícia de ontem
foi em relação à crise global.
Os especialistas esperam
uma redução de US$ 1,6 bilhão no montante total investido este ano no combate à
doença.
- Os países precisam
entender que a verba de saúde não é um gasto, mas um investimento - afirmou
Michel Kazatchkine, diretor do Fundo Global de Combate à AIDS,
Tuberculose e Malária
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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O GLOBO
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CIÊNCIA |
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25/Março/09 |
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CORPO A CORPO MICHEL SIDIBÉ
"São duas doenças, AIDS e tuberculose,
mas uma única vida. É preciso haver integração."
Primeiro africano a assumir
a direção-geral do Programa de AIDS das Nações
Unidas (UnAids), Michel Sidibé, natural do Mali, tem
como uma de suas bandeiras reduzir a mortalidade de soropositivos por
tuberculose, que chega hoje a 30%. Para ele, o momento é de unir esforços para
lutar contras as duas doenças
O GLOBO: Recentemente, em
visita à África (região que concentra 70% dos casos de AIDS),
o Papa desaconselhou o uso da CAMISINHA.
Como africano e diretor do
UnAids, como o senhor recebeu esses comentários?
MICHEL SIDIBÉ: É importante dizer que não podemos errar o nosso alvo, perder
nossa perspectiva. O que o Papa disse na África foi infeliz, foi um erro de
comunicação. Mas o nosso alvo não é o Papa, nosso alvo é o HIV,
que atinge hoje 33 milhões de pessoas no mundo.
Mas o senhor não acha que,
ao pregar a abstinência e desaconselhar o uso da CAMISINHA,
o Papa está prestando um desserviço diante do trabalho que vocês vêm
desenvolvendo no continente e diante das inúmeras provas de que o PRESERVATIVO é uma das mais eficazes formas de prevenção?
SIDIBÉ: Acho que devemos ver essa situação como uma oportunidade para abrirmos
o debate sobre saúde sexual e educação.
Não há nenhuma evidência no
mundo de que o uso do PRESERVATIVO crie uma
sociedade mais promíscua. Há diversas provas de que a CAMISINHA
é um dos mais importantes elementos de prevenção. Vale lembrar ainda que 45%
das novas infecções atingem pessoas em relacionamentos estáveis e que 16% delas
são sorodiscordantes (um é positivo e o outro, negativo): ou seja, ou eles usam
PRESERVATIVOS ou se separam.
Como a crise financeira
pode afetar a resposta mundial à AIDS? SIDIBÉ: É um
problema sério. Com a crise, os países, sobretudo aqueles em desenvolvimento,
começam imediatamente a cortar recursos da área social. Um dos maiores desafios
hoje é saber como manter a resposta ao longo da crise.
Porque os países mais
pobres não têm uma rede social de proteção, de apoio aos menos favorecidos.
Então estamos fazendo esse apelo ao mundo para que não cortem os recursos
destinados ao tratamento de 4 milhões de pessoas, aos cuidados com todos os
órfãos. Não quero que nenhum paciente seja obrigado a optar entre os
medicamentos e a alimentação para os filhos.
A tuberculose aumentou
muito no mundo depois do advento da AIDS. As estratégias
e o tratamento não devem ser conjuntos? SIDIBÉ: Claro, são duas doenças, mas
uma única vida.
O importante hoje é usar a AIDS como oportunidade para melhorar essas soluções, para
que haja uma integração maior entre tuberculose e AIDS
com o objetivo de salvar vidas. Para que mais ninguém com HIV
morra de tuberculose.
Hoje, 30% dos soropositivos
morrem de tuberculose.
Podemos reduzir muito isso.
O senhor sempre fala em AIDS como oportunidade.
Essa é a tônica do seu
mandato? SIDIBÉ: Acho que a AIDS nos dá uma
oportunidade de mudar a sociedade, de lidarmos com importantes questões de
direitos humanos, de acabar com a violência sexual contra as mulheres, por
exemplo. E o acesso universal não é apenas um slogan, é uma questão de justiça
social. Temos que alcançar inclusive os inalcançáveis.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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O FLUMINENSE - RJ
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PAÍS |
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25/Março/09 |
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Apesar dos casos de
tuberculose terem caído 24,4% no Brasil em sete anos, o País continua na lista
das 22 nações com maior número de pessoas infectadas pela doença. Os dados
fazem parte de um relatório do Ministério da Saúde, divulgado ontem no Rio de
Janeiro.
De acordo com o estudo, por
ano, cerca de 65 mil brasileiros são infectados pela tuberculose e cinco mil
acabam morrendo. A incidência é de 39 casos por 100 mil habitantes e 70% estão
concentrados em 315 dos 5.565 municípios brasileiros. Entre os estados, os que
apresentam maior incidência são: Rio de Janeiro, Amazonas, Pernambuco, Pará e
Ceará.
Ao apresentar os números, o
ministro da Saúde, José Gomes Temporão, lembrou que, desde 2003, o controle da
tuberculose é prioridade para o Governo federal e que os resultados dos últimos
anos confirmam o forte investimento no combate à doença.
"Enquanto, em 2000, o
Brasil gastou US$ 9 milhões para combater a tuberculose, só em 2008, investimos
US$ 70 milhões no programa de combate e controle à tuberculose. De 2003 até
hoje, tivemos 10% de redução de novos casos, e nossa meta é que, até 2015, o
Brasil reduza pela metade o número de casos de tuberculose."
Segundo o ministro, para
acabar com a doença, o País precisa expandir o tratamento supervisionado, por
meio da Estratégia Saúde da Família, que já tem cobertura de 86% na rede
pública dos 315 municípios em situação mais crítica. Temporão disse que por
meio da atenção básica é possível prevenir doenças como a tuberculose.
O ministro lamentou que a
tuberculose tenha pouca atenção de laboratórios de pesquisa e de governos.
"Temos medicamentos e
estratégias que são praticamente os mesmos de quase 100 anos atrás. Os novos
testes são caros e inacessíveis aos países mais carentes, onde os casos de
tuberculose são mais comuns."
Ao participar da abertura
de um fórum sobre a doença, no Rio, o diretor-presidente do Fundo Global contra
a Tuberculose, AIDS e Malária, Michel Kazatchikine,
considerou inadmissível que nos dias de hoje, uma doença que já deveria estar
erradicada, mate por ano 9 milhões de pessoas no mundo.
"É uma doença curável,
que só existe porque é fruto da pobreza e das desigualdades sociais."
A Organização Mundial da
Saúde estima que 9 milhões de pessoas contraiam a doença por ano no mundo.
Deste total, quase 2 milhões morrem.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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CLICABRASÍLIA
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CIDADES |
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25/Março/09 |
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Jovens casais abrem mão do uso do PRESERVATIVO quando há confiança no parceiro. A conclusão é
de uma pesquisa do Pólo de Prevenção DST/AIDS da Universidade de Brasília. O levantamento mostrou
que, de 250 casais entrevistados, 70% não usam CAMISINHA.
O consumo de bebidas e drogas também provoca o esquecimento da proteção.
O coordenador do pólo,
Mário Angelo Silva, afirma que a falta de cultura do uso do PRESERVATIVO contribui para o aumento dos casos de HIV. "A AIDS continua sendo uma
doença do outro, estigmatizada e não prevenida adequadamente", enfatiza.
Os estudantes Natália e
João namoram há dois anos
Os resultados da pesquisa
são observados na prática. Os estudantes Natália Balbe, 20 anos e João Henrique
Dias, 21, namoram há dois anos. Desde o início do relacionamento, Natália toma
PÍLULA anticoncepcional e, com o tempo, eles passaram a ter relações sexuais
sem CAMISINHA. Antes de suspenderem o uso do PRESERVATIVO, não realizaram exames para detectar doenças
sexualmente transmissíveis.
"Se eu tivesse uma
vida muito ativa antes de começar a namorar teria me preocupado. Mas estamos
juntos há muito tempo e sempre usei CAMISINHA em namoros
anteriores", diz João Henrique. "Meu único medo é ficar
grávida", afirma Natália. O casal contou que usa PRESERVATIVO
em 50% das relações e nunca experimentou a CAMISINHA feminina.
"É grande e estranha. Nem saberia como colocar", comenta Natália.
PREVENÇÃO - Para incentivar
o uso do PRESERVATIVO e orientar sobre sexualidade e
doenças, existe há cinco anos na UnB o Pólo de Prevenção DST/AIDS. O projeto de extensão, ligado ao Departamento de
Serviço Social, distribui 4 mil PRESERVATIVOS
mensalmente a professores, servidores e alunos cadastrados no programa. O
projeto também realiza oficinas de EDUCAÇÃO SEXUAL em escolas de ensino médio
do Distrito Federal.
Cerca de 65% dos
cadastrados são homens, e a quantidade de camisinhas femininas
distribuídas é mínima. "As mulheres ainda têm dificuldade para exigir a
prevenção. Temos de desconstruir o mito de que o PRESERVATIVO
atrapalha o prazer ou que o uso é atestado de infidelidade", ressalta
Mário Ângelo Silva.
ATENDIMENTO - A equipe é
formada por 20 bolsistas de graduação, que dedicam 12 horas semanais ao
projeto. Os estudantes recebem treinamento antes de iniciar as atividades. São
eles que recebem o público e distribuem as camisinhas.
O aluno de Letras Tiago
Alves de Sousa, 24 anos, explica que os interessados preenchem uma ficha não
obrigatória com informações sobre a vida sexual. "Fazemos uma entrevista
de acolhimento, um bate-papo informal, onde tiramos dúvidas sobre sexualidade.
É um trabalho delicado, você tem de ter cuidado ao lidar com a intimidade
alheia", diz.
