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Ministério da Saúde defende distribuição de camisinhas nas escolas

07/02/2009 - 11h20

A grande incidência de aids entre adolescentes motivou o Ministério da Saúde a realizar a distribuição de camisinhas diretamente nas escolas. Para facilitar o acesso ao jovem, que muitas vezes fica constrangido de pedir preservativos aos adultos, estão sendo testadas máquinas que disponibilizam o produto automaticamente.


“Nós estamos implantando máquinas de preservativos automáticas, para que os alunos possam retirar gratuitamente as camisinhas. A escola é um espaço importante e nós temos uma política há muito tempo de direitos sexuais reprodutivos, e a distribuição dos preservativos faz parte desta estratégia”, explicou Temporão.


Segundo a diretora do Programa de DST/Aids do Ministério da Saúde, Mariangela Simão, as camisinhas já são distribuídas em 19 mil escolas. Já as máquinas ainda estão em fase de teste, em municípios dos estados da Paraíba e de Santa Catarina, para aprimorar o equipamento, que deve ser implantado em todo o país em maior escala ainda este ano.


“O adolescente tem dificuldade de ir a um centro de saúde para pedir camisinha, pois [para ele] é uma situação constrangedora. Então o importante é aumentar oportunidades do adolescente ter acesso à prevenção. Porque 45% deles que não usaram o preservativo na última relação, alegaram que não tinham [camisinha]”, disse Mariângela Simão.


Ela participou, juntamente com Temporão, do lançamento da campanha Carnaval de Prevenção à Aids, que este ano vai mirar principalmente nos jovens entre 13 e 19 anos. De acordo com o ministro, só nos dias de carnaval serão distribuídos 55 milhões de preservativos.


Fonte: Agência Brasil





Enfrentar as hepatites tem que ser prioridade do Governo

Por Jeová Pessin Fragoso

As hepatites virais, principalmente as dos tipos B e C, tornaram-se na atualidade uma das maiores preocupações de saúde publica, e tem tirado a qualidade de vida, quando não a própria vida, de um número alarmante de brasileiros. Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 5 milhões de pessoas estão infectadas com esses vírus no Brasil.

Portador da hepatite C, presido o Grupo Esperança, que tem apoiado as pessoas com hepatites da Baixada Santista, litoral de São Paulo. São mais de 3 mil portadores de hepatites, residentes em nove municípios da região e filiados ao nosso grupo.

Jeová Pessin Fragoso é Presidente do Grupo Esperança, de Santos.


 
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