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Público se emociona e elogia sensibilidade do documentário ´Aids, 30 anos: as respostas das ONGs do mundo´
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02/12/2012 - 12h

Quase 200 pessoas assistiram na noite deste sábado, 1° de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a estreia do documentário “Aids, 30 anos: as respostas das ONGs do mundo” no Cinesesc, em São Paulo.

Antes da apresentação, o chefe de redação da Agência de Notícias da Aids, Lucas Bonanno, convidou algumas pessoas que estavam presentes no evento e que trabalham diariamente na luta contra o HIV para falarem sobre o Dia Mundial de Combate à Aids.

"A data de hoje é muito especial, pois é o dia que refletimos sobre as conquistas e desafios que temos na área da aids", disse a coordenadora do Programa Estadual de DST/Aids, Maria Clara Gianna. "No nosso estado, apesar dos número de novas infecções e mortes em decorrência do HIV terem estabilizados nos últimos anos, ainda morrem oito pessoas, em média, por dia com aids", acrescentou.

O ativista Jorge Beloqui, do Grupo de Incentivo à Vida (GIV), disse que o Brasil  vive um "mau momento no que diz respeito à aids no âmbito  federal".

Apoiadores e produtores do documentário também participaram da cerimônia de lançamento. 

Para Paulo Resende, do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, o Senac, que ajudou na viabilizações das gravações, o documentário tem um papel importante na transformação das pessoas.  “Acredito que o conhecimento transforma. O apoio do Senac na realização deste filme é ajudar neste processo de transformação”, comentou.

Segundo a  idealizadora do documentário e editora executiva da Agência de Notícias da Aids, Roseli Tardelli, a ideia do documentário surgiu há vários anos, ao participar das Conferências Internacionais de Aids. “Convidei então a cineasta Alcione Alves, para dirigir o trabalho. Fomos juntas para a última conferência em Washington (nos Estados Unidos, em julho de 2012) e colhemos as entrevistas com ativistas que fizeram de suas histórias e vidas um compromisso contra o preconceito”, conta Roseli, que também produziu e conduziu as entrevistas.

Para Alcione, foi um “prazer mergulhar profundamente” no universo de cada história. “Espero ter conseguido retratar os personagens do filme com o respeito que eles merecem”, comentou.

Participaram ainda da cerimônia de lançamento do documentário o Presidente do Mopaids (Movimento Paulistano de Luta contra a Aids), Américo Nunes;  a Coordenadora do programa municipal de DST/Aids, Márcia de Lima; Cássio Rodrigo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; e Pedro Duarte, responsável pela edição do filme.

O documentário recebeu apoio do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), mineradora Anglo American e Rede Cultura de Televisão.

Além de ser exibido neste 1° de dezembro no Sinesec, “Aids, 30 anos: as respostas das ONGs do mundo” foi ao ar pela SESC TV e TV Cultura.


Pública elogia ´sensibilidade´ do documentário

Coordenadora do Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo, Maria Clara Gianna: “Adorei, adorei. O documentário retrata bem a ideia de uma pandemia, que tem diferentes faces em diferentes continentes. E deixa uma mensagem muito forte de solidariedade e nos faz pensar sobre essa expectativa de cura, sempre tão positiva.”

Ativista, integrante do Fórum de ONG/Aids do estado de São Paulo e do Grupo de Incentivo à Vida (GIV), Jorge Beloqui: "Estimulante e vivificador. Gostei muito de como foi abordado as diferentes prevalências nos países."

 Valéria Lapa, da mineradora Anglo American: “Acho que o que fica do documentário é como uma derrapada na sua vida pode transformar, para o bem ou para o mal, sua família e a humanidade. Ouvindo as histórias fica a ideia do poder de influência sobre a vida das pessoas.”