NOVIDADE - Desde junho de
2008, o pólo faz a distribuição de um novo modelo de CAMISINHA
feminina. Elas são maiores, têm anel mais flexível e possuem, numa das
extremidades, uma espécie de esponja circular. O formato garante mais segurança
para a mulher, pois evita vazamentos ao retirar o PRESERVATIVO.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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IMIRANTE.COM
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25/Março/09 |
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25/03/2009 - 07h37
SÃO LUÍS - A Universidade
Estadual do Maranhão (UEMA) e o Hemomar realizam hoje (25) uma campanha de
doação de sangue intitulada "Trote Solidário", no horário das 10h às
19h, em frente ao CCT, onde uma Unidade Móvel do Hemomar estará realizando a
coleta do material.
Antes da campanha, às 9h,
no auditório do CCT, será realizada uma palestra com o professor mestre e
doutorando, Flávio Nunes Pereira, com o tema: Detecção de falha em estruturas
mecânicas por métodos computacionais.
Será realizada, ainda uma
outra palestra, logo no início do “trote”, com a responsável do setor de coletas
externas, Valmar Costa, sobre a importância da doação voluntária.
Qualquer pessoa entre 18 e
65 anos, que pese mais de
Fonte: Ascom UEMA
Imirante
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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DIÁRIO CATARINENSE – SC
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25/Março/09 |
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Países com maior incidência
O Brasil passou da 16ª para
a 17ª posição no ranking dos 22 países com maior incidência de tuberculose no
mundo. São 48 casos por 100 mil habitantes, de acordo com o Relatório de
Controle Global da Tuberculose 2009, lançado ontem pela Organização Mundial de
Saúde (OMS).
Apesar da incidência de
casos per capita estar diminuindo no mundo, o diretor-executivo do Fundo Global
contra a Aids, Tuberculose e Malária, Michel Kazatchkine,
teme que a crise global provoque redução do financiamento, revertendo os
avanços já conquistados.
Este ano, segundo ele, o
Fundo Global tem um orçamento de US$ 3 bilhões e necessidade de US$ 4,6
bilhões.
– É pouco dinheiro se
comparado com o que está sendo gasto com o resgate de instituições financeiras.
É necessário que o mundo se foque nas instituições que realmente funcionam e
salvam vidas – disse ele.
De acordo com o relatório,
que traz dados de 2007, apesar de o governo estar investindo mais recursos e
melhorando os programas de controle da doença, o país ainda tem uma taxa de
cura baixa, de 77%, enquanto a OMS preconiza 85%.
Em comparação aos outros
países, o percentual de tuberculose multirresistente (que não responde às duas
principais drogas utilizadas no tratamento) é de apenas 0,9%, bem menor do que
a média global de 4,9% de prevalência sobre os casos registrados da doença.
O país também faz parte do
grupo de 56 países que já reportou pelo menos um caso de tuberculose
extremamente resistente (não responde a praticamente nenhuma droga conhecida).
Todos os três pacientes
eram do Rio de Janeiro e morreram.
Rio de Janeiro
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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ÁFRICA 21
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25/Março/09 |
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25/03/2009 - 07:00
Saúde
Já a luta contra a malária
tem vindo a apresentar resultados positivos, com redução do número de casos em
cerca de 24 por cento.
Da Redação
Maputo - Mais de 13 mil
casos de cólera foram diagnosticados, em Moçambique, nos primeiros três meses
do ano, representando mil casos a mais em relação aos registados em todo o ano
de 2008, segundo dados divulgados pelo ministro da Saúde, Ivo Garrido.
De acordo com o jornal
Notícias, de Maputo. pelo menos 120 pessoas já morrerem em consequência da
doença.
Dados estatísticos do ano
passado referem a notificação de 12 mil casos e ocorrência de 150 óbitos em 12
meses.
Durante a abertura do 35º
Conselho Coordenador do Ministério da Saúde, Ivo Garrido informou que no âmbito
da campanha nacional de saneamento e promoção de higiene, lançada no passado
dia 1 de Março pelo presidente da República, Armando Guebuza, foram
seleccionadas instituições modelo que deverão servir de inspiração em cada uma
das províncias do país para a manutenção de um ambiente saudável e de
seguimento de hábitos de higiene.
A ideia, segundo disse, é
incrementar progressivamente o número de tais instituições e prosseguir acções
de consciencialização das comunidades.
Segundo o ministro, já a
luta contra a malária tem vindo a apresentar resultados positivos. De acordo
com Ivo Garrido, desde 2007 verifica-se em todas as províncias, e pela primeira
vez nos últimos 20 anos, uma redução progressiva do número de casos e de mortes
por malária. A nível nacional, os casos sofreram uma redução de cerca de 24 por
cento, ou seja, reduziram de 6.336.000 para 4.832.000.
O número de mortes regista
queda de 3.998 para 2.949, significando uma baixa em cerca de 35 por cento.
Garrido disse que a redução que se regista está ligada, sobretudo, às campanhas
de pulverização intradomiciliária com insecticidas e tratamento da doença.
Além da malária, o sector
da Saúde regista, desde 2006, uma redução superior a 95 por cento de casos de
sarampo, ou seja, de 12.598 casos em 2005 para 278 casos suspeitos em 2008.
Também se verificam
melhorias no diagnóstico e tratamento da tuberculose, embora, segundo Garrido,
a taxa nacional de despiste esteja a subir lentamente, rondando já os 50 por
cento, mas a taxa de cura dos pacientes em tratamento é de 81,3 por cento.
Durante a sessão de
abertura do Conselho Coordenador, foi também apresentada a situação relativa ao
tratamento de pacientes de Sida / Aids com
anti-retrovirais, salientando-se que o número de beneficiários subiu de cerca
de 6000, em Dezembro de 2004, para mais de 135 mil presentemente.
Os resultados conseguidos
nos últimos tempos têm também relação com o plano de desenvolvimento de
recursos humanos. Segundo Ivo Garrido, em 2004 havia no Serviço Nacional de
Saúde 682 médicos, dos quais 258 estrangeiros. Actualmente existem 929 médicos,
dos quais apenas 194 são estrangeiros.
O número de médicos
nacionais cresceu em mais de 60 por cento, sendo que neste momento 108 dos 128
distritos do país contam com pelo menos um médico
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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GAZETA MERCANTIL
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25/Março/09 |
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25/03 - 06:54
FORTALEZA (CE), 25 de março
de 2009 - A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu nesta terça-feira que
os progressos na luta contra a tuberculose são muito lentos, ao mesmo tempo em
que dobrou a estimativa dos estragos que esta doença está provocando entre os
pacientes de HIV/Aids.
Um total de 9,27 milhões de
pessoas sofreram de tuberculose em 2007, um aumento de quase 30.000 em relação
ao ano anterior, que corresponde em linhas gerais ao crescimento da população,
de acordo com o relatório anual da OMS sobre o controle da doença.
Os dados incluem quase 1,4
milhão de pessoas infectadas com o HIV/Aids, contra aproximadamente 600.000 em 2006.
Atualmente se acredita que
mais de uma em cada quatro mortes - 456.000 dos 1,75 milhão de mortos por
tuberculose registrados em 2007 - diz respeito a um paciente de HIV/Aids.
"As descobertas
destacam a necessidade urgente de encontrar, prevenir e tratar a tuberculose na
pessoas que vivem com HIV e fazer exames de
HIV em todos os pacientes que sofram de
tuberculoses para fornecer prevenção, tratamento e atendimento médica",
afirmou a diretora geral da OMS, Margaret Chan.
A organização reitera ainda
que existem grandes carências na luta contra a tuberculose e no tratamento
coordenado das duas doenças, o que se deve fundamentalmente à pouca atenção ao
saneamento nos países em desenvolvimento, que são os mais afetados.
Somente um em cada sete
pacientes de HIV recebe tratamento preventivo da
tuberculose, destacou o director da OMS para o HIV/Aids, Kevin De Cock.
Em geral, mais de um terço
dos casos de tuberculose não é diagnosticado, o que deixa muitas pessoas sem
tratameento e, sobretudo, aumenta o risco de expansão da doença contagiosa.
Apesar da taxa global de
infecção da tuberculose ter caído em três anos a 139 casos por cada 100.000
pessoas, a melhora foi muito lenta, segundo Mario Raviglione, diretor de
operações contra a tuberculose da agência da ONU.
"Estamos falando de
menos de 1% ao ano, o que nos permitiria eliminar potencialmente a tuberculose
em um futuro muito distante: na realidade, estamos falando de séculos, ou
milênios", afirmou.
O aumento do impacto
estimado nos pacientes de HIV/Aids diminuiu em grande parte pelas melhores informações e
compreensão do problema.
"A revisão ilustra o
fato de que as pessoas que vivem com o HIV têm um risco de
desenvolver a tuberculoses 20 vezes maior que as pessoas sem HIV", afirma Cock.
Depois de uma grande
melhora na detecção desta doença extremamente contagiosa, nos últimos anos o progresso
estancou, ao mesmo tempo que o impacto das cepas da bactária da tuberculose que
resistem às drogas aumentou, infectando 500.000 pessoas.
Somente 1% delas recebem
tratamento e 150.000 morrem, de acordo com a OMS, que considera a resistência o
"calcanhar de Aquiles" dos esforços para combater a tuberculose.
A OMS reunirá 27 países que
correspondem a 85% dos casos de tuberculose que resistem aos tratamentos de
drogas múltiplas - incluindo Índia, Rússia, África do Sul e Bangladesh - em uma
reunião em Pequim no dia 1º de abril. (O Povo)
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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ÚLTIMO SEGUNDO
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25/Março/09 |
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25/03/2009 - 06:56 - AFP
Logo AFP
Mais de 52% dos italianos
desaprovam totalmente as declarações do Papa Bento XVI na viagem à África sobre
a distribuição de preservativos agravar
o problema da Aids, indica uma pesquisa publicada no
jornal
No total, 52,3% dos
italianos são totalmente contrários às declarações do Papa e 21,2% se declaram
bastante contrários.
