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| Grupo de Incentivo à Vida (GIV) completa 20 anos |

08/02/2010 - 20h
O GIV, Grupo de Incentivo à Vida, completou nesta segunda 20 anos de existência. A ONG surgiu em 1990 como grupo de ajuda mútua para portadores do HIV/aids. Atualmente, o grupo realiza projetos em diversas áreas, tais como: crianças e adolescentes; mulheres HIV+; gays; cuidadores; depto. de psicologia; publicações; luta pelos direitos, cidadania e contra o preconceito através do ativismo. Veja o histórico da instituição a seguir.
História
Em 8 de fevereiro de 1990, José Roberto Peruzzo fundou o GIV. Em uma reunião realizada nas dependências do CRTA (Centro de Referência e Tratamento em Aids), com pessoas que haviam participado de seu 10º Encontro de Pacientes, nasceu a ideia da criação de um grupo para integrar as pessoas soropositivas entre si e a sociedade, buscando caminhos para a redescoberta da vida e mudanças de atitude frente à epidemia, e ainda buscando alternativas para prevenção e controle do desenvolvimento da doença.
Nesta primeira reunião estiveram presentes: Peruzzo, Dinah, Toninho, Jacó, Flávio, Jorginho, Afonso e Cristal. Por sugestão do Toninho, surgiu o nome. Dinah trouxe “Uma Estória Diferente”, a estória dos sapinhos, que se tornou símbolo da ONG. O verde e o branco foram adotados como as cores oficiais do Grupo, representando a esperança e a fé na vida, respectivamente.
A princípio os encontros se realizaram na casa do fundador, Peruzzo e após algum tempo em uma sede alugada na Alameda Glete, até a conquista sede atual, recebida como doação em 1993.
Nos primeiros anos, de acordo com a ONG, o maior desafio foi vencer o preconceito e solidificar relações entre soropositivos, seus familiares e amigos, quebrando tabus impostos pela falta de informações e pelo medo da morte.
Com Valter Galego, segundo presidente, foi o momento de solidificar estas discuções e estruturar administrativamente o grupo.
Com José Araújo, terceiro presidente, os integrantes viveram as primeiras discussões acerca da necessidade de disponibilização de terapias que surgiam parar todos os soropositivos e começava a ganhar destaque o ativismo político.
A partir das administrações de Eduardo Luiz Barbosa (hoje diretor-adjunto do Departam,ento de DST, Aids e Hepatites Virais), e posteriormente Cláudio Pereira (atual presidente), o ativismo do GIV ganhou proporções ainda maiores com a participação e realização de encontros. Intensificaram-se nesse período também os treinamentos para voluntários.
Desta forma, focava-se a articulação política atrelada a um trabalho de formação dos soropositivos, para cada vez mais poderem prestar um trabalho técnico e capaz de atender as demandas da Convivência e da Prevenção que permiam os trabalhos da organização até hoje.
Redação da Agência de Notícias da Aids com informações do GIV.org.br
Dica de Entrevista
GIV
Tel.: (0XX11) 5084-0255 / 5084-7465
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| Enfrentar as hepatites tem que ser prioridade do Governo |
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Por Jeová Pessin Fragoso
As hepatites virais, principalmente as dos tipos B e C, tornaram-se na atualidade uma das maiores preocupações de saúde publica, e tem tirado a qualidade de vida, quando não a própria vida, de um número alarmante de brasileiros. Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 5 milhões de pessoas estão infectadas com esses vírus no Brasil.
Portador da hepatite C, presido o Grupo Esperança, que tem apoiado as pessoas com hepatites da Baixada Santista, litoral de São Paulo. São mais de 3 mil portadores de hepatites, residentes em nove municípios da região e filiados ao nosso grupo.
Jeová Pessin Fragoso é Presidente do Grupo Esperança, de Santos. |
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