Agência de Notícias da Aids
 
 
  Home
  Notícias
 
BUSCA
[ buscar ]
  Artigos
  Eventos
  Eventos América Latina
  Ong`s
  Biblioteca
  Dicionário
  Fique por dentro
  Cadastre-se
  Fale Conosco
 
 
 
 
Eu acredito!
 
O Tigre e o Leão
 
Vinte anos de CRT-DST/Aids- SP – Navegações no mar das experiências vividas - João Bosco Alves de Sousa é Diretor de Recursos Humanos do<br> Centro de Referência e Treinamento DST/Aids – São Paulo.
 
CRIANÇAS E AIDS: UM MOMENTO DE REFLEXÃO - José Araújo Lima Filho é Presidente da Casa de Apoio AFXB do Brasil
 
A RODA JÁ FOI INVENTADA... - Maria Cristina Feijó Januzzi Ilário é enfermeira sanitarista pela UNICAMP, coordenadora do Programa Municipal de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Prefeitura de Campinas
 
CONFERÊNCIA DO MÉXICO E HOMOFOBIA - Toni Reis é Presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros).
 
CAMPANHA DE TESTAGEM DO HIV NO ESTADO DE SÃO PAULO VAI ATÉ 5 DE SETEMBRO - Dra. Maria Clara Gianna é médica sanitarista e coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP
 
VULNERABILIDADE: HIV/AIDS E PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS
 
EMOÇÃO E ATIVISMO NO MÉXICO - Rodrigo Souza Pinheiro é presidente do Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo.
 
A SITUAÇÃO DA AIDS NO MÉXICO - Valéria Piassa Polizzi é jornalista e autora do livro "Depois daquela viagem — diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com Aids".
 
SERÁ O FIM DO ATIVISMO? - Mário Scheffer é membro do Grupo Pela Vidda/SP
 
VII CONGRESSO BRASILEIRO DE PREVENÇÃO MOSTROU A NECESSIDADE DE SE FORTALECER AÇÕES QUE BUSQUEM A INTERSETORIALIDADE
 
A RELAÇÃO MUNICÍPIO-MUNDO - Mariângela Simão é diretora do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde
 
A AIDS E O PROBLEMA DA ALIENAÇÃO - Cassius Guimarães é Jornalista e aluno da pós-graduação em Jornalismo Científico do Labjor, na Unicamp.
 
O SILÊNCIO DOS... INOCENTES ?? - Beto Volpe é ativista e Presidente do Hipupiara
 
POR UM ESTADO QUE RESPEITE NOSSOS CORPOS, DE FATO! - Alexandre Santos é presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT)
 
COSTUMO DIZER QUE TUDO PODE SER DITO A RESPEITO DA AIDS, MENOS QUE ELA É MONÓTONA - Cláudio Monteiro é sociólogo do Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS de São Paulo
 
DIVERSIDADE NO PARLAMENTO: TEMA AUSENTE, CARACTERÍSTICA TAMBÉM - Soninha Francine é vereadora - Partido Popular Socialista
 
UM NOVO DESAFIO DE VIDA - Rodrigo é presidente do Fórum ONG/Aids do Estado de São Paulo. Foi empossado no mês de março
 
EM 2008, DE OLHOS NAS PATENTES - Alexandre Grangeiro é sociólogo , especialista em saúde pública
 
TUBERCULOSE E HIV/AIDS, NOVOS DESAFIOS PARA O CONTROLE SOCIAL - José Carlos Veloso, é assistente social, presidente do GAPA/SP, mestre em ciências da saúde.
 
SUSTENTABILIDADE DAS ONGS NO BRASIL - Sandro Terabe é especialista em vigilância em saúde e avaliação de programas de controle de processos endêmicos.
 
JANAÍNA – UM ANO DE SILÊNCIO NAS NAÇÕES UNIDAS - Alessandra Nilo é jornalista e Coordenadora da GESTOS - Soropositividade, Comunicação e Gênero
 
ATIVIDADE FÍSICA CONTRA A LIPODISTROFIA - Maico Rodrigo Schardt é formado em Educação Física pela Universidade Camilo Castelo Branco e professor de musculação da Academia Bio Ritmo
 
CRIME DE HOMOFOBIA OU MERO ASSALTO?- Cássio Rodrigo é jornalista e coordenador Geral da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual
Páginas: 01 de 10:    [01] 02 03 04 05 06 07

Eu acredito!
Cida Lemos

Eu acredito que estamos construindo uma nova sociedade, mais igualitária, em que todas as pessoas independentes de sua cor terão oportunidades iguais e direitos respeitados.

Infelizmente ainda estamos longe dessa realidade. O que vemos todos os dias é a desigualdade e a falta de respeito principalmente com as mulheres negras. No mercado de trabalho elas recebem remuneração inferior realizando a mesma tarefa - poucas ocupam cargos de chefia. Nas lojas não são aprovadas como vendedoras e nas empresas lhes são oferecidas vagas em serviços menos gabaritados. Poderíamos citar inúmeras arbitrariedades que são cometidas contra a mulher negra.

Porém, a mais cruel violência ocorre nos sistema de saúde, onde qualquer pessoa chega fragilizada. A mulher negra sofre constrangimentos e vê desrespeitados seus direitos. Fica totalmente vulnerável porque são em sua maioria mulheres pobres, de pouca escolaridade, que por desconhecimento ou mesmo por medo se calam e voltam para seus lares com as dúvidas e as dores físicas agravadas pela certeza que muitas coisas necessitam ser mudadas, mas poucas conseguem forças para promoverem essas mudanças. Daí a necessidade de termos um dia especial para reflexão, para lembrar homens e mulheres que falaram e lutaram por seus irmãos que não tinham voz e que continuam lutando por aqueles que ainda não perceberam que sua fala pode ser ouvida, que seus sonhos podem ser realizados, que seus deveres e direitos devem ser respeitados e que um dia não precisaremos mais de cotas.

Representandte das Cidadãs Posithivas/RJ; Conselheira do CEDIM/RJ (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher)

 
  © 2008 - Agência de Notícias da Aids - Todos direitos reservados