Apenas 19,6% aprovam as
declarações do Sumo Pontífice, 15% se declaram bastante de acordo com as
afirmações e 4,6% totalmente de acordo, segundo a pesquisa do instituto Demos,
realizada entre os dias 18 e 23 de março.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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AGORA – RS
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25/Março/09 |
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O projeto social Teatro na
Escola, da Unimed Litoral Sul, em parceria com o grupo Sobrinhos de
Sheakespeare, apresenta, neste primeiro semestre, a peça "Pedrinho Saradão
contra o Kid Fumacento”, para crianças de 1ª a 4ª série da rede municipal de
ensino. Este é o quarto ano consecutivo de execução do projeto, o qual já é
considerado um grande sucesso.
A peça retrata os males que
o cigarro causa, principalmente nos jovens, numa trama que envolve os personagens
Kid Fumacento, o vilão, o garoto geração saúde, Pedrinho Saradão, e um amigo.
No elenco, Lizy Santorum, Vinicius Diniz e Jéber Costa. O texto e a direção são
de Vinicius Diniz. A peça tem como parceiro o Programa Municipal de Controle do
Tabagismo, através da coordenadora dr.ª Heloisa Soler.
O projeto Teatro na Escola
é desenvolvido sem custo para as escolas e já abordou vários temas, pois a cada
semestre desenvolve um assunto, tais como: drogas, Aids,
meio ambiente, higiene pessoal, cuidado com os animais e outros.
As escolas interessadas em
receber a peça devem entrar em contato com a assessora de comunicação da
Unimed, Luciana Pacheco, através do telefone 3231-3766 para efetuar o
agendamento.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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DIÁRIO DE TAUBATÉ
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25/Março/09 |
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Até agora, a Caixa liberou
R$ 5,127 bilhões em pagamentos do abono do PIS para 12.608.031 trabalhadores em
todo o país, e registrou, no exercício financeiro 2008/2009 o maior pagamento
da história do programa
A Caixa Econômica Federal
informou no dia 23, que 639.221 trabalhadores ainda não sacaram o abono
salarial do Programa de Integração Social (PIS) a que têm direito no calendário
atual, de 1º de julho de
Até agora, a Caixa liberou
R$ 5,127 bilhões em pagamentos do abono do PIS para 12.608.031 trabalhadores em
todo o país, e registrou, no exercício financeiro 2008/2009 o maior pagamento
da história do programa, com cobertura, até agora, de 95,17% dos 13.247.252 de
trabalhadores com direito ao abono - 11,16% a mais que no calendário anterior.
As unidades da Federação
com maiores volumes de benefícios a serem pagos são o Distrito Federal, com
327.420 trabalhadores; São Paulo, com 85.444; e Rio de Janeiro, com 52.952.
Quem ainda não recebeu o
abono do PIS, mediante crédito em conta ou no contracheque, pode sacar o
benefício com o Cartão do Cidadão nas máquinas de auto-atendimento, casas
lotéricas e Caixa Aqui, inclusive nos fins de semana. Se não tiver o Cartão do
Cidadão, basta procurar uma agência da Caixa, apresentar documento de
identidade e comprovante de inscrição no PIS.
Tem direito ao abono todo
trabalhador que foi cadastrado no PIS (iniciativa privada) ou no Pasep
(servidor público), até 2003, e trabalhou pelo menos 30 dias, consecutivos ou
não, no ano de 2007, com carteira assinada pelo empregador e rendimento de até
dois salários mínimos por mês, desde que o empregador tenha informado
corretamente seus dados de emprego.
Quem foi cadastrado no
PIS-Pasep até outubro de 1988 e tem salários mais altos recebe rendimentos.
Todo ano, o trabalhador acumula quotas que só podem ser retiradas em casos
previstos por lei, como aposentadoria, invalidez permanente, reforma militar,
transferência para a reserva remunerada, em casos de Aids ou
câncer do titular ou de seu dependentes, morte do titular, benefício
assistencial à pessoa portadora de deficiência, bem como por idade mínima de 70
anos.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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DIÁRIO DE PERNAMBUCO – PE
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VIDA URBANA |
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25/Março/09 |
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O teatro sempre foi excelente instrumento para
ajudar a refletir sobre a condição humana e os dramas sociais. É dela que o
Núcleo de Jovens Curimim se vale para levar a comunidades pobres temas
delicados como violência contra a mulher e feminização da AIDS.
Estarão às 16h, na Escola Aníbal Fernandes,
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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MIDIAMAX
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25/Março/09 |
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24/03/2009 22:25
Agência Brasil
Estudo divulgado hoje (24)
constata que, em 2007, foram contabilizados 1,4 milhão de novos casos de
tuberculose em pessoas infectadas pelo vírus do HIV. No
mesmo ano foram registradas 456 mil mortes por tuberculose associadas ao HIV - número duas vezes maior que o do ano anterior. Os
dados fazem parte do Relatório Global de Controle de Tuberculose 2009 divulgado
hoje (24), Dia Mundial da Tuberculose, pela Organização Mundial da Saúde, no
Rio de Janeiro, durante o 3º Forum Mundial de Parceiros Stop TB.
Segundo o diretor do
departamento de Combate à Tuberculose da Organização Mundial da Saúde (OMS),
Mario Raviglione, isso não significa que o número real de casos tenha duplicado
entre 2006 e 2007, mas que houve um aumento de testes de HIV
entre pacientes de tuberculose, sobretudo na África.
“Ainda assim, o número é
muito preocupante. Pelo menos um terço das quase 33 milhões de pessoas que têm HIV está infectado com a bactéria da tuberculose e é a maior
causa das mortes em pessoas com HIV. É fundamental
que os países combinem os tratamentos de HIV e turbeculose”,
defendeu.
Raviglione elogiou o
programa brasileiro de combate à Aids que, segundo
ele, é exemplar e inovador.
Segundo o diretor do
Programa Nacional de Combate à Tuberculose do Ministério da Saúde do Brasil,
Dráurio Barreira, ao contrário da maioria dos países, o Brasil não tem
apresentado aumento no número de pessoas com Aids
infectadas com tuberculose.
“Fomos pioneiros no acesso
universal ao tratamento com anti-retroviral. E sabemos que tratar a Aids evita a tuberculose. Além disso, temos como prioridade
dos dois programas a profilaxia e o controle da co-infecção de tuberculose-Aids. E porque nos antecipamos, temos felizmente taxas de
co-infecção muito menores do que o resto do mundo.”
A tuberculose é uma doença
contagiosa, transmitida por meio de tosse, fala e espirro de uma pessoa
infectada pelo bacilo de Koch.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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AGÊNCIA FAPESP
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25/Março/09 |
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24/3/2009
Por Washington Castilhos,
do Rio de Janeiro
Agência FAPESP – Duas
novidades foram anunciadas pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nesta
segunda-feira (23/3), durante o 3º Fórum Mundial de Parceiros Stop TB, evento
organizado pela Stop TB Partnership, iniciativa formada em 1998 que reúne
integrantes da Organização Mundial de Saúde, Banco Mundial e de instituições de
dezenas de países, e que está sendo realizado no Rio de Janeiro até a próxima
quarta-feira (25/3).
A partir do segundo
semestre deste ano, o Brasil adotará um novo esquema terapêutico para o
tratamento da tuberculose, com a introdução da chamada DFC (dose fixa
combinada) ou “quatro em um” – quatro drogas em um único comprimido. A medida
poderá aumentar a adesão de pacientes ao tratamento da doença – hoje, 8% deles
o abandonam antes da cura – e a diminuir a resistência do bacilo de Koch, que
atualmente ocorre em 1,4% dos casos.
A segunda novidade é que,
por meio de um acordo de transferência de tecnologia entre o Instituto de
Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz e o laboratório
indiano que produz o comprimido “quatro em um”, o medicamento poderá ser
produzido em breve no Brasil.
Doença que voltou com força
no mundo inteiro, principalmente a partir do surgimento da epidemia da Aids, a tuberculose sempre figurou no rol das chamadas
doenças negligenciadas. “Há pouco investimento em pesquisa e no desenvolvimento
de novas tecnologias de tratamento e diagnóstico. Hoje, ainda usamos
medicamentos e estratégias de combate à
doença de cem anos atrás. É necessário que a estratégia de combate a
esse mal esteja inserida dentro da política de atenção primária de qualidade”,
disse o ministro.
Temporão salientou que o
aumento significativo de recursos financeiros – em 2008, o Brasil gastou cerca
de US$ 70 milhões para o combate à doença, contra apenas US$ 9 milhões em 2000
– já começa a se expressar em resultados objetivos.
“Tivemos de 2003 para cá
uma redução de 10% no número de novos casos; nos últimos sete anos observamos
uma redução aproximada de 25% na incidência da doença e uma queda de 30% na
taxa de mortalidade. Além disso, há um grande esforço no sentido de ampliar a
capacidade brasileira de desenvolver tecnologia e produzir internamente
medicamentos para os programas de saúde pública”, disse.
O novo esquema terapêutico também
poderá baratear o custo para a saúde pública. Hoje, o tratamento de cada
paciente custa US$ 40 em seis meses. O “quatro em um” sairá por menos de US$
30.
No Brasil, foram
registrados 72 mil casos de tuberculose em 2007, quando 4,5 mil pessoas morreram
em decorrência da doença. O Rio de Janeiro é o estado de maior incidência, com
73,27 casos por 100 mil habitantes. Na favela da Rocinha a taxa de infestação
chegou a 600 casos por 100 mil, até cair para 100 casos por 100 mil entre 2005
e 2007 – ainda assim muito acima da média nacional, de 40 casos para cada 100
mil pessoas.
