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| JORNAL ECONÔMICO ‘GAZETA MERCANTIL’ DESTACA QUE O INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÃO CONCEDEU PATENTE PARA O TENOFOVIR NO BRASIL |

03/09/2008 – 09h55
“O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) indeferiu o pedido de patente do medicamento Tenofovir, anti-retroviral para tratamento da AIDS, produzido pela empresa canadense Gilead e importado pelo Ministério da Saúde. O remédio é usado no coquetel para pacientes com o vírus HIV”, informa matéria do jornal Gazeta Mercantil desta quarta-feira (03/09).
De acordo com a mesma reportagem, o presidente do Instituto, Jorge Ávila, disse que o remédio foi considerado um produto "não provido de atividade inventiva". O que, ainda de acordo com a matéria do jornal, “significa que um produto semelhante já existe no mercado.” A seguir, a reportagem na íntegra.
Remédios contra HIV geram brigas no Brasil e na Europa
O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) indeferiu o pedido de patente do medicamento Tenofovir, anti-retroviral para tratamento da AIDS, produzido pela empresa canadense Gilead e importado pelo Ministério da Saúde. O remédio é usado no coquetel para pacientes com o vírus HIV.
O presidente do instituto, Jorge Ávila, disse ontem, que o medicamento foi considerado como um produto "não provido de atividade inventiva", o que significa que um produto semelhante já existe no mercado. Segundo Ávila, o fato da patente não ter sido concedida pode baratear o produto, significando economia para o Ministério da Saúde, que distribui gratuitamente medicação contra a AIDS.
Na Europa
Já na Europa, a GlaxoSmithKline (GSK), maior fabricante de medicamentos do bloco europeu, processou a Lupin, alegando que os planos da companhia indiana para vender uma versão genérica do Combivir, medicamento destinados a pacientes portadores do vírus HIV, infringem uma patente norte-americana.
A Glaxo busca um mandado judicial para barrar as vendas do medicamento da Lupin até 2012, quando a patente de 1999 expira, de acordo com uma queixa registrada no dia 29 de agosto a corte federal de Wilmington, no estado norte-americano de Delaware.
(Agência Brasil e Bloomberg News)
Fonte: Gazeta Mercantil
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| Enfrentar as hepatites tem que ser prioridade do Governo |
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Por Jeová Pessin Fragoso
As hepatites virais, principalmente as dos tipos B e C, tornaram-se na atualidade uma das maiores preocupações de saúde publica, e tem tirado a qualidade de vida, quando não a própria vida, de um número alarmante de brasileiros. Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 5 milhões de pessoas estão infectadas com esses vírus no Brasil.
Portador da hepatite C, presido o Grupo Esperança, que tem apoiado as pessoas com hepatites da Baixada Santista, litoral de São Paulo. São mais de 3 mil portadores de hepatites, residentes em nove municípios da região e filiados ao nosso grupo.
Jeová Pessin Fragoso é Presidente do Grupo Esperança, de Santos. |
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