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| Desde 2003, número de casos de Aids em Campinas cai mais da metade |
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03/12/2008 – 11h30
A epidemia da Aids em Campinas, cidade do interior de São Paulo, estaria “em franco declínio”. A opinião é do Programa de DST/Aids do município e tem como base os dados epidemiológicos reunidos até novembro deste ano. Os números, ressalta o órgão, são parciais e, portanto, estão sujeitos à revisão.
De 1982 até novembro de 2008, Campinas registrou 5.468 casos acumulados de Aids. Do total de notificações, 5.327 foram em adultos e 141 em crianças (menores de 13 anos). “Observe-se que estes dados se referem ao número de pessoas com critérios para notificação por Aids, e não se refere àquelas que são portadoras assintomáticas do HIV”, esclarece texto do Programa de DST/Aids de Campinas.
Desde o ano de 2003, o total de casos notificados no município apresenta forte queda: 334 em 2003; 298 em 2004; 283 em 2005; 257 em 2006; 218 em 2007 e 117 em 2008 (dados preliminares). Dos 117 casos notificados até 12 de novembro de 2008, 115 foram registrados em adultos e dois em menores de 13 anos. Desses, 83 são homens e o restante, 34, mulheres.
A maior incidência, ou seja, o número de casos de Aids por 100 mil habitantes foi na população de 30 a 39 anos: 29 por 100 mil. Em seguida, temos a faixa etária de 40 a 49 anos (15,9) e os indivíduos com 50 anos ou mais (11,1). Para mais informações, basta contatar o Programa de DST/Aids de Campinas pelos seguintes números: (0XX19) 3305-3190/2240.
Redação da Agência de Notícias da Aids
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DICA
PARA ENTREVISTA:
DICA DE ENTREVISTA
Programa Municipal de DST/Aids de Campinas
Assessoria de Imprensa - Eli Fernandes
Tel.: (0XX19) 3305-3190/2240
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ARTIGO :: |  |
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| MENSAGEM DE NATAL - Padre Valeriano Paitoni é pároco da Igreja Nossa Senhora de Fátima do Imirim, membro fundador da Comissão Nacional de DST/Aids da Pastoral da Saúde da CNBB |
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Padre Valeriano Paitoni
Alegrai-vos porque Deus, o Emmanuel (Deus conosco), saiu do armário e nos garante mais uma vez que se fez carne da nossa carne; seja ela amarela, preta, branca, vermelha, pobre, rica, com saúde, doente, soropositiva, soronegativa, é um de nós, é cada um de nós! Toda vez que celebro o Natal me pergunto: por que não conseguimos ainda assimilar essa verdade do nosso ser?
Como será diferente quando conseguiremos nos aproximar de alguém e aceitá-lo assim como Deus nele quis se manifestar para acreditarmos que Deus é essencialmente "AMOR PURO", não porque ELE é heterossexual ou homossexual, mulher ou homem, mas porque é PERDÃO, MISERICÓRDIA, JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE, IGUALDADE. Esses são os 'caminhos do Senhor' que João Batista nos convida a preparar na sua pregação profética.
Sendo Deus fonte do universo, Nele tudo e todos cabemos e, salvos, a Ele voltaremos. A Paz que o natal nos traz não consiste na falta de guerras ou num mundo sem armas, mas no ÁGAPE fraterno que consiste no estar juntos à mesma mesa sem fronteiras nem muros, sem preconceitos nem falsos moralismos que alimentam a cultura da morte e constroem as classes dos bons e dos maus, dos santos e pecadores, dos soropositivos e dos soronegativos...
Padre Valeriano Paitoni é pároco da Igreja Nossa Senhora de Fátima do Imirim, membro fundador da Comissão Nacional de DST/Aids da Pastoral da Saúde da CNBB e presidente da Sociedade Padre Constanzo Dalbézio, mantenedora das Casas de Apoio Siloé e Lar Suzanne, que cuidam de crianças portadoras do HIV/Aids |
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