“No Rio de Janeiro ainda há
uma estratégia de combate tradicional, ou seja, o centro de saúde aguarda que o
paciente vá até ele. Em outros lugares do país, a estratégia é o contrário: o
programa de saúde da família vai até as pessoas. Nossa meta é aumentar essa
cobertura no Rio de Janeiro. Toda estratégia de facilitação do tratamento é
fundamental”, afirmou o ministro.
Segundo Temporão,
intervenções urbanísticas que garantam uma qualidade de vida melhor são
necessárias.
Mais vulneráveis
A incidência da tuberculose
entre os homens (cerca de 50 por 100 mil) é o dobro do que entre as mulheres. O
maior número de casos se concentra na faixa etária entre os 20 e 30 anos. Como
cerca de um terço da população mundial é portadora do bacilo de Koch, há
imunidade desenvolvida nas pessoas de maior idade.
As crianças, ao receber a
vacina pela primeira vez e entrar em contato com o bacilo, tornam-se a
população de maior risco, ao lado dos portadores de HIV.
Por isso, a atenção maior é sobre a faixa etária que vai até os 15 anos, para
que, se aquela infecção se transformar em doença, seja rapidamente
diagnosticada e tratada. A doença acaba ocorrendo em adultos que, quando
crianças, foram expostos ao bacilo e em alguma queda da imunidade – como no
caso da Aids – a doença se expressa.
As populações mais
vulneráveis são as indígenas (incidência quatro vezes maior do que a média
nacional), portadores de HIV (30 vezes maior),
presidiários (40 vezes maior) e moradores de rua (60 vezes maior).
Segundo Temporão, a
desigualdade social ainda é a grande causa da incidência da doença no país.
“Ela atinge principalmente a parcela de nossa população que vive à margem do
desenvolvimento social”, disse o ministro da Saúde.
Segundo a OMS, 22 países
concentram 80% dos casos de tuberculose no mundo. Nos últimos três anos, o
Brasil passou da 14ª posição para a 16ª no ranking mundial. A próxima edição do
Relatório Mundial da Tuberculose, da OMS, será divulgada nesta terça-feira
(24/3) no 3º Fórum Mundial de Parceiros Stop TB.
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MS NOTÍCIAS
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Estudo divulgado hoje (24)
constata que, em 2007, foram contabilizados 1,4 milhão de novos casos de
tuberculose em pessoas infectadas pelo vírus do HIV. No
mesmo ano foram registradas 456 mil mortes por tuberculose associadas ao HIV - número duas vezes maior que o do ano anterior.
Os dados fazem parte do
Relatório Global de Controle de Tuberculose 2009 divulgado hoje (24), Dia
Mundial da Tuberculose, pela Organização Mundial da Saúde, no Rio de Janeiro,
durante o 3º Forum Mundial de Parceiros Stop TB.
Segundo o diretor do
departamento de Combate à Tuberculose da Organização Mundial da Saúde (OMS),
Mario Raviglione, isso não significa que o número real de casos tenha duplicado
entre 2006 e 2007, mas que houve um aumento de testes de HIV entre
pacientes de tuberculose, sobretudo na África.
“Ainda assim, o número é
muito preocupante. Pelo menos um terço das quase 33 milhões de pessoas que têm HIV está infectado com a bactéria da tuberculose e é a maior
causa das mortes em pessoas com HIV. É fundamental
que os países combinem os tratamentos de HIV e turbeculose”,
defendeu.
Raviglione elogiou o
programa brasileiro de combate à Aids que, segundo
ele, é exemplar e inovador.
Segundo o diretor do
Programa Nacional de Combate à Tuberculose do Ministério da Saúde do Brasil,
Dráurio Barreira, ao contrário da maioria dos países, o Brasil não tem
apresentado aumento no número de pessoas com Aids
infectadas com tuberculose.
“Fomos pioneiros no acesso
universal ao tratamento com anti-retroviral. E sabemos que tratar a Aids evita a tuberculose. Além disso, temos como prioridade
dos dois programas a profilaxia e o controle da co-infecção de tuberculose-Aids. E porque nos antecipamos, temos felizmente taxas de
co-infecção muito menores do que o resto do mundo.”
A tuberculose é uma doença
contagiosa, transmitida por meio de tosse, fala e espirro de uma pessoa
infectada pelo bacilo de Koch.
24/03/2009 - 22:54
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CRUZEIRO DO SUL
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Cruzeiro On Line
O Brasil passou da 16ª para
a 17ª posição no ranking dos 22 países com maior incidência de tuberculose no
mundo. Porém, a taxa de 39 casos para 48 por 100 mil habitantes, de acordo com
o Relatório de Controle Global da Tuberculose 2009, lançado nesta terça-feira
(24) pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no 3º Fórum Stop TB.
Apesar da incidência de
casos per capita vir caindo no mundo, o diretor-executivo do Fundo Global
contra a Aids, Tuberculose e Malária, Michel
Kazatchkine, teme que a crise global provoque redução do financiamento,
revertendo os avanços já conquistados. Este ano, segundo ele, o Fundo Global
tem um orçamento de US$ 3 bilhões e necessidade de US$ 4,6 bilhões, ou seja,
US$ 1,6 bilhão a menos do que o para combater a tuberculose.
"É pouco dinheiro se
comparado com o que está sendo gasto com o resgate de instituições
financeiras", disse ele. "É necessário que o mundo se foque nas
instituições que realmente funcionam e salvam vidas", completou. De acordo
com o relatório, que traz dados de 2007, apesar de o governo estar investindo
mais recursos e melhorando os programas de controle da doença, o País ainda tem
uma taxa de cura baixa, de 77%, enquanto a OMS preconiza 85%.
Em comparação aos outros
países, o porcentual de tuberculose multirresistente (que não responde às duas
principais drogas utilizadas no tratamento) é de apenas 0,9%, bem menor do que
a média global de 4,9% de prevalência sobre os casos registrados da doença. O
País também faz parte do grupo de 56 países que já reportou pelo menos um caso
de tuberculose extremamente resistente (não responde a praticamente nenhuma
droga conhecida). Todos os três pacientes eram do Rio de Janeiro e morreram.
MUNDO
O Relatório Global mostra
que o número de casos de tuberculose relacionados ao HIV/Aids estava sendo subestimado. Uma revisão dos dados elevou
de 700 mil para 1,4 milhão o número de infectados. A tuberculose é a principal
causa de morte em pacientes com HIV.
Apesar de o número de novos
casos per capita vir caindo, ele ainda cai num ritmo lento, de menos de 1% ao
ano. A OMS estima que um terço dos casos não são notificados, especialmente na
África e na Ásia. Em 2007 foram registrados 9,3 milhões de casos no mundo, 92
mil deles no Brasil.(AE)
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TERRA
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24 de março de 2009 • 21h29
• atualizado às 21h38
A ONU advertiu nesta
terça-feira que a tuberculose, doença que apesar de ter cura mata 1,75 milhão
de pessoas ao ano, pode se propagar ainda mais se, em virtude da crise, forem
reduzidos os fundos para pesquisa.
"Não aceitamos que, em
nome da crise, uma pessoa seja obrigada a escolher entre pagar pelo tratamento
e dar de comer a seus filhos", afirmou hoje o secretário-geral da ONU para
a Aids, Michel Sidibé, num fórum mundial que acontece
no Rio de Janeiro e que coincide com o Dia Internacional contra a Tuberculose.
Este ano, calcula-se que
US$ 3 bilhões serão destinados ao combate da doença, que infecta 9,27 milhões
de pessoas a cada ano.
De acordo com a ONU, 87%
desse dinheiro vem dos Governos de 94 países, em sua maioria europeus; 9%, do
Banco Mundial (BM), e o restante, de doadores privados.
Ainda segundo a
organização, seriam necessários mais US$ 1,6 bilhão para, até 2015, reduzir à
metade as mortes causadas pela tuberculose, meta que faz parte de um dos
Objetivos do Milênio.
"Com este panorama,
achamos que, em
A estreita relação entre a Aids e a tuberculose é uma das maiores preocupações da
Organização Mundial da Saúde (OMS), que hoje revelou que 25% dos mortos por
tuberculose, quase meio milhão ao ano, estavam infectados com o vírus HIV, o dobro do que se pensava até agora.
"A integração dos
tratamentos contra a Aids e a tuberculose
é o melhor modo de curar ambas as doenças e de restaurar a dignidade das
pessoas", defendeu Sidibé.
Além desta mortal
combinação de doenças, a OMS constatou que a queda na incidência da tuberculose
é "extremamente lenta", de 1% ao ano.
"A este ritmo, só a
erradicaremos em vários milênios. Temos que acelerar o combate usando todo nosso
armamento e apostando na inovação", destacou o diretor do departamento de
tuberculose da OMS, Mario Raviglione.
Outra tendência perversa é
a estagnação da percentagem dos casos diagnosticados. Acredita-se que um terço
das mortes por tuberculose não entram nas estatísticas porque a doneça sequer é
detectada.
A falta de experiência de
alguns médicos ou o abandono precoce do tratamento pelos pacientes estão
contribuindo para a multiplicação da variante resistente da bactéria causadora
dadoença, que já infectou 500 mil pessoas e é "muito mais difícil de
tratar e muito mais letal", declarou Raviglione.
De acordo com o
especialista, pelo menos 10% destes casos ainda evoluem para a variante
"multirresistente", que resiste à maioria dos remédios atuais, motivo
pelo qual os doentes passam a ter grandes chances de morrer.
Casos de tuberculose
super-resistente já foram detectados em 55 países, entre eles Brasil,
Argentina, Colômbia, Equador, México e Peru e Espanha.
No entanto, tanto a América
Latina como a Europa são regiões que caminham bem para o alcance das metas da
OMS. No outro extremo, porém, estão a África, as antigas repúblicas soviéticas
e o Sudeste Asiático.