A

Coordenadora do programa municipal de DST/Aids, Márcia de Lima: “É um documentário bastante sensível e mostra como somos iguais em algumas coisas e como somos diferentes ao mesmo tempo. E que as demandas das pessoas, de certo modo, se dirigem a ter o cuidado com a saúde, a ter o direito de se cuidar. Então a minha frase para o governo, a sociedade civil, as pessoas que vivem com HIV/aids é essa: juntos as possibilidades são maiores do que os limites. O filme é muito bonito, muito sensível, com uma qualidade muito boa. Acho que dá exemplos das coisas boas, bem sucedidas, e também que ainda temos muito o que fazer.”

Presidente do Mopaids (Movimento Paulistano de Luta contra a Aids), Américo Nunes: A iniciativa da Roseli de fazer este documentário é muito louvável porque mexe com o emocional e com os sentimentos e isso revigora as energias. O mais interessante é que, mesmo fora do País, as realidades são muito semelhantes. Então faz a gente voltar atrás de tudo aquilo que a gente já viveu. O filme também mostra como ainda temos muito o que fazer e muito a conquista. E esta produção não deve ficar só aqui, deve ser exibida em outros locais como escolas, por exemplo. Porque traz à tona a temática da aids e é isso que precisamos fazer: falar mais sobre aids, como foi colocado por uma personagem, para minimizar o impacto dessa epidemia, controlar a doença, até chegarmos na cura
e em uma vacina.”

Coordenadora do programa municipal de DST/Aids, Márcia de Lima: “É um documentário bastante sensível e mostra como somos iguais em algumas coisas e como somos diferentes ao mesmo tempo. E que as demandas das pessoas, de certo modo, se dirigem a ter o cuidado com a saúde, a ter o direito de se cuidar. Então a minha frase para o governo, a sociedade civil, as pessoas que vivem com HIV/aids é essa: juntos as possibilidades são maiores do que os limites. O filme é muito bonito, muito sensível, com uma qualidade muito boa. Acho que dá exemplos das coisas boas, bem sucedidas, e também que ainda temos muito o que fazer.”

Coordenadora do Instituto Cultural Barong, Marta Mcbritton: "Eu passei esta semana trabalhando em uma região em Goiás que ninguém sabe o que é 1° de dezembro. Nem a secretaria de saúde, muito menos as escolas. Estão assistir um documentário que mostra como é importante a necessidade de se alertar o mundo sobre a questão da aids é absolutamente necessário e atual. Me comoveu muito por isso, porque você vê todas estas pessoas que já traçaram um longa jornada de trabalho e ainda tem tanto a fazer. Então é muito bom ver um trabalho deste, mas também alerta para o quanto ainda precisamos fazer. E tecnicamente o documentário está perfeito. Conseguir, naquele tempo de entrevista, fazer com que as pessoas sintetizassem o trabalho foi realmente impressionante."

Editora-chefe da Rádio Estadão/ESPN, Filomena Saleme: "Achei o documentário uma mostra da evolução do tratamento da doença, da evolução do que as ONGs então fazendo. E mostra, principalmente, na minha visão, que só estamos em um estágio avançado do tratamento da aids - as pessoas estão com uma vida muito melhor – em decorrência do trabalho das ONGs. Ali você vê reunidas pessoas de classes muito baixas que fazem um trabalho de formiguinha, em cada continente. E na Conferência todos estes trabalhos se unem e observa-se um avanço a cada novo evento. Então esta produção sintetizou o seguinte: e
m 30 anos da aids o avanço só é possível por causa do trabalho das ONGs. E o depoimento da cientista francesa que ganhou o Prêmio Nobel, Françoise Barre-Sinoussi, mostrou que se deve trabalhar mais para conseguir uma vacina e a cura da aids."

Assistente de coordenação do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo, José Roberto Pereira (Betinho): “Parabéns. A maneira como este filme foi feito mostra a epidemia de uma maneira muito sensível. Acho que foi provocador e reforça a luta e a
militância contra a epidemia”.

Cássio Rodrigo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo: “Incrível... Não só pela forma como foi retratado, mas pelo conteúdo nele exibido. Ver um pouco da história de cada país, as diferenças, nos sugere que a luta deve ser mundial e conjunta”.


Roseli Tardelli, Alcione Alves e Pedro Duarte__

Redação da Agência de Notícias da Aids





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