O secretário-executivo da
Associação Stop TB, Marcos Espinal, pediu confiança nos avanços científicos,
que prometem revolucionar o tratamento nos próximos anos.
Espinal disse que vários
laboratórios estão testando novos remédios que poderiam reduzir o tempo de
tratamento de seis para quatro meses, e que, além disso, está em
desenvolvimento uma inovadora ferramenta de diagnóstico para a variante
multirresistente aos medicamentos.
Mas a grande novidade virá
quando acabar o desenvolvimento de alguma das nove vacinas atualmente em fase
de testes, que, segundo Espinal, poderão ajudar na erradicação definitiva da
doença.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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JORNAL DA MÍDIA – BA
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MUNDO |
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25/Março/09 |
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# Agência ANSA
Terça-feira, 24/03/2009 -
19:51
Cidade do Vaticano - O
jornal L'Osservatore Romano acusou nesta terça-feira a imprensa italiana de
"manipulação" ao se referir à polêmica causada por afirmações feitas
ontem pelo presidente da Confederação Episcopal Italiana (CEI), cardeal Angelo
Bagnasco, que inaugurou o conselho de bispos da organização.
A publicação alega que a
imprensa buscou associar, de maneira proposital e manipulada, os conceitos de
"confronto de ideias entre duas culturas" e "conflito entre duas
culturas".
O L'Osservatore Romano fez
menção aos comentários de Bagnasco sobre as diferenças entre a cultura que
considera o homem como "uma realidade que se diferencia do restante da
natureza" e outra que vê o ser humano como "um mero produto da evolução
do cosmo".
Desta forma, o religioso se
referiu ao darwinismo, afirmando que a "interpretação exasperada e
unilateral" da teoria pode levar a um "niilismo" que induz à
"desagregação do homem a uma sociedade individualista", que só incita
"a injustiça e a violência".
Em seu editorial de ontem,
o jornal vaticano já havia criticado a imprensa italiana, acusando-a de haver
dado destaque excessivo à "infundada" polêmica que envolveu as
declarações do papa Bento XVI sobre métodos de combate à Aids.
Há uma semana, durante sua
viagem de ida a Camarões, o Pontífice defendeu uma renovação moral como forma
de enfrentar a propagação do vírus HIV e disse que o uso
de preservativos não resolve o problema.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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24 HORAS NEWS
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25/Março/09 |
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24/03/2009 - 19h47
Redação 24HorasNews
A Secretaria de Saúde de Cuiabá notificou
334 casos de tuberculose em 2008, o que representa 63 casos por cada 100 mil
habitantes. A taxa de cura dos pacientes ficou em 68,8%, abaixo do preconizado
pelo Ministério da Saúde, que é de 85%. Este quadro é resultado do abandono do
tratamento por diversos fatores, dentre eles mudanças de cidade, intolerância
às reações provocadas pelo medicamento e falta de informação sobre os riscos
oferecidos pela doença.
A tuberculose, explica a enfermeira
Brasilina Freitas, coordenadora do Programa de Combate à Tuberculose de Cuiabá,
é uma doença contagiosa que ataca principalmente os pulmões e outras partes do
corpo como rins, olhos e ossos. E é uma das doenças infecciosas que mais mata.
Hoje (24-03), Dia Mundial da Tuberculose,
profissionais do Centro de Saúde Dom Aquino distribuíram panfletos orientativos
sobre a doença. “Ela é transmitida de uma pessoa doente para outra sadia, pelo
ar que respiramos, através da tosse, espirro e fala”, diz o folder, ressaltando
que todos correm risco de adoecer, mas as principais vítimas são pessoas que
convivem com doentes de tuberculose em locais fechados. “Ou aquelas em
condições de alimentação, habitação e saúde precárias e portadores de doenças
como diabetes, Aids e alcoolismo”, acrescenta a
enfermeira Franciana Cândida de Freitas, uma das coordenadoras da ação
promovida pela unidade.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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MIXBRASIL
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25/Março/09 |
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24/3/2009
Por Redação
Na próxima quinta,
Assim que for inaugurado, o
Centro atenderá diariamente a população oferecendo programas de combate a DSTs, além de atendimento jurídico e psicológico. A sede
fica na Rua Dr. Carlos de Azevedo, 25, Centro.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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MIXBRASIL
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25/Março/09 |
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24/3/2009
Por Redação
O programa Nacional de DST e Aids do Ministério da
Saúde abriu as inscrições para financiar projetos que tem o intuito de atuar na
prevenção e combate à Aids e outras DSTs, tendo como foco principal as Paradas LGBTs pelo
Brasil. Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o projeto deste ano detém uma
verba no valor de 1 milhão de reais. Cada projeto leva até R$ 20 mil.
Semelhante à iniciativa
promovida pelo Ministério da Saúde no Carnaval de Salvador, a verba também será
destinada a realização de testes rápidos de HIV.
As inscrições de projetos
serão aceitas até o dia 27 de março, com resultados divulgados no dia 17 de
abril. Para mais informações, acesse o edital do programa aqui.
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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ESTADÃO ONLINE - SP
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25/Março/09 |
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24 de março de 2009, 15:13
| Online
País ficou em 18º na lista
da OMS dos 22 países com maior incidência da doença no mundo
Fabiana Cimieri, de O
Estado de S. Paulo
RIO - O Brasil passou da 16ª para a 18ª posição
no ranking dos 22 países com maior incidência de tuberculose no mundo. A taxa
estimada diminui de 50 casos por 100 mil habitantes para 48, de acordo com o
Relatório de Controle Global da Tuberculose 2009, lançado nesta terça-feira,
24, pela Organização Mundial de Saúde, no 3º Fórum Stop TB.
O Ministério já fechou os
dados de 2007, e, embora eles ainda não tenham sido repassados para a OMS, o
número de casos foi bem menor do que o estimado: cerca de 80 mil casos e uma
taxa de 39 casos por cem mil habitantes.
De acordo com o relatório,
que traz dados de 2007, apesar de o governo estar investindo mais recursos e
melhorando os programas de controle da doença, o País ainda tem uma taxa de
cura baixa, de 77%, enquanto a OMS preconiza 85%.
O coordenador geral do
Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Draurio Barreira, afirma que os
índices não são melhores porque em 12% dos casos não se sabe o que aconteceu
com o paciente. "Ele estava no meio do tratamento e de repente não se tem
mais informação, se morreu, se curou", explicou, dizendo que um dos
programas do Ministério da Saúde consiste justamente em monitorar melhor o
paciente.
Em comparação aos outros
países, o percentual de tuberculose multirresistente (que não responde às duas
principais drogas utilizadas no tratamento) é de apenas 0,9%, bem menor do que
a média global de 4,9% de prevalescência sobre os casos registrados da doença.
Uma pesquisa realizada pelo
Programa Nacional de Controle da Tuberculose com 12.341 pessoas
O País também faz parte do
grupo de 56 países que já reportou pelo menos um caso de tuberculose
extremamente resistente (não responde a praticamente nenhuma droga conhecida).
Todos os três pacientes eram do Rio de Janeiro e morreram.
Nos dias 1, 2 e 3 de abril,
uma conferência em Pequim discutirá a questão da resistência crescente às
drogas utilizadas no controle da tuberculose. "O resultado da pesquisa
indica que temos boas perspectivas de controlar um problema que é crescente no
mundo. Tudo indica que o Brasil se estabilizou, analisou Barreira.
O relatório da ONMS também
elogia o Brasil por ter melhorado o sistema de notificação de incidências.
Desde 2005 os sistemas de mortalidade e de controle de tuberculose estão
conectados. Isso permitiu que 19.064 casos duplicados fossem removidos das
estatísticas.
Para o consultor da
Organização Pan-Americana de Saúde, Rodolfo Rodrigues, o Brasil está muito bem.
"O número de casos continua alto, mas pela taxa ele nem estaria no grupo
dos 22 países mais afetados." Segundo ele, o País deve alcançar a meta do
milênio para a tuberculose nos próximos dois anos. Em 1990, os países membros
da ONU se comprometeram a reduzir em 50% os números de incidência e letalidade
da doença.
Mundo
Apesar da incidência de
casos per capita vir caindo no mundo, o diretor-executivo do Fundo Global
contra a Aids, Tuberculose e Malária, Michel
Kazatchkine, teme que a crise global provoque redução do financiamento,
revertendo os avanços já conquistados. Este ano, segundo ele, o Fundo Global
tem um orçamento de de US$ 3 bilhões e necessidade de US$ 4,6 bilhões, ou seja,
US$ 1,6 bilhão a menos do que o para combater a tuberculose.
"É pouco dinheiro se
comparado com o que está sendo gasto com o resgate de instituições
financeiras", disse ele. "É necessário que o mundo se foque nas instituições
que realmente funcionam e salvam vidas", completou.
O Relatório Global mostra
que o número de casos de tuberculose relacionados ao HIV/ Aids estava sendo subestimado. Uma revisão dos dados elevou
de 700 mil para 1,4 milhão o número de coinfectados. A tuberculose é a
principal causa de morte em pacientes com HIV.
Apesar de o número de novos
casos per capita vir caindo, ele ainda cai num ritmo lento, de menos de 1% ao
ano. A OMS estima que um terço dos casos não são notificados, especialmente na
África e na Ásia. Em 2007 foram registrados 9,3 milhões de casos no mundo, 92
mil deles no Brasil.
Texto atualizado e
corrigido às 19h24
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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO |
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AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS
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Editoria: |
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Dia /
Mês/Ano: |
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25/Março/09 |
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Michel Sidibé fala no Fórum
Stop TB
24/03/2009 - 16h
O número de casos de
pessoas com HIV e tuberculose aumentou, segundo
relatório global lançado hoje (terça, 24) pela Organização Mundial da Saúde. O
anúncio foi feito durante o 3º Fórum Stop TB Partners, no Rio de Janeiro. Pelo
menos 1,4 milhão de pessoas em 2008 têm a coinfecção por ambas as doenças, o
dobro do número registrado em 2007. “Isso nos mostra que devemos manter uma
aliança maior (no combate às doenças) e a crise global não deve ser uma
desculpa para a falta de tratamento e morte dessas pessoas”, disse o diretor do
Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids (UnAids), Michel Sidibé.
Outra má notícia é de que
456 mil mortes são registradas pela coinfeção ao ano. O diretor de tuberculose
na OMS, Mario Raviglione, explicou que o novo relatório foi feito com base numa
revisão de dados. “Isso aconteceu depois de ampliarmos a base de coleta,
especialmente na África”, informou. “Temos que reduzir esse número de mortes e
o objetivo de acesso universal de tratamento ao HIV tem
que incluir a erradicação da tuberculose também em serviços combinados para
salvar vidas”, afirmou Michel Sidibé.
A taxa de incidência de
tuberculose cai gradativamente no mundo, mas de forma muito lenta: cerca de 1%
ao ano. “Vamos demorar milênios para erradicar a doença nesse ritmo. Precisamos
usar todo nosso arsenal possível contra esse mal”, reclamou Mario Raviglione.
A quarta má notícia do dia
foi a de que 1/3 dos casos estimados de tuberculose no mundo não são
diagnosticados, ou seja, os pacientes morrem sem ao menos saber da doença.
O relatório revela ainda um
aumento na testagem de HIV em pessoas com TB
na África. Em 2004, apenas 4% dos pacientes foram testados para o HIV no continente. Em 2007, o número subiu para 37%. No
entanto, na maioria dos países ao redor do mundo, esse índice é de 75%.
Para 2009, o orçamento do
Fundo Global de Aids, Tuberculose e Malária é de cerca
de 1,6 bilhão de dólares para ajudar 94 países. “Isso é tão pouco dinheiro, em
comparação ao usado nessa crise financeira para salvar bancos. A saúde não é um
gasto, mas um investimento”, disse Michel Kazatchkine, diretor-executivo do
Fundo. Em
“Espero que o Brasil leve
esse tema de saúde na semana que vem na reunião do G20 e em julho no G8.
Precisamos de todos os esforços possíveis”, acrescentou.
Multirresistência
Cinco países da América
Latina apresentam pelo menos um caso de tuberculose extremamente resistente ao
tratamento (conhecida como XDR). São eles Brasil, Chile, Colômbia, Argentina e
Equador.
No mundo, 500 mil pessoas
possuem a bactéria multirresistente (MDR), segundo dados de 2007, mas menos de
1% delas recebem tratamento recomendado pela OMS.
Nesta terça-feira é
comemorado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose.
Rodrigo Vasconcellos
A Agência de Notícias da Aids cobre o evento com apoio do Programa Nacional de
Controle da Tuberculose
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24/03/2009 - 18h
O SOMOS Comunicação, Saúde
e Sexualidade tem manifestado uma grande preocupação pela falta de normatização
do Ministério da Saúde na utilização da testagem rápida anti-HIV, que está sendo realizada como instrumento de marketing
para alavancar a campanha "Fique Sabendo" e vem utilizando
indiscriminadamente este método em eventos festivos como Carnaval e desfiles de
moda. Agora, o Programa Nacional de DST/Aids está estimulando que as ONG brasileiras façam o mesmo
nas Paradas do Orgulho LGBT.
Para o grupo SOMOS o
diagnóstico precoce é importante. Entretanto, está havendo uma grande confusão
entre o estímulo à testagem e o diagnóstico precoce com a utilização do método
de teste rápido nestes tipos de eventos, sem levar em consideração o impacto emocional
pessoal, que ainda provoca severos desdobramentos na vida afetiva, sexual,
familiar, social e laboral dos infectados e seus contatos, além de produzir
semelhantes efeitos indesejados nos âmbitos culturais, econômicos e político
das coletividades. Uma das dúvidas é a falta de regulação sobre as práticas de
aconselhamento nestas situações e não há nenhuma norma que regulamente tal
procedimento.
Para externar suas dúvidas
o SOMOS enviou uma correspondência ao PN e o mesmo emitiu, em resposta, a Nota
Técnica n° 68/GAB/PN DST-AIDS/SVS/MS, entretanto ainda restam muitas dúvidas e outro
fator que preocupa é que o diagnóstico só adquire sentido se houver o
decorrente ingresso em serviços assistenciais acessíveis e de qualidade, o que
não está acontecendo no país.
No Rio Grande do Sul, por
exemplo, a marcação de uma carga viral e CD4, que medem a quantidade de vírus
circulante e verifica como está o sistema imunológico do paciente, que indicará
se o portador do HIV deve ou não inicar o tratamento com
medicamentos, está levando, em média, cinco meses para tal. Então, de que
adianta a pressa no diagnóstico, se não está assegurado o apoio psicológico e
não existe a possibilidade de iniciar o tratamento imediatamente?
Fonte: SOMOS
Dica de entrevista
Gustavo Bernardes -
Coordenador Geral do Grupo SOMOS - Celular: 51.8130.9002
Alexandre Böer
Diretor da ABGLT para
Região Sul
Jornalista e Coord.
Projetos
SOMOS Comunicação, Saúde e
Sexualidade
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24/03/2009 - 17h50
O Programa Municipal de DST/Aids foi citado como
um case de boa gestão pública em reportagem da revista CANAL RH, especializada
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24/03/2009 – 17h10
Em sua segunda edição, o
Fashion Downtown - Semana de Moda no Centro Paulistano trás para a passarela,
instalada na movimentada Praça do Patriarca, as últimas tendências da moda
junto com ações de prevenção e combate à Aids. Um stand do
Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo (PM) foi instalado no local para oferecer
ao público, gratuitamente, o teste rápido de HIV,
das 10 às 17 horas, durante toda a semana. Os interessados em fazer o exame são
encaminhados para o CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) Henfil, que fica
ali do lado, na Rua Líbero Badaró. Ou para o centro mais próximo da região onde
mora. “As pessoas vão ao CTA e depois voltam aqui no stand mostrando que
realmente fizeram o teste”, contou Breno Aguiar, agente de prevenção do PM.
Segundo ele, até o fim do dia de ontem 31 pessoas haviam feito o teste.
O PM também está
distribuindo preservativos e tirando dúvidas das
pessoas sobre DSTs e Aids.
No primeiro dia, os agentes distribuíram dois mil e oitocentos preservativos masculinos e 50 camisinhas
femininas. Até o final do evento, a meta é dar 15 mil preservativos.
Além da ação dos testes, um
telão atrás da passarela exibe mensagens divulgando os serviços do PM, como
Plantão Jovem, Elas por Elas, PDR – Projeto de Redução de Danos e Cidadania
Arco-Íris. Enquanto passam as imagens, modelos femininos e masculinos desfilam
usando as camisetas dos projetos.
Segundo Gil Casemiro, do
PM, o objetivo das ações é massificar a informação sobre a Aids
“Não adianta só distribuir insumos é preciso orientar as pessoas para que o
conteúdo possa ser multiplicado.”
A Agência de Notícias da Aids entrevistou algumas pessoas que passaram pelo stand:
Para a estudante de Direito
Karen Garcia, deveriam acontecer mais ações como essas. “As pessoas estão
tímidas em buscar informações nos serviços de saúde, por isso fica mais cômodo
conversarem com o pessoal aqui”. Ela levou um folder do PM para divulgar na
faculdade os locais em que podem ser realizados testes de HIV.
A aluna de Pedagogia Jailza
de Almeida considerou a idéia de unir moda e Aids
muito boa. “Como os jovens hoje estão mais ligados em moda, eles vêm ver as
tendências e têm a oportunidade de conhecer os projetos e tirar dúvidas.”
Na manhã desta terça-feira,
o Fashion Downtown apresentou um desfile de mulheres da terceira idade com
roupas feitas com materiais recicláveis, como, por exemplo tecidos de guarda
chuvas velhos e garrafas pet. Essa edição conta com 30 grifes, entre elas
Cavalera, Spilberg, jessica Di Nett, Cotton R, TNG, Bongusto, spaço D D,
Overboard, Hering, JF Noivas, Lucia Fabro I, Montag, Ocasion R M, Bolsas
Carioca, Fem. Festa, Zá Pietha, entre outras.
O evento pode ser
acompanhado pelos sites www.vitrinesaobento.com.br,
www.vitrine25demarco.com.br, www.vitrinebras.com.br.
Talita Martins
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24/03/2009 - 16h30
O Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo envia carta ao Programa Nacional
de DST/AIDS. Leia a seguir o
texto na íntegra:
Ao Programa Nacional de DST/AIDS
Dra. Mariângela Simão
Em encontro realizado na
cidade de Sorocaba no estado de São Paulo, nos dias 23 e 24 de janeiro de 2009,
integrantes da Diretoria e da Comissão Política do Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo, definiram eixos prioritários
para nortear as ações de ativismo político em 2009. No dia 13 de fevereiro, em
reunião ordinária, a plenária do Fórum discutiu e aprovou o presente documento.
A defesa do Sistema Único
de Saúde (SUS) será uma das principais lutas do Fórum em 2009. Também foi
definida a necessidade de rever a organização interna, o funcionamento e as
articulações do movimento de luta contra a Aids no Estado.
Dentre as conclusões, destaca-se a necessidade de fortalecimento dos espaços próprios
do movimento. Deve ser avaliada a qualidade e a pertinência dos inúmeros
espaços governamentais que contam com a participação de ONGs e representantes
do Fórum.
Foram consideradas várias
questões que hoje interferem na melhoria e na qualificação das políticas de
assistência e prevenção das DST/Aids. A seguir, a pauta prioritária e posicionamento do
Fórum das ONG/AIDS do Estado de São Paulo referente
aos principais problemas levantados.
Diante disto vimos a
presença deste Programa solicitar um posicionamento frente às demandas que se
seguem:
Redução do diagnóstico
tardio e redução da mortalidade por Aids
3. Que sejam realizadas
campanhas permanentes (ano todo) de incentivo à testagem voluntária e consentida.
4. Devem se tornar claras e
públicas as medidas concretas a serem adotadas pelo estado e municípios para a
absorção, nos serviços, da demanda de novos resultados positivos.
5. São inaceitáveis os
números absolutos de óbitos por Aids no Estado.
Torna-se imprescindível que nos sejam apresentados, pelos programas
governamentais, os motivos e o perfil não só em relação aos óbitos, mas também
o perfil das pessoas que vivem com HIV que chegam
tardiamente aos serviços.
6. Solicitamos a
apresentação e o compromisso público, deste Programa, de metas numéricas e
prazos definidos para redução significativa de:
A. Números de mortes entre
as pessoas que vivem com HIV e Aids;
B. Percentuais de
Diagnóstico Tardio;
C. Número de novas
infecções pelo HIV.
Revisão da Política Pública
de Prevenção
7. As ações de prevenção
são responsabilidade constitucional do Estado e não devem ser executadas
exclusivamente pelas ONGs. Deve ser definida claramente a responsabilidade dos
municípios na execução de ações de prevenção, principalmente aquelas dirigidas
a públicos vulneráveis.
8. Que sejam aprimorados o
monitoramento e a avaliação da qualidade e eficácia das ações e projetos de
prevenção das ONG e dos governos.
9. Que sejam implantados
novos e adequados modelos de prevenção, capazes de superar o binômio “camisinha e folheto”.
10. Discussão de novos
conceitos e de novas tecnologias que possam vir a ser usados na prevenção, a
exemplo da hierarquização de riscos e da redução de danos (não só no uso de
drogas), da circuncisão, da profilaxia pré-exposição, dentre outros.
12. Definição clara da
responsabilidade do estado e municípios na execução dos planos de enfrentamento
da epidemia; exigimos respostas práticas e resultados dos planos HSH e de
Feminização.
13. Ampliação do acesso e a
fiscalização, com informes mensais, do quantitativo distribuído de preservativos masculino e feminino e de gel lubrificante.
14. Implementação de
políticas e estratégias de prevenção da transmissão do HIV e
outras DSTs dirigidas às pessoas que vivem com HIV e Aids.
No aguardo de uma resposta,
desde já agradecemos.
Solidariamente,
Rodrigo de Souza Pinheiro
Presidente
Fórum ONG Aids do Estado De São Paulo
Avenida São João 324, 7º
andar - sala 701
cep 01036-000 - São Paulo -
SP
CNPJ 02.736.953/0001-48
fone: (11) 3334-0704 e
fone/fax: (11) 3331-1284
sita: www.forumAidssp.org.br
e-mail:
forumongsp@uol.com.br
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25/Março/09 |
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24/03/2009 - 13h50
Na semana passada, a
agência dos Estados Unidos que regula a venda de medicamentos e outros insumos
médicos no país, autorizou a comercialização de uma nova camisinha
feminina. O produto pode custar até 30% menos do que os preservativos
para mulheres vendidos anteriormente (saiba mais). Desenvolvida pela empresa
norte-americana The Female Health Company, a camisinha
já está disponível no Brasil, de acordo com Simone Martins, representante da
companhia no país. O novo produto, explicou Simone, foi registrado pela Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e deve participar de licitações
públicas já em 2009.
A camisinha
lançada pela empresa dos EUA é “igualzinha” a anterior. O que muda, esclareceu
Simone Martins, “é a matéria-prima” e a forma de produção do insumo, o que
torna o custo final do produto até 30% mais barato.
A representante da The
Female Health Company diz, no entanto, que o preço da camisinha
no Brasil vai depender do volume de compras, sobretudo do setor público. Mas
ela ressalta que, “globalmente”, a redução do custo é de cerca de 30%.
Geraldo Mattar, diretor da
Semina, a única importadora dessa camisinha feminina no
Brasil, afirma que, “primeiramente”, o produto participará de licitações
públicas. Isso ainda no primeiro semestre deste ano. “Nas farmácias somente no
2º semestre”, disse. Ou seja, o consumidor comum só poderá comprar o produto
depois de julho. O preço de cada unidade da camisinha
no país ainda está em análise.
Léo Nogueira
DICA DE ENTREVISTA
Simone Martins -
representante da The Female Health Company no Brasil
Tel.: (0XX11) 3285-3700
E-mail:
simonemartins@gpsteam.org
Geraldo Mattar – diretor da
Semina
Tel.: (0XX11) 5014-7800
E-mail:
geraldo@semina.com.br
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25/Março/09 |
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24/03/2009 - 12h35
Relatório do Ministério da
Saúde aponta queda de 24,4% na incidência e 31% nas mortes por tuberculose no
país em sete anos. O balanço, fechado com dados de 2007 que serão divulgados
hoje, confirma essa tendência. No último ano, foram registrados 72 mil novos
casos, com uma média nacional de 38,2 casos por 100 mil habitantes.
O levantamento também
aponta 4,5 mil mortes em decorrência da doença. No Brasil, 70% dos casos estão
concentrados em 315 dos 5.565 municípios. As maiores incidências estão nos
estados do Rio de Janeiro (73,27 por 100 mil), Amazonas (67,60), Pernambuco
(47,79), Pará (45,69) e Ceará (42,12). A região Centro-Oeste apresenta a menor
taxa do país – em Goiás, são 9,57 por 100 mil habitantes. No Distrito Federal,
12,09 por 100 mil.
A incidência entre os
homens (cerca de 50 por 100 mil) é o dobro do que entre as mulheres. Já as
populações mais vulneráveis são as indígenas (incidência quatro vezes maior do
que a média nacional); portadores de HIV (30 vezes maior);
presidiários (40 vezes maior); e moradores de rua (60 vezes maior). No entanto,
há ocorrências em todos os segmentos da sociedade, independente da renda ou da
escolaridade.
CONTROLE – Em 2003, o
combate à tuberculose foi incluído entre as prioridades do Ministério da Saúde.
Desde então, registra-se uma queda média de 1,6% ao ano na incidência. A meta
nacional, que seguramente será atingida, é chegar a 2011 com, no máximo, 70 mil
novos casos. E, até 2015, reduzir pela metade a taxa registrada nos anos 1990,
que teve em média 80 mil novos casos. O ano de 1990 é referência para o
controle da tuberculose no mundo, quando foram estabelecidos os Objetivos do
Milênio.
Segundo a Organização
Mundial da Saúde (OMS), 22 países concentram 80% dos casos de tuberculose no
mundo. Nos últimos três anos, o Brasil passou da 14ª para a 16ª posição no
ranking mundial da doença, segundo dados do último relatório da OMS. “Nosso
objetivo é sair dessa relação em curto prazo”, afirma Draurio Barreira, coordenador
geral do Programa de Controle da Tuberculose no Ministério da Saúde. Em termos
de incidência, o Brasil ocupa a 108º posição na lista internacional.
A próxima edição do
Relatório Mundial da Tuberculose da OMS será divulgada nesta terça-feira, 24 de
março, Dia Mundial de Combate à Tuberculose. A apresentação será durante o 3º
Fórum de Parceiros Stop TB, evento internacional que acontece no Rio de
Janeiro, de
AÇÕES – Com orçamento
nacional para o controle da tuberculose ampliado em mais de 10 vezes desde
2002, o Ministério da Saúde planeja eliminar a doença como um problema de saúde
pública até 2050. Somente em 2008 foram investidos 69,1 milhões de dólares no
programa de combate e controle à tuberculose. Várias ações realizadas no país
contam com o apoio do Fundo Global contra a Tuberculose, a Aids e
a Malária, sediado em Genebra.
Além disso, o Ministério da
Saúde tem investido parte do orçamento na assistência aos pacientes com o
bacilo de Koch. Todos têm acesso ao tratamento na rede pública (consultas,
exames, medicação, internação). O Ministério da Saúde também vem expandindo o
Tratamento Supervisionado (da sigla inglesa Directly Observed Treatment
Short-Course), que já tem cobertura de 86% na rede pública.
Esse programa consiste em
oferecer aos pacientes o monitoramento mais intenso por parte dos
profissionais. O objetivo é garantir que essas pessoas completem o ciclo de
tratamento, em vez de abandoná-lo antes de estar curado. Isso porque ao ser
iniciado o tratamento, o desafio passa a ser a adesão durante o tempo
necessário para a cura, que leva, em geral, seis meses. “Os sintomas regridem
muito rapidamente. Imagine um tratamento de seis meses em que com 15 dias o
paciente se sente bem, então ele acaba por abandoná-lo”, observa Barreira.
HISTÓRICO – A tuberculose é
uma doença causada pelo bacilo de Koch (mycobacterium tuberculosis) que afeta
vários órgãos do corpo, mas principalmente os pulmões. É transmitido pelo ar,
quando o paciente tosse, fala ou espirra. Os principais sintomas são tosse
prolongada, cansaço, emagrecimento, febre e sudorese noturna. Em
Fonte: Agência Saúde
DICA DE ENTREVISTA
Ministério da Saúde
Assessoria de Imprensa
Tel.: (0XX61)
3315-3580/2351
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25/Março/09 |
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24/03/2009 - 12h25
Um estudo inédito
envolvendo 72 mil adolescentes com idades entre 13 e 15 anos revelará
indicadores de saúde dos estudantes de escolas públicas e privadas de todo o
Brasil. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) fornecerá informações
sobre o ambiente escolar e o comportamento dos alunos. Os alunos também serão
medidos e pesados, o que permitirá traçar um perfil biométrico dos estudantes.
A coleta de dados começa no próximo dia 23 de março e vai até junho, nas 27
capitais.
A iniciativa é uma parceria
entre os Ministérios da Saúde e da Educação e o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE). Participam do levantamento estudantes do 9º ano
do Ensino Médio (antiga 8ª série) de duas mil unidades de ensino. O critério de
escolha das escolas foi aleatório, envolvendo alunos dos três turnos de ensino
(manhã, tarde e noite). Os dados individuais coletados (nomes dos alunos e das
unidades de ensino) pelo IBGE para elaboração da pesquisa serão utilizados
exclusivamente para fins estatísticos e não serão divulgados.
De acordo com Deborah
Malta, coordenadora geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis, da
Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, os adolescentes
encontram-se em fase de transição, saindo da infância, e podem estar expostos a
inúmeros fatores de risco que podem ter impacto na vida adulta. Entre esses
fatores estão fumo, álcool e outras drogas, maus hábitos alimentares,
sedentarismo e violência.
Esses fatores de risco
estão associados ao desenvolvimento da maioria das doenças crônicas
não-transmissíveis, como as cardiovasculares, que lideram as causas de óbito na
vida adulta no país e no mundo. Em 2005, quase 284 mil pessoas morreram em
decorrência de doenças do aparelho circulatório no Brasil. “É importante
monitorar essa população porque, com base nos resultados, poderemos propor
políticas públicas integradas, reduzindo possíveis danos no futuro”, diz
Deborah Malta.
AMBIENTE E COMPORTAMENTO –
O estudo também avaliará determinadas condições do ambiente escolar, como a
ocorrência de atos de vandalismo, depredação do patrimônio, existência de
cantina, presença de instalações e equipamentos esportivos e problemas de
violência na vizinhança.
Outro ponto que o inquérito
investigará é a ocorrência, entre os alunos, do chamado bulling – termo em
inglês que pode ser traduzido por humilhação. Serão avaliados aspectos como
xingamentos, constrangimento e agressão física e verbal, entre alunos. “Este
tema vem crescendo em importância nas escolas, mas ainda não existem pesquisas
nacionais que apontem a extensão deste problema”, comenta Deborah Malta.
METODOLOGIA E RESULTADOS –
Os alunos que quiserem participar da pesquisa responderão um questionário de
104 itens. A expectativa é que eles levem aproximadamente 20 minutos para
responderem às perguntas. As respostas serão marcadas diretamente em palmtops,
aparelhos semelhantes a uma agenda eletrônica, o que agilizará a reunião dos
dados e a análise dos resultados.
No começo de março, funcionários
do IBGE treinaram os 54 técnicos (dois por capital) que irão coordenar o
trabalho de campo. Ao todo, 400 pessoas, divididas em 100 equipes, farão a
coleta de dados. O número de equipes varia de três a cinco por unidade da
federação. Os dados deverão ser conhecidos entre dezembro de 2009 e início de
2010.
O projeto piloto da
pesquisa foi desenvolvido entre outubro e novembro de 2008, em Recife, Belém,
Rio de Janeiro e Luziânia (GO). Mais de 200 alunos, nas quatro cidades,
testaram os equipamentos de coleta de dados. O projeto da pesquisa foi aprovado
na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, ligada ao Conselho Nacional de
Saúde.
Fonte: Agência Saúde
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25/Março/09 |
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24/03/2009 - 10h50
“Se as pessoas seguissem a
doutrina da Igreja em matéria sexual, não haveria Aids no
mundo.” A opinião expressa na frase anterior é de João Pereira Coutinho,
colunista da Folha de S. Paulo. Em artigo publicado nesta terça-feira (24/03),
ele concorda com a política de prevenção ao HIV
defendida pelo Papa Bento XVI, embora faça alguma ressalvas. O pontífice prega
a abstiência e a fidelidade como as formas mais eficazes de combater a epidemia
provocada pelo vírus da Aids.
“Não é preciso ser católico
para comprovar a eficácia do método. Basta usar a cabeça, caso exista uma: se
os seres humanos fossem capazes de trilhar a visão de perfeição proposta pelo
papa, a possibilidade de contágio seria nula, ou quase. Acusar o papa de
espalhar a Aids na África não é apenas insulto grosseiro;
é irracionalismo grosseiro”, avalia o colunista.
“Só que os seres humanos,
ao contrário do que pensa Ratzinger, não são perfeitos em suas condutas
privadas. E o problema da visão do Vaticano sobre a sexualidade humana é
imaginar que o mundo é composto por anjos, e não por homens. Uma lamentável
falácia”, escreve João Pereira Coutinho. A seguir, o artigo na íntegra.
O ABC da Aids
O problema da visão do
Vaticano é imaginar que o mundo é composto por anjos, e não por homens
TENHO UMA amiga que não
gosta do atual papa. Razões? Ela responde: "Acho que ele é demasiado
católico". A primeira vez que ouvi a tese, chorei de rir. Mas chorei com
respeito. A tese expressa, com rigor e humor, o espírito do tempo sempre que o
papa resolve ser papa.
Mas, antes, vamos ao
essencial: se eu fizesse uma viagem pela África, onde existem 22 milhões de
infectados com o vírus da AIDS (no mínimo), não
teria dúvidas em aconselhar o uso da CAMISINHA. Mais:
hipocondríaco como sou, o mais natural era aconselhar o uso de várias camisinhas ao mesmo tempo, e ainda de uma roupa de mergulho,
e de um escafandro, e de uma rede de apicultor. Eu nunca facilito. Acontece
que, ao contrário do que possam imaginar, eu não sou o papa.
E o papa, a caminho do
continente negro, limitou-se a repetir o que toda a gente sabe mas finge que
não ouve: que a Igreja Católica, com total legitimidade, tem uma particular
doutrina sobre a sexualidade humana, onde a abstinência (antes do casamento) e
a fidelidade (depois do casamento) constituem-se como valores centrais.
Centrais e absolutamente lógicos.
Não é preciso ser católico
para comprovar a eficácia do método. Basta usar a cabeça, caso exista uma: se
os seres humanos fossem capazes de trilhar a visão de perfeição proposta pelo
papa, a possibilidade de contágio seria nula, ou quase. Acusar o papa de
espalhar a AIDS na África não é apenas insulto grosseiro;
é irracionalismo grosseiro. Se as pessoas seguissem a doutrina da Igreja em
matéria sexual, não haveria AIDS no mundo.
Só que os seres humanos, ao
contrário do que pensa Ratzinger, não são perfeitos em suas condutas privadas.
E o problema da visão do Vaticano sobre a sexualidade humana é imaginar que o
mundo é composto por anjos, e não por homens. Uma lamentável falácia.
Isso significa que o papa
está absolutamente errado quando defende na África a doutrina católica em
matéria sexual? Os profissionais da indignação, que espumaram ódio nos últimos
dias, não têm dúvidas: o papa é um genocida/criminoso/irresponsável (riscar o
que não interessa) ao "proibir" o PRESERVATIVO
na África. Infelizmente, os profissionais da indignação deveriam saber que o
papa não proíbe, no sentido policial do termo, coisa nenhuma: ele fala para
quem o ouve; e quem o ouve decide o que fazer com inteira liberdade pessoal.
Além disso, os
profissionais da indignação deveriam suspender os seus próprios dogmas e,
olhando para a África, aprender alguma coisa. Sobretudo com os casos de maior
sucesso no combate à AIDS: em Uganda, na
Etiópia, no Malawi, mesmo no Quênia. Fato: os casos de sucesso mostram que o
uso de PRESERVATIVO teve um papel fundamental na
diminuição da epidemia.
Mas esses casos de sucesso
mostram também que a luta contra a AIDS não se limitou
ao uso alargado do PRESERVATIVO. Como
relembra qualquer especialista no assunto, vencer o flagelo no continente
pressupõe um respeito e uma promoção do conhecido "ABC" da AIDS na África: "A" de "abstinence"
(abstinência); "B" de "be faithful" (fidelidade); e,
finalmente, "C" de "condoms" (PRESERVATIVOS).
Por outras palavras: sem a
redução do número de parceiros; sem uma maior fidelidade dentro do matrimônio;
mas também sem uma responsável EDUCAÇÃO SEXUAL entre os mais jovens, o simples
uso do PRESERVATIVO não resolve a mortandade. Pelo
contrário: os países africanos que acreditaram no PRESERVATIVO
como resposta única e milagrosa para o problema da AIDS (é
o caso trágico de Botsuana), viram aumentar o número de infectados. Paradoxal?
Nem por isso: numa cultura,
como a africana, que simplesmente não usa os PRESERVATIVOS
disponíveis; ou então usa-os mal; ou, pior, usa de forma irregular, acreditando
numa espécie de "compensação de risco" (palavras da ONU) que permite
multiplicar o número de parceiros pelo uso intermitente de proteção, o PRESERVATIVO cria uma ilusão de segurança que não é
compensada por uma alteração responsável dos comportamentos.
O papa está errado quando
exclui o PRESERVATIVO de qualquer estratégia de combate
à AIDS. O papa erra, no fundo, quando apaga a
letra "C" do abecedário básico da luta contra a epidemia. Mas o papa
não erra quando fala das letras "A" e "B". Tudo ao
contrário dos profissionais da praxe, que sobre a matéria só conhecem a letra
"I". De "indignação", sim. Mas, sobretudo, de
"ignorância".
João Pereira Coutinho é
colunista da Folha
Fonte: Folha de S. Paulo
DICA DE ENTREVISTA
João Pereira Coutinho
E-mail:
jpcoutinho@folha.com.br